Recordando a Comissão Trilateral
A Comissão Trilateral foi fundada em 1973 por iniciativa de David Rockefeller, o presidente do poderoso banco Chase Manhattan, diretor de diversas empresas multinacionais e de fundações isentas de impostos. Entre os cerca de 300 membros iniciais, estavam acadêmicos, políticos, magnatas da indústria, banqueiros internacionais, líderes de centrais sindicais e diretores dos gigantes da mídia. Desde a eleição de Jimmy Carter, em 1976, o Poder Executivo nos EUA foi literalmente seqüestrado pelos membros da Comissão Trilateral.
Europa cria “Politburo financeiro” para apaziguar rentistas
Embora alguns de seus membros estejam ferrenhamente empenhados em levar a “democracia” a países como a Líbia, a União Europeia (UE) parece não ter o mesmo apreço pelo conceito internamente. Pelo menos se a sua aplicação implicar em conflitos de interesses com a alta finança global, engajada a todo custo na preservação do sistema financeiro internacional em sua presente forma.
Liam Fox: andanças de uma “raposa neoconservadora”
Apesar da sua repercussão limitada na grande mídia das margens ocidentais do Atlântico, o escândalo que resultou na demissão do ministro da Defesa britânico Liam Fox proporciona uma didática radiografia dos círculos de poder hegemônico anglo-americanos, expondo de uma forma poucas vezes vista as relações promíscuas entre interesses privados e a formulação de políticas de alcance internacional, que constituem a marca registrada do Establishment transatlântico.
Noruega: um ataque do Mal
Não é fácil encontrar as palavras certas para descrever adequadamente o monstruoso assassinato em massa ocorrido na Noruega, executado a sangue frio por um extremista de 32 anos, ex-membro de um partido de extrema-direita abertamente hostil aos estrangeiros e ao Islã. No dia seguinte ao massacre, ocorrido em 22 de julho, em uma cerimônia religiosa em homenagem às vítimas, o primeiro-ministro Jens Stoltenberg afirmou que o ataque deve ser considerado como uma agressão à nação em sua totalidade, e que o país precisa se manter ainda mais unido, em prol da solidariedade, por mais democracia e humanidade.
A Skull & Bones Society
Este é mais um trecho do livro «Governo Oculto do Mundo», da autoria de Wulfing von Rohr, que, no seu Capítulo 2 («Seríamos Todos Marionetes de um Governo Mundial Secreto?»), apresenta informações sobre as principais sociedades secretas do mundo, tais como o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral, o CFR etc. Tais informações, algumas das quais já constam de outros posts deste blog, sempre acrescentam algo a mais no que se refere à Skull & Bones.
O Bohemian Club
Em 02/agosto/1982, a revista americana Newsweek divulgava a seguinte informação: «Em Bohemian Grove, 75 milhas ao norte de São Francisco, ocorre o mais prestigioso acampamento de verão do mundo. O retiro, fortemente vigiado, com seus 2.200 acres, é a sede do ultra-exclusivo Bohemian Club, do qual só homens podem ser membros e ao qual pertencia o presidente republicano Rerbert Roover. Com seus poderosos afiliados, na tranqüila reclusão, e por causa de seus rituais cabalísticos, o Bohemian Club desperta inúmeras suspeitas…
O poder da nova “Skull & Bones”
Um dos edifícios estranhos do campus de Yale lembra um mausoléu. Dentro, um jovem, um dos 15 estudantes escolhidos a cada ano, está deitado nu em um sarcófago. Ele não está morto; está recitando uma autobiografia sexual anterior à sua “seleção” para a [sociedade secreta] Skull and Bones.
O CFR – Council on Foreign Relations
O que é, afinal, o CFR, Council on Foreign Relations, ou Conselho para Relacões Exteriores, tantas vezes mencionado aqui? Para citarmos Winston Lord, ex-ministro interino das relações exteriores dos Estados Unidos: «Não é a Comissão Trilateral que governa o mundo; é o Council on Foreign Relations».
Teorias conspiratórias
Existiriam sinistros complôs para o domínio do mundo, engendrados por chefes da Máfia à la AI Capone, com óculos escuros e charutos, a portas fechadas? Ou as conspirações surgem disfarçadamente em meio às conferências oficiais de órgãos como o Fundo Monetário Internacional e dos bancos mundiais, como a “Conferência de Outono” em Praga, em setembro/2000, as quais – segundo os críticos – visam a globalização econômica e, inevitavelmente, a exploração do Terceiro Mundo?
O Grupo Bilderberg
No começo da década de 1950, a CIA ajudou a criar e financiar as Conferências Bilderberg. Nos Estados Unidos, acredita-se, ainda hoje, que a CIA está por trás da estruturação do Grupo Bilderberg. O príncipe Bernardo da Holanda presidiu o grupo até 1974, quando se envolveu em um escândalo e foi retirado do posto. O filósofo e filantropo polonês, Dr. Joseph Retinger, foi nomeado primeiro secretário e presidiu o grupo até sua morte, ainda no mesmo cargo.
A Comissão Trilateral
Entre as quase quatrocentras “fábricas de pensamentos” espalhadas pelo globo, a Comissão Trilaterial é a mais influente. Cerca de 300 membros reúnem-se uma vez por ano, em locais diferentes. Após cada encontro, a Comissão publica documentos sobre os temas e implementações. O relatório de 1995, por exemplo, intitulava-se «Engaging Russia» («Fazendo a Rússia Participar»), ao qual foi acrescentado em 1996 o subtítulo «Mantendo a Segurança Energética em um Contexto Global para a Globalização e os Mercados de Trabalho Trilaterais: Evidências e Implicações». A comissão tem três escritórios: em Nova York, Tóquio e Paris. Seus dirigentes são economistas com poder de decisão. Mas como surgiu uma organização “trilateral”, com sede na América do Norte, na Europa e no Japão?
O Clube Bilderberg – O que ocorre no mundo não é por acaso
Imaginem um clube onde os mais importantes presidentes, primeiros-ministros e banqueiros do mundo se mesclam entre si, onde a realeza está presente para assegurar-se de que todo o mundo se harmonize, onde os poderosos responsáveis por declarar guerras, influenciar os mercados e ditar as suas ordens à Europa inteira dizem aquilo que nunca ousariam dizer em público.
O Clube Bilderberg – Participantes e regras
Ninguém pode adquirir um ingresso para um dos encontros Bilderberg, ainda que muitas multinacionais o tenham tentado. É o Conselho Diretivo que decide quem convidar. Aquilo que o periódico londrino The Guardian denomina “um bilderberger” não mudou nos últimos 50 anos: um socialista fabiano, partidário entusiasta de uma ordem mundial única.
O Clube Bilderberg – Visto de perto
Otto Wolff von Amerongen, presidente e diretor da Otto Wolff GmbH, na Alemanha, e um dos membros fundadores do Clube, explicou que os encontros se estruturavam da seguinte maneira: começava-se com algumas introduções curtas sobre um tema determinado, ao que se seguia um debate geral.
O Clube Bilderberg – Imprensa cativa
Um dos segredos mais bem guardados é até que ponto um punhado de conglomerados pertencentes ao Clube Bilderberg, tais como o CFR – Council on Foreign Relations [Conselho de Relações Internacionais], OTAN, Clube de Roma, Comissão Trilateral, maçons, Skull and Bones (Mesa Redonda, Sociedade Milner) e a Sociedade Jesuítico-Aristotélica – controlam o fluxo de informações no mundo e determinam o que vemos na televisão, ouvimos no rádio e lemos nos jornais, revistas, livros e na Internet.
O Clube Bilderberg – Objetivos
O Clube Bilderberg está em busca de uma era do pós-nacionalismo: um momento em que já não haverá países, só regiões e valores universais, quer dizer, só uma economia universal, um Governo Universal – designado, não eleito – e uma religião universal. Para assegurar-se esses objetivos, os membros do Clube Bilderberg defendem um enfoque mais técnico e menos conhecimento por parte do público. Isto reduz as possibilidades de que toda a população se inteire do plano global dos donos mundiais e organize uma resistência organizada.
O comitê dos 300 – O domínio sobre as nações
Este blog apresentará informações, não só sobre o Comitê dos 300, mas também sobre a Comissão Trilateral, o CFR, o Bohemian Club, a Skull & Bones, os Illuminati etc – grupos que se misturam e se completam, cujos participantes são, mais ou menos, os mesmos, e têm o intuito de obter uma governança mundial: um poder supremo e único sobre todas as nações do planeta.
O comitê dos 300 – Clube de Roma e as metas dos oligarcas
Como é que os conspiradores mantêm as suas garras no mundo e, mais especificamente, as mãos no pescoço dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha? Uma das perguntas que mais se faz é: «Como é que uma entidade pode saber o tempo todo o que está acontecendo, e como é que exercita esse controle?» Neste livro tentarei responder a estas e outras perguntas.
O comitê dos 300 – O enfraquecimento dos EUA
O Clube de Roma se sente confiante de que realizou o que lhe foi incumbido pelo Comitê dos 300, que era “enfraquecer” os Estados Unidos. Depois de passar anos travando guerra contra o povo desta nação, quem duvidará de que o Comitê, realmente, realizou a sua tarefa?
O Comitê dos 300 – Pesquisas de opinião pública e pesquisadores
Neste post apresento a quarta parte do artigo do Dr. John Coleman, que trata do Comitê dos 300 como um organismo central no mundo das grandes elites transnacionais, as oligarquias internacionais, as quais têm como objetivo principal a governança mundial.