WWF quer “conservar” 60% da Amazônia brasileira
Nos EUA, as ONGs ambientalistas estão dando pulos de alegria porque o Congresso americano aprovou, após anos de debate, um pacote de leis para a conservação ambiental de regiões e recursos hídricos que implicarão na criação de novas reservas ambientais, somando cerca de 1,5 milhão de hectares, distribuídas em noves estados da federação. «As futuras gerações olharão para este dia [24] como o maior marco na história da conservação [ambiental] da nossa nação» — resumiu um exultante William Meadows, presidente da ONG Wilderness Society.
José Dirceu defende tutela ambiental
Os compromissos internacionais assumidos pelo governo brasileiro em relação às questões ambientais têm prioridade sobre as necessidades de desenvolvimento socioeconômico de certas regiões do País. O recado foi dado pelo ex-ministro José Dirceu a um grupo de lideranças políticas e empresariais da Região Amazônica, reunidas para ouvi-lo na Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA).
Código Florestal: vitória histórica sobre “ditadura verde”
A aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto de lei da reforma do Código Florestal e da Emenda 164, proposta pelo PMDB, representou uma vitória histórica contra o aparato ambientalista internacional, que, nas últimas duas décadas, tem imposto ao Brasil um autêntico regime de soberania restrita no tocante à utilização do seu território e das atividades econômicas nele desenvolvidas. Campanha, esta, responsável pela criação de autênticas e vastas “áreas de exclusão ambiental” em todas as regiões do País – com ênfase na Amazônia Legal – além de determinar um conjunto exagerado de restrições a toda sorte de empreendimentos, de projetos de infraestrutura ao desenvolvimento e aplicação de tecnologias avançadas, em um processo no qual os interesses maiores da sociedade brasileira têm sido mantidos subordinados a uma agenda supranacional de interesses restritos.
Rio+20: Dilma nas “pegadas verdes” de Collor?
A preocupação quase obsessiva com a “imagem ambiental” do Brasil no exterior, que tem sido uma constante em todos os presidentes nas últimas duas décadas e os tem levado a se submeter a todo tipo de pressões externas e internas, foi a motivação principal do jogo pesado demonstrado pelo Palácio do Planalto na semana passada, durante a tumultuada tentativa de votação do projeto de reforma do Código Florestal (MSIa Informa, 13/05/2011).
Afinal, qual é a dos ambientalistas? – Parte 2
[PARTE FINAL DO POST ANTERIOR] A contradição dos carros elétricos Paralelamente ao que foi apresentado no artigo anterior, outra ladainha característca do movimento ambientalista mundial é quanto à possibilidade de que os veículos, principalmente os terrestres – automóveis, veículos de carga (pick-ups, ônibus e caminhões), além de tratores, ceifadeiras mecânicas e outras máquinas agrícolas e [...]
“Nação guarani” lança manifesto
Como parte da escalada da campanha ambientalista-indigenista na América do Sul, a autointitulada “nação guarani” acaba de lançar o seu manifesto. O documento, assinado por representantes de tribos guaranis do Brasil, Argentina, Paraguai e Bolívia, foi apresentado no segundo Encontro Continental Guarani, realizado no final de março, no Paraguai, próximo às datas de comemoração dos 20 anos do Mercosul e do bicentenário da independência do país, com a clara intenção de se contrapor à memória de valor nacional e de integração regional que tais episódios suscitam.
Importantes reações institucionais ao “ecoterrorismo geopolítico”
Em 24 horas, o governo brasileiro efetuou duas importantes reações à escalada de ações do aparato internacional que se oculta por trás dos chamados movimentos sociais e das causas relacionadas ao meio ambiente e ao indigenismo, contra grandes projetos de infraestrutura em curso no País. Em edições anteriores, este Alerta utilizou a expressão “ecoterrorismo geopolítico” para qualificar a investida, que, nas últimas semanas, resultou na destruição dos canteiros de obras das usinas hidrelétricas de Jirau, em Rondônia, e São Domingos, em Mato Grosso do Sul.
Na segunda-feira 5 de abril, um destacamento da 1ª. Companhia de Infantaria do Exército, baseada em Paulo Afonso (BA), interceptou e impediu a progressão de uma marcha organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que se dirigia à usina hidrelétrica de Paulo Afonso, da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). O objetivo do grupo era ocupar o escritório da usina, como admitiu um dos organizadores do MST, Luís Carlos Ferreira (O Globo, 6/04/2011).
Sobre os índios brasileiros
O presente post é composto pelo comentário feito pelo Sr. Nelson (patriota1930@hotmail.com) em relação à seguinte matéria publicada neste site: James Cameron conquista índios e garante documentário sobre Belo Monte. Interessante, verdadeiro e hilário, resolvi publicar. Vamos ao comentário (título, subtítulos e melhorias na formatação, meus). As referências (fontes) são as apresentadas, originalmente, pelo Sr. Nelson.
Relatos sobre o indigenismo no Brasil – Parte 1
Esta é a primeira parte do artigo “Fatos sobre o indigenismo no Brasil”, que mostra os principais acontecimentos que marcaram a agenda indigenista no território nacional. O artigo é composto de extratos obtidos nos dois livros “Máfia Verde”, 1 e 2, publicados pela Editora Capax Dei, que se tornaram leitura obrigatória para aqueles que desejam informações sobre os movimentos ambientalistas e indigenistas no Brasil e no resto do mundo, bem como noções sobre a agenda da chamada “governança global.
Relatos sobre o indigenismo no Brasil – Parte 2
Esta é a segunda parte do artigo “Fatos sobre o indigenismo no Brasil”, que mostra os principais acontecimentos que marcaram a agenda indigenista no território nacional. O artigo é composto de extratos obtidos nos dois livros “Máfia Verde”, 1 e 2, publicados pela Editora Capax Dei, que se tornaram leitura obrigatória para aqueles que desejam informações sobre os movimentos ambientalistas e indigenistas no Brasil e no resto do mundo, bem como noções sobre a agenda da chamada “governança global.
Survival International
A Survival International (SI) é a seção de “assuntos humanos” do WWF. Foi fundada em 1969, com o patrocínio de sir Peter Scott, então presidente da WWF, para oferecer financiamento para «ajudar os povos indígenas a proteger suas terras, seu meio ambiente e seu modo de vida», eufemismo para a criação de enclaves onde habitam os indígenas com autonomia sobre o solo e subsolo de seus “territórios”, nos quais as nações onde se localizam exerceriam apenas o que denominam «soberania limitada». A SI foi fundada visando a criação da gigantesca reserva yanomâmi no Brasil e na Venezuela.
FUNAI quer aumentar reserva indígena – contra a vontade dos índios
Uma reportagem publicada na edição de 6 de dezembro da revista Veja (“Uma bordoada no próprio pé”) oferece um dos exemplos mais claros das distorções provocadas pela atual política de demarcação de terras indígenas, envolvendo uma suspeita tentativa da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) para transformar em terra indígena 75% do território de um município maranhense – contra a vontade dos indígenas locais -, ao mesmo tempo em que uma empresa sediada no Rio de Janeiro obtém alvarás de pesquisa mineral na mesma área.
Novas demarcações de terras indígenas terão que passar pelo Congresso
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 8 de dezembro, o Projeto de Lei 4791/09, de autoria dos deputados Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), o qual determina a submissão de novos projetos de demarcação de terras indígenas à aprovação do Congresso. A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas Comissões de Direitos Humanos e Minorias e Justiça e Cidadania, antes de ser submetida ao plenário.
Pacaraima não quer ser “indígena”
Encontra-se em fase de finalização a primeira etapa dos estudos para a exclusão da área urbana do município de Paracaima da terra indígena de São Marcos, em Roraima. Homologada em 1991, a reserva está situada na região fronteiriça com a Venezuela.
ONGs Indigenistas atuantes no Brasil
Acredita-se que existam, no Brasil, centenas de milhares de ONGs, a maioria delas, com certeza, atuando na área da floresta amazônica. Naquela região, só o Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), congrega um conglomerado de 200 ONGs que atuam na Amazônia. Este post mostra algumas delas, provavelmente, as mais importantes.
O império das ONGs e o loteamento da Amazônia
Este é um artigo publicado no site A Nova Democracia, em 2003. Mesmo face ao tempo decorrido, continua atual e importante, mostrando que, desde longa data, a constatação da invasão de ONGs na Amazônia — meras fachadas das oligarquias internacionais e de governos estrangeiros — que desejam se apossar daquela região, já é conhecida e reportada.
Tiro no coração das FARC
A bem sucedida operação militar que resultou na morte do comandante militar das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o sanguinário narcoterrorista conhecido como Mono Jojoy, está sendo saudada com toda justiça como um golpe devastador na estrutura da narcoguerrilha. O fato é de grande relevância, não apenas para a Colômbia, mas para todo o hemisfério, uma vez que Jojoy (cujo nome verdadeiro era Victor Julio Suárez Rojas) era o principal enlace com a estrutura do narcotráfico continental.
Ambientalismo internacional – Parte 1
A mobilização do Movimento Ambientalista Internacional, apoiado em sua vasta rede de ONGs nada tem a ver com uma pretensa proteção ao meio ambiente e de povos indígenas que ainda vivem à margem da civilização. Em especial, no caso do Brasil e de seus vizinhos sul-americanos, as ações do aparato ambientalista respondem a uma estratégia habilmente articulada pela oligarquia anglo-americana, para obstaculizar quaisquer tentativas de desenvolvimento das vias naturais de integração física do país com o restante do subcontinente, além da conquista de uma base de capacitação científico-tecnológica crucial para um processo compartilhado de progresso sócio-econômico duradouro.
Ambientalismo internacional – Parte 2
Nos USA, Robert O. Anderson (o da Atlantic) financiou diretamente (com US$ 200.000) o “Dia da Terra” – a primeira manifestação popular do movimento ambientalista de massas – contra a «destruição do meio ambiente» (em 22/04/1970). Contou com a participação de dezenas de milhares de estudantes, recrutados entre as hostes da “nova esquerda”, infestada pela contracultura.
MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
O MST foi oficialmente fundado em 1984, pela CPT – Comissão Pastoral da Terra. Esta, por sua vez, deve sua criação a outra entidade que nasceu no Brasil nos anos 1970, graças ao apoio que recebeu do CMI – Conselho Mundial de Igrejas, a Comissão de Justiça e Paz, agora controlada pelo ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Atualmente, as principais figuras da CPT – Comissão Pastoral da Terra se converteram de fato nos verdadeiros comandantes do MST, como os bispos Tomás Balduíno e Pedro Casaldáliga.