O Bohemian Club
Em 02/agosto/1982, a revista americana Newsweek divulgava a seguinte informação: «Em Bohemian Grove, 75 milhas ao norte de São Francisco, ocorre o mais prestigioso acampamento de verão do mundo. O retiro, fortemente vigiado, com seus 2.200 acres, é a sede do ultra-exclusivo Bohemian Club, do qual só homens podem ser membros e ao qual pertencia o presidente republicano Rerbert Roover. Com seus poderosos afiliados, na tranqüila reclusão, e por causa de seus rituais cabalísticos, o Bohemian Club desperta inúmeras suspeitas…
O poder da nova “Skull & Bones”
Um dos edifícios estranhos do campus de Yale lembra um mausoléu. Dentro, um jovem, um dos 15 estudantes escolhidos a cada ano, está deitado nu em um sarcófago. Ele não está morto; está recitando uma autobiografia sexual anterior à sua “seleção” para a [sociedade secreta] Skull and Bones.
O CFR – Council on Foreign Relations
O que é, afinal, o CFR, Council on Foreign Relations, ou Conselho para Relacões Exteriores, tantas vezes mencionado aqui? Para citarmos Winston Lord, ex-ministro interino das relações exteriores dos Estados Unidos: «Não é a Comissão Trilateral que governa o mundo; é o Council on Foreign Relations».
Teorias conspiratórias
Existiriam sinistros complôs para o domínio do mundo, engendrados por chefes da Máfia à la AI Capone, com óculos escuros e charutos, a portas fechadas? Ou as conspirações surgem disfarçadamente em meio às conferências oficiais de órgãos como o Fundo Monetário Internacional e dos bancos mundiais, como a “Conferência de Outono” em Praga, em setembro/2000, as quais – segundo os críticos – visam a globalização econômica e, inevitavelmente, a exploração do Terceiro Mundo?
O Grupo Bilderberg
No começo da década de 1950, a CIA ajudou a criar e financiar as Conferências Bilderberg. Nos Estados Unidos, acredita-se, ainda hoje, que a CIA está por trás da estruturação do Grupo Bilderberg. O príncipe Bernardo da Holanda presidiu o grupo até 1974, quando se envolveu em um escândalo e foi retirado do posto. O filósofo e filantropo polonês, Dr. Joseph Retinger, foi nomeado primeiro secretário e presidiu o grupo até sua morte, ainda no mesmo cargo.
A Comissão Trilateral
Entre as quase quatrocentras “fábricas de pensamentos” espalhadas pelo globo, a Comissão Trilaterial é a mais influente. Cerca de 300 membros reúnem-se uma vez por ano, em locais diferentes. Após cada encontro, a Comissão publica documentos sobre os temas e implementações. O relatório de 1995, por exemplo, intitulava-se «Engaging Russia» («Fazendo a Rússia Participar»), ao qual foi acrescentado em 1996 o subtítulo «Mantendo a Segurança Energética em um Contexto Global para a Globalização e os Mercados de Trabalho Trilaterais: Evidências e Implicações». A comissão tem três escritórios: em Nova York, Tóquio e Paris. Seus dirigentes são economistas com poder de decisão. Mas como surgiu uma organização “trilateral”, com sede na América do Norte, na Europa e no Japão?
O Clube Bilderberg – O que ocorre no mundo não é por acaso
Imaginem um clube onde os mais importantes presidentes, primeiros-ministros e banqueiros do mundo se mesclam entre si, onde a realeza está presente para assegurar-se de que todo o mundo se harmonize, onde os poderosos responsáveis por declarar guerras, influenciar os mercados e ditar as suas ordens à Europa inteira dizem aquilo que nunca ousariam dizer em público.
O Clube Bilderberg – Participantes e regras
Ninguém pode adquirir um ingresso para um dos encontros Bilderberg, ainda que muitas multinacionais o tenham tentado. É o Conselho Diretivo que decide quem convidar. Aquilo que o periódico londrino The Guardian denomina “um bilderberger” não mudou nos últimos 50 anos: um socialista fabiano, partidário entusiasta de uma ordem mundial única.
O Clube Bilderberg – Visto de perto
Otto Wolff von Amerongen, presidente e diretor da Otto Wolff GmbH, na Alemanha, e um dos membros fundadores do Clube, explicou que os encontros se estruturavam da seguinte maneira: começava-se com algumas introduções curtas sobre um tema determinado, ao que se seguia um debate geral.
O Clube Bilderberg – Imprensa cativa
Um dos segredos mais bem guardados é até que ponto um punhado de conglomerados pertencentes ao Clube Bilderberg, tais como o CFR – Council on Foreign Relations [Conselho de Relações Internacionais], OTAN, Clube de Roma, Comissão Trilateral, maçons, Skull and Bones (Mesa Redonda, Sociedade Milner) e a Sociedade Jesuítico-Aristotélica – controlam o fluxo de informações no mundo e determinam o que vemos na televisão, ouvimos no rádio e lemos nos jornais, revistas, livros e na Internet.
O Clube Bilderberg – Objetivos
O Clube Bilderberg está em busca de uma era do pós-nacionalismo: um momento em que já não haverá países, só regiões e valores universais, quer dizer, só uma economia universal, um Governo Universal – designado, não eleito – e uma religião universal. Para assegurar-se esses objetivos, os membros do Clube Bilderberg defendem um enfoque mais técnico e menos conhecimento por parte do público. Isto reduz as possibilidades de que toda a população se inteire do plano global dos donos mundiais e organize uma resistência organizada.
O comitê dos 300 – O domínio sobre as nações
Este blog apresentará informações, não só sobre o Comitê dos 300, mas também sobre a Comissão Trilateral, o CFR, o Bohemian Club, a Skull & Bones, os Illuminati etc – grupos que se misturam e se completam, cujos participantes são, mais ou menos, os mesmos, e têm o intuito de obter uma governança mundial: um poder supremo e único sobre todas as nações do planeta.
O comitê dos 300 – Clube de Roma e as metas dos oligarcas
Como é que os conspiradores mantêm as suas garras no mundo e, mais especificamente, as mãos no pescoço dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha? Uma das perguntas que mais se faz é: «Como é que uma entidade pode saber o tempo todo o que está acontecendo, e como é que exercita esse controle?» Neste livro tentarei responder a estas e outras perguntas.
O comitê dos 300 – O enfraquecimento dos EUA
O Clube de Roma se sente confiante de que realizou o que lhe foi incumbido pelo Comitê dos 300, que era “enfraquecer” os Estados Unidos. Depois de passar anos travando guerra contra o povo desta nação, quem duvidará de que o Comitê, realmente, realizou a sua tarefa?
O Comitê dos 300 – Pesquisas de opinião pública e pesquisadores
Neste post apresento a quarta parte do artigo do Dr. John Coleman, que trata do Comitê dos 300 como um organismo central no mundo das grandes elites transnacionais, as oligarquias internacionais, as quais têm como objetivo principal a governança mundial.
O Comitê dos 300 – A década de 1960 e a Imprensa
O papel da imprensa na nossa sociedade é de importância vital para o êxito da lavagem cerebral em grandes grupos de população. As guerras entre gangues em Los Angeles terminaram em 1966 quando a imprensa parou de dar cobertura ao assunto. A mesma coisa acontecerá com a recente onda de guerras entre gangues em Los Angeles. Gangues de rua vão desaparecer depois que a cobertura por parte da imprensa diminuir e parar completamente. Assim como ocorreu em 1966, o assunto vai se tomar ultrapassado. Mas então, as gangues de rua terão cumprido o seu propósito de criar turbulência e insegurança na nação.
O comitê dos 300 – O mundo futuro
O presente post é continuação do anterior – Hierarquia dos Conspiradores: o Comitê dos 300, da autoria de John Coleman. O mundo do futuro? Em suma, a intenção e o propósito do Comitê dos 300 é causar as seguintes condições: a dependência de todas as pessoas e de todo o mundo ao Governo Único Mundial.
O comitê dos 300 – O desejo de ser livre
Como o prezado Visitante Desconhecido deve ter percebido, o Sr. John Coleman, neste seu trabalho, pode ter exagerado em algumas previsões, no que diz respeito ao futuro da Humanidade. No entanto, vemos, nos dias de hoje, em muitos setores, mormente nos da geopolítica, a coisa, perigosa e sinistramente, se encaminhando da forma preconizada pelo autor. A união dos países em blocos, por exemplo (como a União Européia), os quais, segundo ele, constituem uma fase da globalização total, é um fato que, a cada dia parece tomar lugar em outros continentes.
Ambientalismo mal-intencionado
O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade.
Oligarquias internacionais: os donos do mundo
Este post poderia se chamar também: “Oligarquias internacionais – os verdadeiros donos do mundo”. São os grandes tubarões do planeta, predadores implacáveis, que se reunem em “cardumes”, em locais secretos, para conspirar em favor de um governo mundial. Seus sinistros objetivos são caracterizados pela globalização, pelo livre comércio, pelas privatizações, pela especulação financeira, pelo ambientalismo, pelo indigenismo, pelo malthusianismo etc.