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	<title>Blog do Ambientalismo &#187; Sociedades secretas</title>
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	<description>O que você precisa saber sobre Ambientalismo, Indigenismo e Governo Mundial</description>
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		<title>Recordando a Comissão Trilateral</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 11:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Nova ordem mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedades secretas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão Trilateral foi fundada em 1973 por iniciativa de David Rockefeller, o presidente do poderoso banco Chase Manhattan, diretor de diversas empresas multinacionais e de fundações isentas de impostos. Entre os cerca de 300 membros iniciais, estavam acadêmicos, políticos, magnatas da indústria, banqueiros internacionais, líderes de centrais sindicais e diretores dos gigantes da mídia. Desde a eleição de Jimmy Carter, em 1976, o Poder Executivo nos EUA foi literalmente seqüestrado pelos membros da Comissão Trilateral.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/rockeffeler.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-11870" title="rockeffeler" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/rockeffeler-300x210.jpg" alt="" width="220" height="155" /></a>Fundamentos</h2>
<blockquote><p>«Posteriormente, o presidente Reagan veio a compreender o valor da Trilateral e convidou todos os seus membros para uma recepção na Casa Branca, em abril de 1984.» — frase de David Rockefeller, em <strong><em>«Memoirs»</em></strong>, 2002 [1]</p></blockquote>
<p>A Comissão Trilateral foi fundada em 1973 por iniciativa de David Rockefeller, o presidente do poderoso banco Chase Manhattan, diretor de diversas empresas multinacionais e de várias fundações – isentas de impostos.</p>
<p>Entre os cerca de 300 membros iniciais da Comissão Trilateral, estavam acadêmicos, políticos, magnatas da indústria, banqueiros internacionais, líderes de centrais sindicais e diretores dos gigantes da mídia. Desde a eleição de Jimmy Carter, em 1976, o Poder Executivo nos EUA foi, literalmente, sequestrado pelos membros da Comissão Trilateral. Esse domínio quase absoluto, especialmente nas áreas do comércio, bancos, economia e política externa continua até hoje.</p>
<p>Os fundamentos filosóficos da Comissão Trilateral são coletivistas: pró-marxismo, pró-socialismo e pró-fascismo. A Comissão está solidamente posicionada contra o conceito do Estado-nação e, em particular, contra a Constituição dos EUA. Assim, a soberania nacional precisa ser reduzida e depois abolida totalmente de modo a abrir o caminho para a Nova Ordem Mundial, que será governada por uma elite globalista não-eleita e com sua própria estrutura jurídica.</p>
<p>De acordo com a revista trimestral da Comissão Trilateral, a <em>Trialogue</em>:</p>
<blockquote><p><em>«A Comissão Trilateral foi formada em 1973 pela iniciativa particular de cidadãos da Europa Ocidental, do Japão e da América do Norte para patrocinarem uma maior cooperação entre essas três regiões a fim de lidar com problemas comuns. A Comissão procura aprimorar a compreensão pública desses problemas, apoiar as propostas para tratá-los de forma conjunta e promover hábitos e práticas de trabalho conjunto entre essas regiões.»</em> [2]</p></blockquote>
<p>Além disso, a <em>Trialogue</em> – e outras publicações oficiais – deixam claro que o objetivo declarado da Comissão Trilateral é criar “uma Nova Ordem Econômica Internacional”. O presidente <strong>George H. W. Bush</strong>, mais tarde, se reportou, abertamente, àquilo que chamou de uma <em>«Nova Ordem Mundial» –</em> que desde então se tornou uma expressão sinônima.</p>
<p>Este trabalho de pesquisa tentará contar o resto da história, de acordo com fontes oficiais e não-oficiais e outros documentos disponíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Origens</h2>
<p>A Comissão Trilateral foi fundada pelas manobras persistentes de <strong>David Rockefeller</strong> e <strong>Zbigniew Brzezinski</strong>.</p>
<p><strong>Rockefeller</strong> era o presidente do ultrapoderoso banco Chase Manhattan, e diretor de muitas grandes empresas multinacionais e “fundações patrocinadoras” e há muito tempo já era uma figura central no Conselho das Relações Internacionais (o CFR &#8211; Council on Foreign Relations). <strong>Brzezinski</strong>, um brilhante prognosticador do idealismo do mundo global, era professor na Universidade Columbia e autor de diversos livros que serviram como “guias de política” para a Comissão Trilateral. <strong>Brzezinski</strong> serviu como o primeiro diretor-executivo da Comissão, desde sua criação, em 1973, até fins de 1976, quando foi escolhido pelo presidente <strong>Jimmy Carter</strong> como Assessor em Assuntos de Segurança Nacional.</p>
<p>Os membros originais da Comissão eram cerca de 300 pessoas, com, aproximadamente, uma centena deles provenientes da Europa, uma centena do Japão e uma centena da América do Norte. Os membros também estavam divididos entre acadêmicos, políticos e magnatas das grandes empresas; entre estes estavam incluídos banqueiros internacionais, líderes das grandes centrais sindicais e diretores corporativos de alguns gigantes da mídia.</p>
<p>A palavra <em>comissão</em> era difícil de entender, pois normalmente é associada às implementações criadas pelos governos. Ela parecia inadequada para um grupo supostamente privado, a não ser que se pudesse determinar que esse grupo era na verdade o braço de um governo – um governo invisível, diferente do governo visível que existe em Washington. O envolvimento de europeus e japoneses indicava um governo mundial, em vez de um governo nacional.</p>
<p>Supunha-se que o conceito de um governo mundial, criado e implementado de forma secreta, fosse apenas um desejo por parte dos membros da Comissão Trilateral. Os fatos, porém, se alinharam de forma bastante pessimista.</p>
<p>Se o Conselho das Relações Internacionais (CFR) pode ser considerado um terreno para o desenvolvimento dos conceitos do idealismo do mundo global, a Comissão Trilateral seria como que a sua “força tarefa” –  criada para o assalto às cabeças-de-ponte do mundo globalizado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A Comissão coloca seus membros nos principais postos que o governo americano tem a oferecer</h2>
<p>O presidente <strong>James Earl Carter</strong>, político do interior que prometeu nunca mentir para o povo, foi escolhido para participar da Comissão por <strong>Brzezinski</strong>, em 1973. Na verdade, foi <strong>Brzezinski</strong> quem primeiro identificou em <strong>Carter</strong> qualidades pessoais para ser um presidente, e subsequentemente, o educou em economia, política externa e nas complexidades da política mundial. Após a eleição de <strong>Carter</strong>, <strong>Brzezinski</strong> foi escolhido como assessor do presidente em assuntos de Segurança Nacional. Comumente, ele era chamado de presidente do Conselho de Segurança Nacional, porque respondia somente ao presidente — alguns dizem que <strong>Brzezinski</strong> ocupava o segundo posto mais poderoso no governo dos EUA.</p>
<p>O colega de chapa de <strong>Carter</strong>, <strong>Walter Mondale</strong>, também era um membro da Comissão.</p>
<p>(Se você estiver tentando calcular as probabilidades de três homens virtualmente desconhecidos, dentre os mais de sessenta membros americanos da Comissão, chegar aos três postos mais poderosos no país, não perca seu tempo. Seus cálculos não terão importância alguma.)</p>
<p>Em 7 de janeiro de 1977, a revista <em>Time</em>, cujo diretor da redação, <strong>Hedley Donovan</strong>, era um poderoso membro da Comissão Trilateral, atribuiu ao presidente <strong>Carter</strong> o título de “Homem do Ano”. O artigo de 16 páginas, naquela edição, não somente deixou de mencionar a ligação de <strong>Carter</strong> com a Comissão, como também declarou o seguinte:</p>
<blockquote><p>«Ao procurar escolher os membros do Gabinete, Carter algumas vezes parecia hesitante e frustrado, desconcertantemente, fora de sua personalidade normal. Sua falta de ligações em Washington e com a estrutura partidária – qualidades que o ajudaram a se eleger e chegar à Casa Branca – tinha perigos potenciais. Ele não conhece o governo federal ou as pressões criadas por ele. Carter realmente não conhece os políticos de quem precisará para conseguir governar o país.»[3]</p></blockquote>
<p>Esse retrato de <strong>Carter</strong> como um político inocente é simplesmente incorreto ou é, deliberadamente, enganador. Por volta de 25 de dezembro de 1976 – duas semanas antes da publicação do artigo na revista <em>Time</em> – <strong>Carter</strong> já tinha escolhido os membros de seu gabinete. Três deles – <strong>Cyrus Vance</strong>, <strong>Michael Blumenthal</strong> e <strong>Harold Brown </strong>– eram membros da Comissão Trilateral; e os outros que não eram membros não eram contrários aos objetivos e operações da Comissão. Além disso, <strong>Carter</strong> tinha escolhido 14outros membros da Comissão Trilateral para cargos de alto nível no governo, incluindo:</p>
<ul>
<li><strong>C. Fred Bergsten</strong> (Subsecretário do Tesouro)</li>
<li><strong>James Schlesinger</strong> (Secretário da Energia)</li>
<li><strong>Elliot Richardson</strong> (Delegado para o Tratado da Lei do Mar)</li>
<li><strong>Leonard Woodcock</strong> (Encarregado junto ao governo da China) [<strong>NT:</strong> Antes do estabelecimento das relações diplomáticas, não havia o posto de embaixador, mas o encarregado cumpria praticamente as mesmas funções]</li>
<li><strong>Andrew Young</strong> (Embaixador junto à Organização das Nações Unidas)</li>
</ul>
<p>Portanto, em 25 de dezembro de 1976, existiam 19 trilateralistas, incluindo <strong>Carter</strong> e <strong>Mondale</strong>, ocupando postos de tremendo poder político. Esses indicados pelo presidente representavam quase um terço dos membros da Comissão Trilateral provenientes dos EUA. A probabilidade de isso ter acontecido por acaso é ridiculamente baixa!</p>
<p>Havia alguma evidência mínima que pudesse indicar qualquer coisa além de conspiração? Dificilmente!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Qualidades presidenciais</h2>
<p>Em 1973, <strong>Zbigniew Brzezinski </strong>descreveu as qualificações necessárias para um candidato vencer em 1976:</p>
<blockquote><p><em>«O candidato Democrata em 1976 terá de enfatizar o trabalho, a família, a religião e, cada vez mais, o patriotismo&#8230; O novo conservadorismo claramente não voltará ao antigo laissez faire. Ele será um conservadorismo filosófico. Será um tipo de estatismo conservador ou gerencial. Haverá valores conservadores, mas uma dependência em uma grande co-determinação entre Estado e as grandes empresas.»</em> [4]</p></blockquote>
<p>Em 23 de maio de 1976, o jornalista Leslie H. Gelb escreveu no jornal não assim tão conservador, o <em>The New York Times</em>:</p>
<blockquote><p><em>«<strong>Brzezinski</strong> foi o primeiro na Comunidade a prestar atenção a <strong>Carter</strong>, a encará-lo com seriedade. Ele passou um tempo com <strong>Carter</strong>, conversou com ele, enviou-lhe livros e artigos, educou-o.&#8221; </em>[5]<em> </em></p></blockquote>
<p><strong>Richard Gardner </strong>(também da Universidade Columbia) participou da tarefa “educacional” e, como Gelb observou, os dois praticamente guardaram <strong>Carter</strong> para si mesmos. Gelb continuou:</p>
<blockquote><p><em>«Enquanto a comunidade como um todo olhava para outra parte, para os senadores Kennedy e <strong>Mondale</strong>&#8230; valeu a pena. <strong>Brzezinski</strong>, com <strong>Gardner</strong>, é agora o homem mais importante na força-tarefa de política externa do presidente <strong>Carter</strong>.»</em> [6]</p></blockquote>
<p>Embora <strong>Richard Gardner</strong> tivesse uma influência acadêmica considerável, deve estar claro que <strong>Brzezinski</strong> era o farol que guiava a política externa no governo <strong>Carter</strong>. Junto com o comissário <strong>Vance</strong> e diversos outros comissários no Departamento de Estado, <strong>Brzezinski</strong> tinha mais do que continuado com a política de fazer amizades com os inimigos e afastar os amigos. Desde 1977 viu-se um esforço gigantesco de alcançar relações “normalizadas” com a China Comunista, Cuba, a URSS, os países da Europa Oriental, Angola, etc. Ao mesmo tempo, parte do suporte foi retirado da China Nacionalista, África do Sul, Zimbábue (antiga Rodésia), etc. Isto não foi apenas uma tendência – foi uma epidemia. Assim, pode-se dizer que <strong>Brzezinski</strong>, ao menos parcialmente, contribuiu para a atual política externa e interna dos EUA, de modo que deve-se analisar, exatamente, o que ele estava defendendo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: left;" align="center">Procura-se uma ordem internacional “mais justa e equitativa”</h2>
<p>A Comissão Trilateral realizou reunião plenária anual em Tóquio, no Japão, em janeiro de 1977. O presidente <strong>Carter</strong> e <strong>Brzezinski</strong>, obviamente, não puderam comparecer, pois ainda estavam reorganizando a Casa Branca. Entretanto, eles enviaram cartas que foram lidas na reunião, e depois publicadas em <em>Trialogue</em>, a revista oficial da Comissão Trilateral:</p>
<blockquote><p><em>«Sinto uma satisfação especial em enviar congratulações a todos vocês reunidos no encontro da Comissão Trilateral em Tóquio. Tenho calorosas memórias do nosso encontro em Tóquio cerca de dezoito meses atrás, e lamento não poder estar presente com vocês agora.»</em></p>
<p><em>«Meu serviço ativo na Comissão, desde sua criação em 1973, foi uma experiência esplêndida para mim e me propiciou excelentes oportunidades para vir a conhecer os líderes nas nossas três regiões.»</em></p>
<p><em>«Como enfatizei em minha campanha, uma sólida parceria entre nós é da mais alta importância. Compartilhamos preocupações econômicas, políticas e de segurança que tornam lógico que devamos buscar uma cooperação e compreensão cada vez maiores. Essa cooperação é essencial não somente para nossas três regiões, mas na busca global por <strong>uma ordem internacional mais justa e eqüitativa</strong>. Espero encontrá-los na sua próxima reunião em Washington e desejo, ansiosamente, receber os relatórios do trabalho realizado por vocês em Tóquio.»</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>«Jimmy Carter»</strong> [7] [tradução nossa e ênfase adicionada]</p>
</blockquote>
<h2>A carta de <strong>Brzezinski</strong>, em uma veia similar, dizia o seguinte:</h2>
<blockquote><p><em>«A Comissão Trilateral tem significado muito para mim nos últimos anos. Ela serve como estímulo para a criatividade intelectual e uma fonte de satisfação pessoal. Formei fortes vínculos com novos amigos e colegas em todas as três regiões, vínculos que valorizo grandemente e que tenho certeza que continuarão.»</em></p>
<p>«Permaneço convencido que, nas grandes questões estruturais do mundo atual, a colaboração entre nossas regiões é de suma importância. Essa colaboração precisa ser dedicada para modelar uma <strong>ordem internacional mais justa e eqüitativa</strong>. Isso requererá um processo prolongado, mas acho que podemos olhar para o futuro com confiança e ter certo orgulho da contribuição que a Comissão está fazendo.»</p>
<p style="text-align: right;"><strong>«Zbigniew Brzezinski»</strong>[8; tradução nossa e ênfase adicionada]</p>
</blockquote>
<p>A frase fundamental em negrito dizia <em><strong>«uma ordem internacional mais justa e eqüitativa»</strong></em>. Essa ênfase indica que algo está errado com nossa atual ordem internacional, isto é, com nossas estruturas? Sim, de acordo com <strong>Brzezinski</strong> e, como a presente estrutura era inadequada para tratar os problemas mundiais, ela precisa ser desfeita e suplantada por um governo mundial.</p>
<p>Em setembro de 1974, <strong>Brzezinski</strong> foi questionado em uma entrevista à revista brasileira <em>Veja</em>. &#8220;Como o Sr. definiria essa nova ordem internacional?&#8221; <strong>Brzezinski</strong> respondeu:</p>
<blockquote><p><em>«Quando falo do atual sistema internacional estou me referindo às relações em campos específicos, a maioria delas entre os países do Atlântico; relações comerciais, relações mútuas de segurança, envolvendo o Fundo Monetário Internacional, a OTAN (NATO), etc. Precisamos modificar o sistema internacional e criar um sistema global em que as novas forças ativas e criativas que se desenvolveram recentemente — possam ser integradas. Esse sistema precisa incluir o Japão, o Brasil, os países produtores de petróleo, e até a URSS, na medida em que a União Soviética esteja disposta em participar em um sistema global.»</em> [9]</p></blockquote>
<p>Quando questionado se o Congresso teria um papel maior ou menor no novo sistema, <strong>Brzezinski</strong> declarou:</p>
<blockquote><p><em>«&#8230; a realidade do nosso tempo é que uma sociedade moderna, como os EUA, requer um órgão central coordenador e renovador que não seja constituído por seiscentas pessoas.»</em> [10]</p></blockquote>
<p><strong>Brzezinski</strong> desenvolveu o pano de fundo para a necessidade de um novo sistema em seu livro «Between Two Ages: America&#8217;s Role in the Technetronic Era» (1969). Ele escreveu que a humanidade tinha percorrido três grandes estágios de evolução e estava no meio do quarto e final estágio. Ele descreveu o primeiro estágio como &#8220;religioso&#8221;, combinando um <em>«universalismo celestial fornecido pela aceitação da idéia que o destino do homem está essencialmente nas mãos de Deus»</em> com uma &#8220;estreiteza terreal derivada da maciça ignorância, analfabetismo e uma visão confinada ao ambiente imediato.</p>
<p>O segundo estágio foi o nacionalismo, enfatizando a igualdade cristã diante da lei, que <em>«marcou outro passo gigantesco na redefinição progressiva da natureza e posição do homem no nosso mundo»</em>. O terceiro estágio foi o marxismo, que, disse <strong>Brzezinski</strong>, <em>«representa um estágio mais vital e criativo no amadurecimento da visão universal do homem»</em>. O quarto e final estágio era a Era Tecnotrônica, ou o ideal do humanismo racional em uma escala global – o resultado das transformações evolucionárias americano-comunistas. [11]</p>
<p>Ao considerar nossa estrutura de governo, <strong>Brzezinski</strong> declarou:</p>
<blockquote><p><em>«A tensão é inevitável à medida que homem luta para assimilar o novo na estrutura do antigo. Por um tempo, a estrutura estabelecida integra resilientemente a nova, adaptando-a em um formato mais familiar. Mas depois de algum tempo a antiga estrutura torna-se sobrecarregada. A entrada mais nova não pode mais ser redefinida nas formas tradicionais e, eventualmente, ela se afirma com grande força. Hoje, porém, a antiga estrutura da política internacional – com suas esferas de influência, alianças militares entre as nações-Estados, a ficção da soberania, conflitos doutrinários que surgiram a partir das crises no século 19 – claramente não é mais compatível com a realidade.»</em> [12]</p></blockquote>
<p>Uma das &#8220;estruturas&#8221; mais importantes do mundo e, especialmente para o povo americano, era a Constituição dos EUA. Foi esse documento que delineou a nação mais próspera na história mundial. Foi a soberania norte-americana realmente uma &#8220;ficção&#8221;? Era a visão dos EUA não mais compatível com a realidade? <strong>Brzezinski</strong> também declarou:</p>
<blockquote><p><em>«A aproximação do ducentésimo aniversário da Declaração de Independência poderia justificar o chamado para uma convenção constitucional nacional para reexaminar a estrutura institucional formal da nação. Os anos de 1976 ou 1989 – o ducentésimo aniversário da Constituição – poderiam servir como datas-alvo adequadas culminando com um diálogo nacional sobre a relevância dos arranjos existentes&#8230; O realismo, porém, nos força a reconhecer que a inovação política necessária não virá a partir da reforma direta da Constituição, por mais desejável que seja. A mudança necessária mais provavelmente se desenvolverá de forma incremental e menos aberta&#8230; de acordo com a tradição americana de desfocar as distinções entre as instituições públicas e privadas.»</em> [13]</p></blockquote>
<p>Assim, na Era Tecnotrônica de <strong>Brzezinski</strong>, a <em>«nação-Estado como uma unidade fundamental da vida organizada do homem cessou de ser a principal força criativa: Os bancos internacionais e as grandes empresas multinacionais estão atuando e planejando em termos que estão muito além dos conceitos políticos de um Estado-nação.»</em> [14]</p>
<p>A filosofia de Brzezinski apontava claramente para o artigo «Hard Road to World Order», de <strong>Richard Gardner</strong>, que apareceu na revista <em>Foreign Affairs</em>, a publicação oficial do Conselho das Relações Internacionais (o CFR), em 1974, em que Gardner afirmou:</p>
<blockquote><p><em>«Em resumo, a “casa da ordem mundial” terá de ser construída de baixo para cima, e não de cima para baixo&#8230; um ponto final na soberania nacional, erodindo-a parte por parte, conseguirá muito mais do que o ataque frontal à moda antiga.»</em> [15]</p></blockquote>
<p>Essa antiga abordagem que tinha produzido poucos sucessos durante os anos 1950 e 1960 estava sendo trocada por uma marreta aveludada. Ela faria pouco barulho, mas enfiaria as estacas da globalização profundamente no coração de muitos diferentes países em todo o mundo, incluindo os Estados Unidos. De fato, a Comissão Trilateral foi o veículo escolhido que finalmente produziu a tração necessária para realmente criar a Nova Ordem Internacional.</p>
<p>Compreender a filosofia da Comissão Trilateral é o único modo para podermos reconciliar a miríade das aparentes contradições nas informações que chegam filtradas para nós na imprensa nacional. Por exemplo, como foi que o regime de governo marxista de Angola derivou a maior parte de seu comércio exterior com as operações da Gulf Oil Corporation extraindo petróleo em sua costa? Por que <strong>Andrew Young</strong> insistiu que <em>«o comunismo nunca foi uma ameaça aos negros na África?»</em> Por que os EUA encaminharam bilhões de dólares em ajuda tecnológica à União Soviética e à China Comunista? Por que os EUA aparentemente ajudaram seu inimigos, ao mesmo tempo que castigaram seus amigos?</p>
<p>Uma questão similar e que causa perplexidade é feita por milhões de americanos hoje: Por que o governo gasta trilhões na &#8220;Guerra ao Terrorismo&#8221; em todo o mundo e continua a ignorar a fronteira com o México e as dezenas de milhares de imigrantes ilegais que entram livremente nos EUA a cada mês?</p>
<p>Estas perguntas, e centenas de outras similares, não podem ser explicadas de qualquer outro modo: o Poder Executivo dos EUA (e suas agências relacionadas) não era antimarxista ou anticomunista — ele era, e é, na verdade, pró-marxista. Aqueles ideais que levaram aos horrendos abusos de Adolf Hitler, Lenin, Stalin e Mussolini estavam agora sendo aceitos como inevitáveis e necessários pelos nossos líderes eleitos e indicados.</p>
<p>Isto dificilmente sugere o Grande Sonho Americano. É muito duvidoso que o povo americano concorde com <strong>Brzezinski</strong> ou com a Comissão Trilateral. É o público americano que está pagando o preço, sofrendo as conseqüências, mas sem compreender a verdadeira natureza da situação.</p>
<p>Entretanto, essa natureza não era desconhecida, ou impossível de ser conhecida. O senador Barry Goldwater (Republicano do Arizona) fez uma clara e precisa advertência em seu livro «With no Apologies», publicado em 1979:</p>
<blockquote><p><em>«A Comissão Trilateral é internacional e destina-se a ser o veículo para a consolidação multinacional dos interesses bancários e comerciais tomando o controle do governo político dos Estados Unidos. A Comissão Trilateral representa um esforço engenhoso e coordenado para tomar o controle e consolidar os quatro centros do poder – político, monetário, intelectual e eclesiástico.»</em> [16]</p></blockquote>
<p>Infelizmente, poucos deram ouvidos, e menos ainda compreenderam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: left;" align="center">Siga o Dinheiro, Siga o Poder</h2>
<p>Qual era a natureza econômica da força propulsora dentro da Comissão Trilateral? As grandes empresas multinacionais — aquelas com representação na Trilateral — que consistentemente se beneficiavam com as políticas e ações da Comissão. Acadêmicos elegantes como <strong>Brzezinski, Gardner, Allison, McCracken, Henry Owen</strong>, etc., serviam somente para dar uma justificativa &#8220;filosófica&#8221; à exploração do mundo.</p>
<p>Não subestime o poder ou a distância que eles já tinham percorrido até 1976. A base econômica deles já estava estabelecida. Gigantes como Coca-Cola, IBM, CBS, Caterpillar Tractor, Bank of America, Chase Manhattan Bank, Deere &amp; Company, Exxon, e outros virtualmente fazem aquilo que resta das empresas americanas parecerem anões. Por exemplo, somente o valor de mercado da IBM era maior do que todas as ações na Bolsa de Valores. O banco Chase Manhattan tinha cerca de 50 mil agências ou correspondentes bancários em todo o mundo. Tudo que chega aos nossos olhos e ouvidos é rigidamente controlado pela CBS, pelo jornal <em>The New York Times</em>, pela revista <em>Time</em>, etc.</p>
<p>A coisa mais importante de todas é lembrar que o golpe de misericórdia político precedeu o econômico. O domínio do Poder Executivo do governo americano forneceu toda a alavancagem política necessária para enviesar as políticas econômicas globais e dos EUA para o próprio benefício deles.</p>
<p>Por volta de 1977, a Comissão Trilateral tinha notavelmente se tornado especialista em usar as crises (e criá-las, em alguns casos) para trazer os países para dentro da Nova Ordem Internacional; porém eles encontraram reações adversas ameaçadoras a partir dessas mesmas crises.</p>
<p>No fim, a maior crise de todas foi a do estilo de vida americano. O povo nunca esperou que esses grupos poderosos e influentes trabalhassem contra a Constituição e as liberdades, inadvertida ou propositadamente, e agora, os princípios que ajudaram a construir este grande país estão praticamente reduzidos ao som de murmúrios incompreensíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: left;" align="center">O Entrincheiramento da Trilateral: 1980-2007</h2>
<p>(Da esquerda para a direita: Peter Sutherland, Sadako Ogata, Zgibniew Brzezinski, Paul Volcker, David Rockefeller. Vigésimo quinto aniversário, Nova York, 1/12/1998. Fonte: Comissão Trilateral)</p>
<p>Teria sido danoso o suficiente se o domínio do governo <strong>Carter</strong> pela Trilateral fosse uma mera anomalia que ocorreu uma única vez, mas não! As eleições presidenciais subseqüentes trouxeram <strong>George H. W. Bush</strong> (vice do presidente Reagan), <strong>William Jefferson Clinton, Albert Gore</strong> e <strong>Richard Cheney</strong> (vice de George W. Bush) ao poder. Portanto, toda administração, desde o governo <strong>Carter</strong>, teve representantes de alto nível da Comissão Trilateral na presidência, vice-presidência, ou até mesmo em ambas!</p>
<p>É importante observar que o domínio da Trilateral transcende os partidos políticos: eles dominaram ambos os partidos Democrata e Republicano com igual desenvoltura.</p>
<p>Além disso, o governo que antecedeu <strong>Carter</strong> também foi muito amigável e útil para a doutrina da Trilateral: O presidente Gerald Ford assumiu o governo após a renúncia de Richard Nixon e então indicou Nelson Rockefeller como seu vice-presidente. Nem Ford nem Rockefeller eram membros da Comissão Trilateral, porém Nelson era irmão de <strong>David Rockefeller</strong> e isso já diz tudo. De acordo com as memórias de Nelson Rockefeller, ele originalmente apresentou o então governador <strong>Jimmy Carter</strong> a <strong>David</strong> e a <strong>Brzezinski</strong>.</p>
<p>Como a Comissão Trilateral efetivou seu objetivo de criar uma Nova Ordem Internacional ou uma Nova Ordem Econômica Internacional? Os membros da Comissão foram colocados no comando das instituições de comércio global, sistema bancário internacional e política externa.</p>
<p>Por exemplo, o Banco Mundial é um dos mecanismos mais críticos no motor da globalização. [17] Desde a fundação da Comissão Trilateral em 1973, o Banco Mundial teve somente sete presidentes, todos os quais foram indicados pelo presidente dos EUA. Desses sete, seis vieram das fileiras da Comissão Trilateral!</p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Robert McNamara</strong> (1968-1981)</li>
<li><strong>A. W. Clausen</strong> (1981-1986)</li>
<li><strong>Barber Conable</strong> (1986-1991)</li>
<li>Lewis Preston (1991-1995)</li>
<li><strong>James Wolfenson</strong> (1995-2005)</li>
<li><strong>Paul Wolfowitz</strong> (2005-2007)</li>
<li><strong>Robert Zoellick</strong> (2007 até o presente)</li>
</ul>
</blockquote>
<p>Outra boa evidência de domínio é o cargo de Representante Comercial dos EUA (USTR), que está criticamente envolvido na negociação dos muitos tratados de comércio e acordos internacionais que são necessários para criar a Nova Ordem Econômica Internacional. Desde 1977, foram dez os Representantes Comerciais indicados pelo presidente. Oito deles eram membros da Comissão Trilateral:</p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>Robert S. Strauss</strong> (1977-1979)</li>
<li><strong>Reubin O&#8217; D. Askew</strong> (1979-1981)</li>
<li><strong>William E. Brock III</strong> (1981-1985)</li>
<li>Clayton K. Yeutter (1985-1989)</li>
<li><strong>Carla A. Hills</strong> (1989-1993)</li>
<li><strong>Mickey Kantor</strong> (1993-1997)</li>
<li><strong>Charlene Barshefsky</strong> (1997-2001)</li>
<li><strong>Robert Zoellick</strong> (2001-2005)</li>
<li>Rob Portman (2005-2006)</li>
<li><strong>Susan Schwab</strong> (2006-presente)</li>
</ul>
</blockquote>
<p>Isto não quer dizer que Clayton Yeutter e Rob Portman não fossem simpáticos aos objetivos da Trilateral, porque eles certamente eram.</p>
<p>O cargo de gabinete de Secretário de Estado também já viu sua porção de membros da Comissão Trilateral:</p>
<blockquote><p><strong>Henry Kissinger</strong> (administrações Nixon e Ford), <strong>Cyrus Vance</strong> (<strong>Carter</strong>), <strong>Alexander Haig</strong> (Reagan), <strong>George Shultz</strong> (Reagan), <strong>Lawrence Eagleburger</strong> (<strong>George H. W. Bush</strong>), <strong>Warren Christopher</strong> (<strong>Clinton</strong>) e <strong>Madeleine Albright</strong> (<strong>Clinton</strong>). Houve também alguns Secretários de Estado em exercício que também vale a pena citar: <strong>Philip Habib</strong> (governo <strong>Carter</strong>), <strong>Michael Armacost</strong> (governo <strong>George H. W. Bush</strong>), <strong>Arnold Kantor</strong> (governo <strong>Clinton</strong>), <strong>Richard Cooper</strong> (<strong>Clinton</strong>).</p></blockquote>
<p>Finalmente, deve ser observado que a Reserva Federal também tem sido dominada pela Comissão Trilateral: <strong>Arthur Burns</strong> (1970-1978), <strong>Paul Volcker</strong> (1979-1987), <strong>Alan Greenspan</strong> (1987-2006). Embora a Reserva Federal seja uma empresa privada, o presidente dos EUA &#8220;escolhe&#8221; o presidente para um mandato perpétuo. O atual presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, não é membro da Comissão Trilateral, mas está claramente seguindo as mesmas políticas globalistas que seus predecessores.</p>
<p>O ponto levantado aqui é que o domínio da Comissão Trilateral sobre o Poder Executivo do governo dos EUA não somente continuou, mas foi fortalecido desde 1976 até o presente. O padrão tem sido deliberado e persistente: Indicar membros da Comissão Trilateral para posições críticas de poder para que eles possam então implementar as políticas da Comissão.</p>
<p>A questão é a seguinte: Essas políticas se originam no consenso obtido nos encontros da Comissão Trilateral onde dois terços dos membros não são cidadãos dos EUA? A resposta é bastante óbvia.</p>
<p>Aqueles que defendem e são simpáticos à Trilateral tentam rebater as críticas sugerindo que a participação como membros da Comissão Trilateral é incidental e que isto apenas demonstra a alta qualificação dos indicados para os cargos. Devemos acreditar que em um país de 300 milhões de habitantes somente esses 100 indivíduos são qualificados o suficiente para ocupar esses cargos críticos? Novamente, a resposta é óbvia demais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: left;" align="center">Onde se Encaixa o Conselho das Relações Internacionais?</h2>
<p>Embora virtualmente todos os membros da Comissão Trilateral provenientes da América do Norte também sejam membros do CRF, o inverso certamente não é verdadeiro. É fácil criticar o CFR porque parece que a maioria de seus membros preenche as demais posições do governo ainda não preenchidas pelos membros da Trilateral.</p>
<p>A estrutura de poder do Conselho é visto na constituição de sua junta de diretores. Pelo menos 44% (12 de um total de 27) são membros da Comissão! Se a participação de diretores refletisse somente os membros gerais do CRF, então somente 3 a 4% da junta seria formada por Trilateralistas. [18]</p>
<p>Além disso, o presidente do CFR é <strong>Richard N. Haas</strong>, um membro muito proeminente da Comissão Trilateral que também serviu como Diretor de Planejamento da Política para o Departamento de Estado, de 2001-2003.</p>
<p>A influência da Trilateral pode ser vista facilmente em trabalhos sobre política produzidos pelo CFR em suporte aos objetivos da Comissão Trilateral.</p>
<p>Por exemplo, o relatório da força-tarefa de 2005 do CFR sobre o Futuro da América do Norte foi talvez a maior declaração de política da Trilateral sobre a objetivada criação da União da América do Norte. O vice-presidente da força-tarefa foi o Dr. Robert A. Pastor, que emergiu como o &#8220;Pai da União da América do Norte&#8221; e está diretamente envolvido nas operações da Trilateral desde os anos 1970. Embora o CFR afirmasse que a força-tarefa era &#8220;independente&#8221;, uma inspeção cuidadosa dos indicados revela que três trilateralistas foram cuidadosamente escolhidos para supervisionar a posição da Trilateral, um do México, outro do Canadá e outro dos EUA: <strong>Luis Rubio, Wendy K. Dobson</strong> e <strong>Carla A. Hills</strong>, respectivamente. [19] <strong>Carla Hills</strong> é normalmente saudada como a principal arquiteta do NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte), que foi negociado em 1992 durante a administração do presidente <strong>George H. W. Bush</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">A conclusão é que o Conselho das Relações Internacionais, totalmente dominado por membros da Comissão Trilateral, serve aos interesses desta, e não o contrário!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: left;" align="center">A Globalização Trilateral na Europa</h2>
<p>Até aqui, o conteúdo deste trabalho de pesquisa sugeriu que existem vínculos entre a Comissão Trilateral e o governo dos EUA. Isso não quer dizer que os membros da Trilateral não estejam também ativos em outros países. Lembrando os primeiros anos da Comissão, David Rockefeller escreveu em 1998:</p>
<p>&#8220;No início dos anos 1970, a esperança por uma EUROPA mais unida já tinha florescido plenamente — graças, de muitas formas, aos esforços individuais realizados por muitos dos membros mais antigos da Comissão Trilateral.&#8221; [maiúsculas no original] [20]</p>
<p>Assim, desde 1973, e em paralelo com a hegemonia nos EUA, os membros europeus da Comissão Trilateral estavam atarefados com a criação da União Européia. Na verdade, a Constituição da UE foi escrita por um membro da Comissão, <strong>Valéry Giscard d&#8217;Estaing</strong>, entre 2002 e 2003, quando ele era presidente da Convenção para o Futuro da Europa. [Para maiores informações sobre a UE, leia os artigos <a href="http://www.augustreview.com/news_commentary/european_union/european_union:_dictatorship_rising?_2007062868/" target="_blank">European Union: Dictatorship Rising?</a> e <a href="http://www.augustreview.com/issues/regionalization/the_globalization_strategy:_america_and_europe_in_the_crucible_200604072/" target="_blank">The Globalization Strategy: America and Europe in the Crucible</a>]</p>
<p>Os passos que levaram à criação da União Européia são, sem qualquer surpresa, similares aos passos que estão sendo dados hoje para criar a União da América do Norte. Exatamente como ocorreu com a UE, mentiras, engano e confusão são os principais instrumentos usados para manter os cidadãos incautos no escuro, ao mesmo tempo que os membros da Comissão Trilateral avançam continuamente sem terem recebido um mandato popular, sem prestar contas e sem receber supervisão de ninguém. [Leia os artigos <a href="http://www.augustreview.com/issues/regionalization/the_globalization_strategy:_america_and_europe_in_the_crucible_200604072/" target="_blank">The Globalization Strategy: America and Europe in the Crucible</a> e <a href="http://www.augustreview.com/issues/regionalization/toward_a_north_american_union_200608181/" target="_blank">Toward a North American Union</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: left;" align="center">Conclusão</h2>
<p>É claro que o Poder Executivo dos EUA foi literalmente seqüestrado em 1976 pelos membros da Comissão Trilateral, com a eleição do presidente <strong>Jimmy Carter</strong> e do vice-presidente <strong>Walter Mondale</strong>. Esse domínio quase absoluto, especialmente nas áreas do comércio, sistema financeiro, economia e política externa, continuou sem ser questionado ou anulado até o presente.</p>
<p>Os lucros continuam a se acumular para os interesses associados com a Comissão Trilateral, mas o efeito da &#8220;Nova Ordem Econômica Internacional&#8221; deles sobre os EUA está sendo devastador. [Veja uma análise mais detalhada em <a href="http://www.augustreview.com/issues/globalization/america_plundered_by_the_global_elite_2005051812/" target="_blank">America Plundered by the Global Elite</a>.]</p>
<p>Os fundamentos filosóficos da Comissão Trilateral são pró-marxistas e pró-socialistas. Eles estão firmemente posicionados contra o conceito de nação-Estado e, em particular, contra a Constituição dos EUA. Assim, a soberania nacional precisará ser diminuída e depois abolida totalmente, de modo a abrir o caminho para a Nova Ordem Mundial que será governada por uma elite global não-eleita com sua própria estrutura jurídica que será estabelecida.</p>
<p>Se você está tendo sentimentos negativos contra a globalização no estilo da Trilateral, não está sozinho. Uma pesquisa de opinião realizada em 2007 pelo Financial Times/Harris revelou que menos de 20% da população em seis países industrializados (incluindo os EUA) acreditam que a globalização seja boa para seu país, enquanto mais de 50% são radicalmente negativos com relação a ela. [21] [Veja <a href="http://www.augustreview.com/news_commentary/north_american_union/global_backlash_against_globalization?_2007072672/" target="_blank">Global Backlash Against Globalization?</a>] Embora os cidadãos de todo o mundo estejam sentindo as dores causadas pela globalização, poucos compreendem por que isto está acontecendo e, portanto, eles não têm uma estratégia eficaz para enfrentá-la.</p>
<p>O público americano nunca imaginou que essas forças se alinhariam com sucesso contra as liberdades. Todavia, a evidência é clara: O volante de direção da América há muito tempo caiu nas mãos de um inimigo hostil que deseja remover todos os vestígios de tudo aquilo que fez esta ser a maior nação na história da humanidade.</p>
<p>[Para saber mais, leia também: "A Comissão Trilateral", em</p>
<p><a href="http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5173" target="_blank">http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5173</a>]</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: left;" align="center">Notas Finais</h2>
<p><strong></strong>Para facilitar a leitura, os nomes dos membros da Comissão Trilateral aparecem em negrito.</p>
<p>1.     Rockefeller, David, <em>Memoirs</em> (Random House, 2002), pág. 418.</p>
<p>2.     <em>Trialogue</em>, Comissão Trilateral (1973).</p>
<p>3.     <em>Time Magazine</em>, &#8220;Jimmy Carter: Man of the Year&#8221;, 7 de janeiro de 1977.</p>
<p>4.     Sutton &amp; Wood, <em>Trilaterals Over Washington</em> (1979), pág. 7.</p>
<p>5.     <em>New York Times</em>, Jimmy Carter, Leslie Gelb, 23 de maio de 1976.</p>
<p>6.     Ibidem.</p>
<p>7.     <em>Trialogue</em>, &#8220;Looking Back… And Forward&#8221;, Comissão Trilateral, 1976.</p>
<p>8.     Ibidem.</p>
<p>9.     Sutton &amp; Wood, <em>Trilaterals Over Washington</em> (1979), pág. 4.</p>
<p>10. Ibidem pág. 5.</p>
<p>11. Brzezinski, Zbigniew, <em>Between Two Ages: America’s Role in the Technetronic Era</em> (New York: Viking Press, 1973), pág. 246.</p>
<p>12. Ibidem.</p>
<p>13. Ibidem.</p>
<p>14. Ibidem.</p>
<p>15. Gardner, Richard, <em>The Hard Road to World Order</em>, (Foreign Affairs, 1974) pág. 558.</p>
<p>16. Goldwater, Barry, <em>With No Apologies</em>, (Morrow, 1979), pág. 280.</p>
<p>17. &#8220;O Sistema Financeiro Global: O Banco Mundial&#8221;, Patrick Wood, artigo disponível na área restrita da Espada do Espírito.</p>
<p>18. Diretoria, sítio do Conselho das Relações Internacionais na Internet.</p>
<p>19. &#8220;Building a North American Community&#8221;, Conselho das Relações Internacionais, 2005.</p>
<p>20. Rockefeller, David, &#8220;In the Beginning… The Trilateral Commission at 25&#8243;, 1998, pág. 11.</p>
<p>21. Pesquisa de opinião do FT/Harris sobre a globalização, sítio www.FT.com.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10922" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></p>
<p><strong>Créditos: </strong></p>
<p><strong>Título original do artigo:</strong> <strong><span style="color: #000080;">«A Comissão Trilateral: Usurpando a Soberania das Nações»</span>.<br />
</strong></p>
<p><strong>Autor/fonte:</strong> Patrick M. Wood (The August Review), em <a href="http://www.augustreview.com/" target="_blank">http://www.augustreview.com/</a></p>
<p>Revisão: <a href="http://www.textoexato.com/" target="_blank">http://www.TextoExato.com</a></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Amazonia-e-olho-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1910" title="Amazonia-e-olho-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2009/11/Amazonia-e-olho-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="29" /></a><strong>Artigo patrocinado/publicado (data da publicação: 12/3/2008) por:</strong> <strong>L. O. G. — Curitiba / PR</strong> &#8211; <strong><span style="text-decoration: underline;">A Espada do Espírito</span></strong></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://www.espada.eti.br/outros.htm">http://www.espada.eti.br/outros.htm</a></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><strong>Imagens:</strong> <a href="http://turrican2.blogspot.com/">http://turrican2.blogspot.com</a></p>
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		<title>Europa cria &#8220;Politburo financeiro&#8221; para apaziguar rentistas</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 16:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
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		<description><![CDATA[Embora alguns de seus membros estejam ferrenhamente empenhados em levar a "democracia" a países como a Líbia, a União Europeia (UE) parece não ter o mesmo apreço pelo conceito internamente. Pelo menos se a sua aplicação implicar em conflitos de interesses com a alta finança global, engajada a todo custo na preservação do sistema financeiro internacional em sua presente forma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></strong></p>
<p><strong>Embora alguns de seus membros estejam ferrenhamente empenhados em levar a &#8220;democracia&#8221; a países como a Líbia, a União Europeia (UE) parece não ter o mesmo apreço pelo conceito – internamente – pelo menos, caso sua aplicação acarrete conflitos de interesses com a alta finança global, engajada a todo custo na preservação do sistema financeiro internacional em sua presente forma.</strong></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/referendo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11903" title="referendo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/referendo-300x246.jpg" alt="" width="300" height="246" /></a> Referendo não interessa</h2>
<p>Tal constatação ficou evidenciada com a histérica reação ao referendo pretendido pelo então premier grego Georgios Papandreou para o pacote de resgate financeiro de seu país, que acabou forçando-o à renúncia. Poucos dias depois, Papandreou seria seguido por seu colega italiano Silvio Berlusconi, que teve que deixar o cargo mesmo após o Parlamento ter aprovado mais um plano de austeridade proposto por ele, em um esforço para deter a rápida deterioração da &#8220;confiança&#8221; dos mercados financeiros nos títulos da dívida do país.</p>
<p>Falando sobre o desfecho da crise política italiana, em Roma, o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, sintetizou o que ele e seus pares pensam sobre a situação:</p>
<blockquote><p><em>«O país necessita de reformas, não de eleições.»</em> (<em>AFP</em>, 11/11/2011)</p></blockquote>
<h2>Trilateral e Bilderberg na área</h2>
<p>E quem precisa de eleições e de políticos, quando as decisões relevantes sobre a política econômica e financeira estão sendo tomadas por tecnocratas? Não por acaso, Papandreou e Berlusconi foram substituídos por dois supertecnocratas vinculados aos mais altos círculos decisórios do <em>establishment</em> globalista.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>O premier grego cedeu o posto a Lucas Papademos, ex-presidente do Banco Central grego, ex-vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) e <span style="text-decoration: underline;">membro da poderosa Comissão Trilateral de David Rockefeller</span>. Papademos presidiu o banco central por ocasião do ingresso da Grécia na zona do euro e estava no BCE por ocasião das maquiagens contábeis sugeridas ao governo grego pelo banco <span style="text-decoration: underline;">Goldman Sachs</span>, sendo, portanto, co-responsável pelo desastre financeiro que se abateu sobre o país.</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Berlusconi foi substituído por Mario Monti, um diligente eurocrata que tem em seu brilhante currículo vínculos com o <span style="text-decoration: underline;">Goldman Sachs</span> e integra tanto a <span style="text-decoration: underline;">Trilateral</span> como o ainda mais influente <span style="text-decoration: underline;">Grupo Bilderberg</span>.</strong></span></p>
<p>Em sua coluna de 16 de novembro, o correspondente do <em>Asia Times Online</em>, Pepe Escobar, coloca o dedo na ferida:</p>
<blockquote><p><em>«Não interessa o quanto os &#8220;fundamentos&#8221; da Itália sejam excelentes – inclusive altos níveis de poupana privada, baixo endividamento privado, um sistema bancário estável e superávit comercial em manufaturas. Do grego ao latim, o problema com a Grécia e a Itália não tem nada a ver com a alegada disfuncionalidade da periferia da UE. <strong>A questão é o excesso de capitalismo de cassino – capital financeiro operando em total desregulamentação</strong>. Daí a proeminência deste personagem polido e sombrio – o tecnocrata da modernidade líquida – avesso à democracia, mas suficientemente adepto da legitimidade para pedir a repressão popular, tudo em nome da satisfação do todo-poderoso deus financeiro.»</em></p></blockquote>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/sociedade-secreta.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11906" title="sociedade-secreta" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/11/sociedade-secreta-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Um novo grupo &#8220;secreto&#8221;?</h2>
<p>Para não deixar dúvidas quanto à primazia das finanças sobre a política, a UE criou o seu &#8220;Politburo financeiro&#8221; (usando as palavras de Escobar), que vem funcionando como o poder de fato na determinação da política financeira do bloco. Formado em outubro último, com o aparentemente inocente nome Grupo de Frankfurt, o grupo se reuniu nada menos do que quatro vezes durante a recente cúpula do G-20 em Cannes e demonstrou a sua força nas palavras de um de seus integrantes:</p>
<blockquote><p><em>«Estamos a caminho de tirar Berlusconi.»</em> (<em>The Spectator</em>, 12/11/2011)</p></blockquote>
<h2>Os integrantes do novo &#8220;Politburo&#8221; europeu são:</h2>
<blockquote><p><span style="color: #000080;"><strong>♦ a chanceler alemã Angela Merkel;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>♦ o presidente francês Nicolas Sarkozy;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>♦ a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>♦ o presidente do BCE, Mario Draghi (ex-vice-presidente do Goldman Sachs);</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>♦ o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>♦ o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>♦ o Comissário Europeu para Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn; e</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>♦ o presidente do Grupo de Ministros da Fazenda Europeus (Eurogrupo), Jean-Claude Juncker.</strong></span></p></blockquote>
<h2 style="text-align: left;" align="center">França, a bola da vez?</h2>
<p>Na semana passada, a agência de classificação de risco Standard &amp; Poor&#8217;s provocou um grande reboliço na França, ao anunciar, na quinta-feira 10 de novembro, o rebaixamento da classificação da dívida francesa. Embora a agência tenha se retratado pouco depois e atribuído a notícia a &#8220;um erro&#8221;, ela foi o suficiente para despertar as desconfianças quanto aos títulos gauleses e colocar o país na berlinda, como o possível próximo alvo dos &#8220;mercados&#8221;, após a Grécia e a Itália.</p>
<p>Apesar de a França ainda ostentar a cobiçada classificação &#8220;AAA&#8221; para os seus títulos, o fato é que os juros de 3,46% pagos sobre os seus bônus de 10 anos representam nada menos que o dobro dos da Alemanha, e o <em>spread </em>entre os títulos franceses e alemães – considerados os mais seguros da UE – é o mais alto da história.</p>
<p>Se a França for, realmente confirmada como a bola da vez, isto representará um duro castigo para Sarkozy, que, antes de assumir a presidência do G-20, foi um dos mais vocais e ativos propagandistas das reformas financeiras, tendo prometido usar a sua gestão à frente do grupo para promover a implementação delas. Uma vez no cargo, não somente se &#8220;esqueceu&#8221; do prometido, como também se alinhou com a agenda da preservação do <em>status</em> <em>quo </em>global a todo custo, inclusive, com ações bélicas como a investida contra a Líbia de Muamar Kadafi, que teve nele um entusiasmado líder.</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10922" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 27, de 18 de novembro de 2011. Introduzi subtítulos e grifos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
<p><strong>Mensagens e sugestões </strong>➞<strong> </strong>favor enviar para msia@msia.org.br</p>
<p><strong>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9609" title="harpia-0aMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg" alt="" width="50" height="64" /></a>Imagem</strong> ➞ <a href="http://paginaglobal.blogspot.com/">http://paginaglobal.blogspot.com</a> ; <a href="http://www.imagick.org.br/">http://www.imagick.org.br</a></p>
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		<title>Liam Fox: andanças de uma &#8220;raposa neoconservadora&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 11:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar da sua repercussão limitada na grande mídia das margens ocidentais do Atlântico, o escândalo que resultou na demissão do ministro da Defesa britânico Liam Fox proporciona uma didática radiografia dos círculos de poder hegemônico anglo-americanos, expondo de uma forma poucas vezes vista as relações promíscuas entre interesses privados e a formulação de políticas de alcance internacional, que constituem a marca registrada do Establishment transatlântico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-10770" title="msiA iNFORMA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/msiA-iNFORMA.bmp" alt="" width="235" height="49" /></a></p>
<p><strong>Apesar da sua repercussão limitada na grande mídia das margens ocidentais do Atlântico, o escândalo que resultou na demissão do ministro da Defesa britânico Liam Fox proporciona uma didática radiografia dos círculos de poder hegemônico anglo-americanos, expondo de uma forma poucas vezes vista as relações promíscuas entre interesses privados e a formulação de políticas de alcance internacional, que constituem a marca registrada do Establishment transatlântico.</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Liam-Fox.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11560" title="OS_LIAM_FOX_02.JPG" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/10/Liam-Fox-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<h2><em>Lobby</em> suspeito</h2>
<p>Fox renunciou na sexta-feira 14 de setembro, após semanas de fritura proporcionada pelas revelações sobre privilégios indevidos concedidos a um amigo íntimo, que se apresentava informalmente como &#8220;assessor do Ministério da Defesa&#8221; e atuava como enlace de uma complexa teia de interesses, envolvendo empresas de armamentos e financeiras, o <em>lobby</em> pró-Israel e setores &#8220;neoconservadores&#8221; estadunidenses e britânicos. Outra baixa do escândalo foi a ONG Atlantic Bridge, dirigida pelo amigo de Fox, Adam Werritty, e que funcionava desde 1997, com uma agenda de &#8220;fortalecer a relação especial&#8221; anglo-americana, forçada a fechar as portas no final de setembro.</p>
<p>Uma irônica síntese do <em>affair</em> foi feita pelo sempre atento colunista do <em>La Jornada</em> mexicano, Alfredo Jalife-Rahme, em sua coluna de 19 de outubro:</p>
<blockquote><p><em>«Mais importante do que a travessa e avessa relação criminal de Fox (50 anos) com seu companheiro de recâmara Adam Werritty (33 anos), o relevante do caso reside na proeminência dos membros e/ou associados da entidade beneficente Atlantic Bridge (Thatcher, Kissinger, Giuliani, Karl Rove etc.), seus doadores de fundos (dirigidos ao Tea Party), a colusão da indústria de armas, a colaboração das agências de lobby e relações públicas (as heteras do sistema), onde não poderia faltar o seu Estado mimado, Israel, tanto por intermédio de Poju Zabludowicz – chefão do Britain Israel Communications and Research Centre, que preside uma empresa de munições nos EUA – como do controvertido Michael Hintze, que, com sua empresa de fundos de hedge CQS, lubrifica as consciências dos políticos do Partido Conservador [britânico]. Os donativos generosos à Atlantic Bridge também provinham das transnacionais israelenses-anglo-saxãs das indústrias petrolífera, de fumo, farmacêuticas e, assombrosamente, da indústria do jogo vinculada tanto à Cosa Nostra como ao crime organizado dos EUA.»</em></p></blockquote>
<h2>Guerra industrial</h2>
<p>O escândalo começou a se delinear em junho último, quando o jornal <em>The Observer</em> revelou que uma empresa de pesquisas vinculada ao Ministério da Defesa e empresas privadas britânicas estavam processando a empresa estadunidense 3M, por não desenvolver comercialmente uma tecnologia já testada contra a bactéria MRSA, perigosa fonte de infecções hospitalares, que lhe fora vendida pelas empresas britânicas. Na sequência da investigação, o jornal esbarrou em Werritty, que intermediou uma reunião privada de Fox com um alto executivo de uma das empresas britânicas envolvidas no caso, para discutir a ação legal. A partir daí, o jovem amigo do ministro passou a ocupar o centro das atenções e, na medida em que se acumularam as evidências da sua desenvoltura como assessor &#8220;informal&#8221; do Ministério da Defesa e os seus vínculos com uma rede de interesses privados e governos estrangeiros, a situação de Fox se tornou insustentável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Muita gente implicada</h2>
<p>A dobradinha Fox-Werritty operava a partir da Atlantic Bridge, dirigida pelo segundo até que, em junho de 2010, uma investigação da Comissão de Entidades Beneficentes (Charity Commission) determinou que as atividades da organização não eram compatíveis com as declaradas em seus estatutos e deveriam ser revistas em um prazo de até 12 meses. A estatura da entidade pode ser avaliada pelo fato de que quatro de seus ex-dirigentes ocupam atualmente cargos no primeiro escalão do governo do premier David Cameron: o chanceler William Hague; o chanceler do Erário (ministro da Fazenda) George Osborne; o ministro do Trabalho e Pensões Chris Grayling; e o ministro da Educação Michael Gove.</p>
<p>Do lado estadunidense, integraram a lista os senadores republicanos Jon Kyl e Lindsey Graham e o &#8220;independente&#8221; Joe Lieberman.</p>
<p>Com a decisão da comissão, Werritty fundou a empresa Pargav Ltd, cuja única finalidade parece ter sido a de financiar as suas viagens de primeira classe e hospedagens em hotéis cinco estrelas em vários países, tendo recebido doações de 147 mil libras esterlinas (R$ 411 mil) dos empresários ligados ao esquema (<em>The Guardian</em>, 16/10/2011).</p>
<p>Em 15 de outubro, o <em>Financial Times</em> publicou uma lista de alguns dos principais personagens da trama, a qual proporciona uma boa visão dos interesses envolvidos:</p>
<blockquote><p><strong>Michael Hintze:</strong> presidente do fundo de hedge CQS, <em>«figura-chave na rede de doadores e apoiadores de Adam Werritty»</em>, que tinha uma mesa na sede da empresa em Londres; a empresa <em>«tem investimentos em companhias de defesa e tem ex-embaixadores, ex-altos funcionários do Departamento de Estado dos EUA e especialistas em segurança, como membros do seu &#8220;fórum global de assessores&#8221;»</em>.</p>
<p><strong>Joe Moulton:</strong> <em>«um audacioso investidor de fundos de ativos privados»</em>, importante contribuinte do Partido Conservador e da Pargav, também fundador do grupo de investimentos Better Capital, que tem interesses indiretos na indústria de defesa, por intermédio da empresa Gardner Aerospace, fornecedora da indústria aeroespacial civil e militar.</p>
<p><strong>G3 (Good Governance Group):</strong> empresa de consultoria fundada em 2004, por dois ex-executivos da empresa privada de investigações Kroll Associates; sua sede em Londres foi anteriormente ocupada pelo Fundo de Desenvolvimento do Sri Lanka, outra ONG criada por Liam Fox. Segundo <em>The Guardian</em>(18/10/2011), a G3 é uma das financiadoras da Pargav.</p>
<p><strong>&#8220;Poju&#8221; Zabludowicz:</strong> bilionário finlandês, fundador e presidente da empresa Tamares Real Estate, a maior proprietária de terras em Las Vegas (EUA), e presidente do Britain Israel Communications and Research Centre (BICOM), grupo de <em>lobby</em> pró-Israel; é amigo íntimo do premier Benjamin Netanyahu e do presidente Shimon Peres.</p>
<p><strong>Michael Lewis:</strong> dono da empresa Oceana Investors, veterano financiador da carreira política de Fox, pró-atlanticista, pró-Israel e ex-diretor do BICOM.</p></blockquote>
<p>Outro integrante da rede de financiadores da dupla, identificado pelo <em>The Guardian</em> (16/10/2011), é o fundador e presidente da empresa de mineração Xstrata, Mick Davis, importante figura da comunidade judaica britânica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><em>Lobby</em> contra Teerã&#8230;</h2>
<p>Como parte de suas estreitas relações com os altos escalões do <em>lobby</em> pró-Israel no Reino Unido, Werritty atuava como contato com vários grupos iranianos de oposição ao regime de Teerã, tanto no Reino Unido como nos EUA, tendo, inclusive, viajado várias vezes ao Irã, aproveitando a sua familiaridade com o idioma farsi (The Independent on Sunday, 16/10/2011).</p>
<p>Talvez, a melhor representação do escândalo Fox-Werritty tenha sido a manchete explícita doIndependent on Sunday de 16 de setembro: &#8220;Como funciona a Grã-Bretanha: sigam o dinheiro.&#8221;</p>
<p style="text-align: right;" align="right"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</em></strong></span></p>
<p><strong> <a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10922" title="div-novo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/09/div-novo-300x13.png" alt="" width="300" height="13" /></a></strong></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 23, de 20 de outubro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Noruega: um ataque do Mal</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 14:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Eugenia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedades secretas]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é fácil encontrar as palavras certas para descrever adequadamente o monstruoso assassinato em massa ocorrido na Noruega, executado a sangue frio por um extremista de 32 anos, ex-membro de um partido de extrema-direita abertamente hostil aos estrangeiros e ao Islã. No dia seguinte ao massacre, ocorrido em 22 de julho, em uma cerimônia religiosa em homenagem às vítimas, o primeiro-ministro Jens Stoltenberg afirmou que o ataque deve ser considerado como uma agressão à nação em sua totalidade, e que o país precisa se manter ainda mais unido, em prol da solidariedade, por mais democracia e humanidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1849" title="MSIapequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/01/MSIapequeno.jpg" alt="" width="57" height="29" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Anders-Behring-Breivik.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10531" title="Anders-Behring-Breivik" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Anders-Behring-Breivik-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Não é fácil encontrar as palavras certas para descrever adequadamente o monstruoso assassinato em massa ocorrido na Noruega, executado a sangue frio por um extremista de 32 anos, ex-membro de um partido de extrema-direita abertamente hostil aos estrangeiros e ao Islã. No dia seguinte ao massacre, ocorrido em 22 de julho, em uma cerimônia religiosa em homenagem às vítimas, o primeiro-ministro Jens Stoltenberg afirmou que o ataque deve ser considerado como uma agressão à nação em sua totalidade, e que o país precisa se manter ainda mais unido, em prol da solidariedade, por mais democracia e humanidade.</p>
<p>Em uma curta declaração, o premier sentenciou:</p>
<blockquote><p><em>«Esta é uma mensagem àqueles que nos atacaram, e aos que estão por trás disso tudo. Esta é uma mensagem de toda a Noruega: Vocês não irão nos destruir. Vocês não destruirão a nossa democracia ou a nossa busca por um mundo melhor. Nós somos uma nação pequena, mas orgulhosa. Ninguém irá nos bombardear ou nos alvejar em silêncio. Ninguém irá nos assustar por sermos a Noruega.»</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #ff0000;">O cara não tem nada de maluco</span></h2>
<p>O mais estranho de tudo é o fato de que o assassino, Anders Behring Breivik, se rendeu calmamente à Polícia, depois de ter realizado o massacre e sorrido para as câmeras. Aparentava se sentir triunfante com a matança e, enquanto admitia que era o assassino, se referia repetidamente ao seu &#8220;manifesto&#8221; e negava ser culpado de qualquer crime.</p>
<p>Nos dias seguintes, enquanto o advogado de Breivik o qualificou como <em>«mentalmente insano»</em>, a chefe do Serviço Secreto norueguês, Janne Kristiansen, afirmou que ele <em>«sabia perfeitamente o que estava fazendo»</em>, e que o massacre foi cuidadosamente planejado por um longo período. Falando sobre a personalidade do assassino, ela a definiu como &#8220;totalmente maligna&#8221;.</p>
<p>As evidências indicam que Breivik planejou meticulosamente os assassinatos, calculando o efeito do seu ato criminoso na opinião pública. Tal fato suscita a questão da motivação e do seu real perfil, o qual somente uma cuidadosa pesquisa policial pode responder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #ff0000;">Cruzada xenofóbica&#8230;</span></h2>
<p>Dentre as questões que deverão ser investigadas, estão a biografia do assassino e o seu &#8220;manifesto&#8221;, um documento de 1518 páginas, intitulado <strong>«2083 &#8211; Uma Declaração Europeia de Independência»</strong>, por ele divulgado na Internet, e que permaneceu disponível na rede nos dias posteriores aos assassinatos em massa. Em linhas gerais, o documento promove uma cruzada contra o Islã, a sociedade multicultural norueguesa e o Partido dos Trabalhadores norueguês, que, segundo ele, agridem a identidade cultural europeia. Várias passagens do documento foram copiadas do manifesto do célebre terrorista estadunidense Ted Kaczynski, o &#8220;Unabomber&#8221;, que, entre 1975 e 1995, enviou uma série de cartas-bomba, matando e ferindo diversas pessoas.</p>
<p>Breivik vivia com a mãe e, aparentemente, dispunha de consideráveis recursos financeiros, embora ainda não estejam claras as atividades que desenvolveu após deixar a faculdade. O que se sabe é que ele trabalhou vários anos em um <em>call center</em> e que, entre 1999 e 2007, foi filiado ao Partido Progressista (FP) norueguês, cuja plataforma tem fortes elementos islamofóbicos e antiimigrantes. Porém, ele deixou o partido por considerá-lo muito brando na luta contra os imigrantes e o multiculturalismo. No manifesto e diário de Breivik, há uma menção a várias viagens: a Londres, em 2002, e a Budapeste e Praga, em 2009. Em Londres, ele teria participado de um encontro secreto de uma entidade autodenominada <span style="color: #ff0000;"><strong>Cavaleiros Templários</strong></span>, ocasião na qual teria assumido a tarefa de escrever o &#8220;manifesto europeu&#8221;.</p>
<p>As armas usadas por Breivik no massacre foram, aparentemente, obtidas na República Checa e os fertilizantes usados na confecção da bomba detonada em Oslo foram comprados na Polônia, via Internet, uma transação perfeitamente legal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #ff0000;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Fanatismo-religioso.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-10727" title="Fanatismo-religioso" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/08/Fanatismo-religioso-300x227.jpg" alt="" width="265" height="199" /></a>Crenças racistas e fanatismo religioso</span></h2>
<p>A ideologia de Breivik tem sido caracterizada como uma típica expressão da &#8220;revolução conservadora&#8221;, a qual coincide com a ideologia dos extremistas de direita antiislâmicos da Europa e da América do Norte. Como se observa no seu &#8220;manifesto&#8221;, é uma obscura mescla de terminologia cristã com referências aos Cavaleiros Templários, símbolos maçônicos e pomposos títulos de cavalaria, como &#8220;Cavaleiro Comandante dos Cavaleiros Templários da Europa&#8221;. Nela se encaixam tanto as suas apologias às tropas sérvias durante os conflitos nos Bálcãs, na década de 1990, e ao criminoso de guerra sérvio Radovan Karadzic, como também o mundo de fantasia dos videogames de guerra.</p>
<p>Trata-se de uma estrutura de crenças racistas, pseudorreligiosas e pseudocristãs, professadas em um conjunto de sítios extremistas na Internet.</p>
<p>Independentemente dos desdobramentos das investigações, o massacre promovido por Breivik representou um divisor de águas para a sociedade norueguesa. Entre outros fatos, já se discute a necessidade de um debate mais aberto para tratar das &#8220;tendências ao ódio&#8221; na sociedade. Todavia, esta é uma discussão que precisa ser travada com a mesma urgência em outras sociedades europeias, onde não pode haver tolerância com tais idéias racistas.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>De Wiesbaden, <em>Elisabeth Hellenbroich </em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em></span></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-6138" title="MSIa-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/01/MSIa-mini.jpg" alt="" width="48" height="24" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7413" title="2000px-Decorative_text_divider_4.svg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/03/2000px-Decorative_text_divider_4.svg_-300x12.png" alt="" width="300" height="12" /></a></p>
<p><strong>Créditos </strong>➞<strong> </strong>este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico <strong><em>MSIa INFORMA</em></strong>, do <strong><em>MSIa –</em></strong><em> <strong>Movimento de Solidariedade Íbero-americana</strong></em>, Vol. III, N<sup>o</sup> 12, de 04 de agosto de 2011.</p>
<p><strong><em>MSIa INFORMA</em></strong><strong> </strong>➞<strong> </strong>é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 &#8211; sala 202 &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o tema </strong>➞<strong> </strong>visitar os sites da MSIa/Capax Dei:<strong> </strong><a href="http://www.alerta.inf.br/">http://www.alerta.inf.br/</a> e <a href="http://www.msia.org.br/">http://www.msia.org.br/</a>.</p>
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<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9609" title="harpia-0aMicro" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2011/06/harpia-0aMicro.jpg" alt="" width="50" height="64" /></a>Para adquirir as publicações da Capax Dei Editora Ltda.</strong> ➞ loja virtual em: <a href="http://www.capaxdei.com.br/">www.capaxdei.com.br</a>; e-mail : capaxdeieditora@gmail.com</p>
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		<title>A Skull &amp; Bones Society</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 18:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedades secretas]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é mais um trecho do livro «Governo Oculto do Mundo», da autoria de Wulfing von Rohr, que, no seu Capítulo 2 («Seríamos Todos Marionetes de um Governo Mundial Secreto?»), apresenta informações sobre as principais sociedades secretas do mundo, tais como o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral, o CFR etc. Tais informações, algumas das quais já constam de outros posts deste blog, sempre acrescentam algo a mais no que se refere à Skull &#038; Bones.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este é mais um trecho do livro <em>«Governo Oculto do Mundo»</em>, da autoria de Wulfing von Rohr, que, no seu Capítulo 2 («Seríamos Todos Marionetes de um Governo Mundial Secreto?»), apresenta informações sobre as principais sociedades secretas do mundo, tais como o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral, o CFR etc.</strong> <strong>Tais informações, algumas das quais já constam de outros posts deste blog, sempre acrescentam algo a mais no que se refere à Skull &amp; Bones.</strong></p>
<p><strong>Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar sua leitura.</strong><a href="../wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="../wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3767" title="solereditora.com.br-madras-editora-peq" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif" alt="" width="60" height="115" /></a>Em <em>«America</em>’s <em>Secret Establishment» </em>(<em>«O </em><em>Establishment Secreto da América»</em>), Antony C. Sutton descreve este estranho grupo:</p>
<p><em>«Os que pertencem a essa sociedade conhecem-na pelo nome de “A Ordem”</em><em>. Outros a conhecem há mais de 150 anos como o “Capítulo 322” de uma sociedade secreta alemã.</em></p>
<p><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/intrometendo-com-skull-and-bones.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4645" title="intrometendo-com-skull-and-bones" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/intrometendo-com-skull-and-bones-300x284.jpg" alt="" width="300" height="284" /></a>«A Ordem</em><em> foi fundada oficialmen­te em 1856 e registrada como “The Russel Trust”, ou o “Fundo Russel”. Também foi conhecida por algum tempo como a “Irmandade da Mor­te”. Informalmente e em caráter até jocoso, ela é chamada de “Skull &amp; Bones” (“Caveira e Ossos”) ou apenas “Bones”. O capítulo americano dessa ordem alemã foi fundado na Universidade de Yale, em 1833, pelo general William Huntington Russell e Alphonso Taft, ministro de Guerra durante o mandato do presidente Grant. Alphonso Taft era o pai de William Howard Taft, o único homem que foi ao mesmo tempo presi­dente dos Estados Unidos e juiz supremo da constituição.</em></p>
<p><em>«Essa ordem é mais do que um simples grêmio estudantil. O Capítulo 322 é uma socieda­de secreta cujos membros fazem juramento de silêncio. Sua única sede, até onde sabemos, é na Universidade de Yale. Ela possui regras pró­prias e realiza ritos cerimoniais. Não vê com bons olhos os “curiosos”, que são chamados pelos membros de “vândalos”. Pouquíssimos admi­tem ser seus membros. Em centenas de autobiografias que já lemos, apenas uma meia dúzia de indivíduos revelou-se como membro da Skull &amp; Bones</em><em>. O resto fez voto de silêncio.</em></p>
<p><em>«A Ordem</em><em> é, antes de mais nada, poderosíssima. Se o leitor tiver a paciência de refletir sobre as esmagadoras provas coletadas sobre a exis­tência dela, sua visão do mundo mudará, podendo até ficar assustado. Éuma sociedade para os alunos no último ano que tenham sido escolhidos no ano anterior e agora passarão um ano no campus com a Skull &amp; Bones</em><em>. A Ordem – cujos membros são apenas homens – reúne-se uma vez ao ano na Ilha Deer, no rio St. Lawrence. Mais duas sociedades estudantis concorrentes foram fundadas no século 19: a “Scroll &amp; Key” e</em><em> a “Wolf&#8217;s Head”</em><em> (“Pergaminho e Chave”; “Cabeça de Lobo”). Acreditamos que sejam parte da mesma rede. Em seu artigo na revista americana </em><em>Esquire, Rosenbaum comentou que quase todos os liberais oriundos da Costa Oes­te, que não pertencem à Skull &amp; Bones,</em><em> são membros ou da Scroll &amp; Key ou da Wolf&#8217;s Head&#8230;</em></p>
<p><em>«O procedimento de seleção para novos membros da Ordem nunca mudou desde 1832. Todos os anos exatamente quinze são escolhidos, nem mais nem menos. Nos últimos 150 anos, 2.500 estudantes formados em Yale entraram para a </em><em>Ordem. Entre 500 e 600 ainda estão vivos e são membros, um quarto dos quais desempenha papel ativo servindo à </em><em>Or­dem. O restante acaba perdendo o interesse ou muda de opinião. É o que se chama de “saída silenciosa”&#8230;</em></p>
<p><em>«Os mais óbvios candidatos à filiação pertencem a famílias que já tenham membros na </em><em>Skull &amp; </em><em>Bones, sejam bem relacionados e interessa­dos em política e, provavelmente, sejam jogadores amorais&#8230;</em></p>
<p><em>«Honra e sucesso financeiro são garantidos através da </em><em>Ordem. O preço dos dois é sacrificar-se pela meta geral da </em><em>Ordem. Alguns, tal­vez muitos, nem sempre estiveram dispostos a pagar o preço. Entre as famílias americanas há muito tempo filiadas à </em><em>Ordem, pertencem no­mes como: Whitney, Perkins, Stimson, Taft, Wadsworth, Gilman, Payne, Davidson, Pillsbury, Sloane, Weyerhaeuser, Harriman, Rockefeller, Lord, Brown, Bundy, Bush e Phelps </em>[nomes conhecidos na política e na economia dos Estados Unidos, ainda que aparentemente não signi­fiquem muito na Europa]<em>.»</em></p>
<p>(citações isentas de direitos autorais de <em>«American Secret Establishment»</em>, de Antony C. Sutton — www.4rie.com)</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/oilempire-us-bones.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4647" title="oilempire-us-bones" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/oilempire-us-bones-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a>Uniões e intenções obscuras</h2>
<p>O Grupo Bilderberg e a Comissão Trilateral são socieda­des internacionais cujas metas aparentes são benéficas e inofensivas; mas que, na verdade – segundo os críticos – escondem intenções obscuras. Elas propõem um trabalho conjunto entre América do Norte, Europa e Japão, querem melhorar a economia e alegam estar fazendo um bem para a humanidade. Mas o que não revelam é que tais objetivos só lhes servem se elas próprias determinarem a estrutura da economia e definirem os meios financeiros para aplicá-la.</p>
<p>Exatamente por esse mo­tivo, surge a crítica de que essas sociedades almejam o domínio absolu­to das nações, de suas indústrias e de suas capacidades de produção. Daí, basta um passo para o controle total dos indivíduos e de seu poder de deci­são.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Diferenças e relações entre as sociedades secretas</h2>
<p>Quanto ao CFR, este é um grupo praticamente só de americanos que formula e impõe uma política de relações exteriores e econômica que lhes dá, praticamente, poder sobre o mundo todo. É parte de uma ema­ranhada rede de controle que aparentemente visa apenas a uma melhor comu­nicação. Sua verdadeira intenção – impor o domínio norte-americano na política, no milatarismo, na economia e no espírito da época – não é revelada.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/skullandbonesband-com-skullbones-logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4649" title="skullandbonesband-com-skull&amp;bones-logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/09/skullandbonesband-com-skullbones-logo.jpg" alt="" width="261" height="193" /></a></p>
<p>Nos bastidores da Comissão Trilateral e sobretudo do CFR, en­contram-se a Skull &amp; Bones<em> </em>e o Bohemian Club<em>. </em>Em nome da política americana e do domínio dos Estados Unidos sobre o mundo, os dois grupos reúnem indivíduos de grande influência (Bohemian Club)<em> </em>e estudantes com esperança para o futuro (Skull &amp; Bones).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>FMI e BIRD</h2>
<p>O Fundo Mo­netário Internacional e o Banco Mundial são os dois mais conhecidos “braços” ou “mãos” da Comissão Trilateral, do Grupo Bilderberg e do CRF, usados para impor suas decisões nos países que sejam de seu interesse. Obviamente, é con­testado que o FMI, o Banco Mundial e seus subalternos e representan­tes façam acordos nos bastidores.</p>
<p>Seriam as sociedades supracitadas, sem dúvida as mais poderosas no mundo todo, embora existam inúmeras outras, “o topo do mastro”? De forma alguma. Atrás delas e de seus interesses há outros grupos. Ocultas em suas bases espirituais operam forças totalmente diferentes&#8230;<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3757" title="governo-oculto-pequwno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg" alt="" width="50" height="41" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Wulfing von Rohr</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="../wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter" title="newrule" src="../wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> Este post é parte do livro de Wolfing von Rohr, intitulado <strong>«Governo  Oculto do Mundo»</strong>,   de 2005, publicação da Editora Madras, SP. Recomendo este livro, bem como os demais, listados abaixo,   para todos  aqueles que desejam seber, de fato, “como é que a banda   toca” neste  nosso mundo.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a><strong>Os <a title="livros" href="../livros/">livros</a> a ler são:</strong> <em><strong>«Governo  Oculto do Mundo»</strong></em>, de Wulfing von Rohr (Madras Editora Ltda., SP); <em><strong>«A  Verdadeira   História do Clube  Bilderberg»</strong></em>,  de Daniel Estulin  (Editora Planeta do   Brasil Ltda.); <em> <strong>«A Corporação – A História  Secreta do Século XX e o Início do  Governo Mundial do Futuro»</strong></em>, de  Nicholas Hagger (Editora  Pensamento-Cultrix Ltda.); <em><strong>«As Redes  Secretas do Poder»</strong></em>, de Pablo  Allegritti (Editora Planeta do Brasil  Ltda.); e <em><strong>«O Governo Secreto»</strong></em>,  de Jim Marrs (Madras Editora  Ltda.) — além de outros, constantes na bibliografia deste site.</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagens:</strong> intrometendo.com; oilempire.us; e skullandbonesband.com.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>O Bohemian Club</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 14:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedades secretas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 02/agosto/1982, a revista americana Newsweek divulgava a seguinte informação: «Em Bohemian Grove, 75 milhas ao norte de São Francisco, ocorre o mais prestigioso acampamento de verão do mundo. O retiro, fortemente vigiado, com seus 2.200 acres, é a sede do ultra-exclusivo Bohemian Club, do qual só homens podem ser membros e ao qual pertencia o presidente republicano Rerbert Roover. Com seus poderosos afiliados, na tranqüila reclusão, e por causa de seus rituais cabalísticos, o Bohemian Club des­perta inúmeras suspeitas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3767" title="solereditora.com.br-madras-editora-peq" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif" alt="" width="60" height="115" /></a>Em 02/agosto/1982, a revista americana <em>Newsweek</em> divulgava a seguinte informação: <em>«Em Bohemian Grove, 75 milhas ao norte de São Francisco, ocorre o mais prestigioso acampamento de verão do mundo. O retiro, fortemente vigiado, com seus 2.200 acres (um acre equivale a 4.000  metros quadrados), é a sede do ultra-exclusivo Bohemian Club, do qual só homens podem ser membros e ao qual pertencia o presidente republicano Rerbert Roover. Com seus poderosos afiliados, na tranqüila reclusão, e por causa de seus rituais cabalísticos, o Bohemian Club des­perta inúmeras suspeitas&#8230; Os eventos mais importantes são as “Conver­sações à beira do lago”. Alguns dos oradores foram Alexander Raig, general da OTAN e mais tarde membro do governo</em> [Nixon]<em>, e Caspar Weinberg, futuro ministro da defesa dos Estados Unidos. Neste ano, quem falou foi Henry Kissinger, ministro das relações exteriores dos Estados Unidos durante o governo Nixon, sobre “As exigências dos anos 80”.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/sfcitizen.com-go8f2150a.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4302" title="sfcitizen.com-go8f2150a" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/sfcitizen.com-go8f2150a-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Outra testemunha</strong></p>
<p>Uma outra revista menor já mencionava o Clube um ano antes, em 23/março/1981: <em>«Todo verão, durante três fins de semana, chegam de carro ou avião 2.000 “Boêmios”, com seus convidados, ao bem prote­gido bosque, perto da vila de Monte Rio (1.200 habitantes), às margens do Rio Russo. O lema do bosque, inspirado em Shakespeare, é: «Aranhas que tecem suas teias aqui não vêm» [«Weaving spiders come not here»]</em><em>. Esse convite para ninguém traba­lhar é, contudo, ignorado. E embora a classe governante ali reunida deci­da que nada será divulgado sobre suas conversações, muito do que ali se discute determina o destino da América – daí o acordo de cavalheiros entre Ronald Reagan e Richard Nixon, para que Reagan não competisse com Nixon na corrida eleitoral para a presidência»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Origem do Bohemian Club</strong></p>
<p>O Bohemian Club<em> </em>foi fundado em 1872 por cinco jornalistas do <em>San Francisco Examiner</em>,<em> </em>com o compromisso de zelar pelos interesses sociais e levantar o prestígio do jornalismo, que estava muito combalido na época. Entretanto, a partir de 1878 já não havia jornalistas entre os membros, e ainda hoje não são admitidos repórteres. Na verdade, im­portantes industriais, políticos e artistas, principalmente simpatizantes dos republicanos e que conservam o <em>status quo </em>da ordem social ou que pre­tendem desenvolvê-Ia melhor, são membros dessa peculiar instituição.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Alguns frequentadores ilustres</strong></p>
<p>Antony C. Sutton, redator da <em>Phoenix Letter</em>, um boletim informati­vo mensal, escreveu na edição de outubro de 1996: <em>«Até alguns meses atrás, achávamos que o Bohemian Club era lugar de refúgio elitista e exclusivo para bem-sucedidos empresários, políticos de Washington e outros indivíduos proeminentes – todos homens. O seu comportamento lembrava o de jovens ricos e emocionalmente perturbados, mas nada que merecesse nossa atenção. O clube parecia um lugar onde iam se divertir Kissinger, Ford</em> (o presidente)<em>, </em><em>Nixon, Bechtel </em>(industrial americano com variados interesses internacionais, que mantinha uma forte li­gação com a Casa Branca)<em>, Bush </em>(o ex-presidente)<em>, </em><em>Cheney </em>(ex-mi­nistro da Defesa; no momento em que este livro é escrito, candidato à vice-presidência pelo partido dos Republicanos, ao lado de George Bush, filho do ex-presidente)<em>, </em><em>Roover</em> (chefe do FBl)<em> </em><em>e seus amigos; 2.600 membros. E se esses jovens crescidos quisessem se divertir, po­diam – pois, afinal, o terreno do clube é particular. Recentes informações, porém, podem mudar a avaliação que se faz do Bohemian </em><em>Club&#8230; </em>(&#8230;)<em> Há alguns anos têm</em></p>
<p><em>havido rumores sobre estranhos procedimentos na área de 2.200 acres ocupada pelo Clube. Fontes fidedignas falam sobre rituais druidas, procissões de druidas vestindo túnicas e capuzes vermelhos, cantan­do para a Grande Coruja (Moloch). Há boatos também sobre uma pira funerária onde se queimam cadáveres».</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/enominepatris-com-bohemian-club-logo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4303" title="enominepatris-com-bohemian-club-logo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/enominepatris-com-bohemian-club-logo-300x242.jpg" alt="" width="148" height="119" /></a>Dependências e rituais sinistros</strong></p>
<p>Um artigo em um folhetim local, o <em>Santa Rosa Sun</em>,<em> </em>em julho/1993, já havia descrito que o “Culto a Canaã” e a “Lenda de Moloch” são praticados no Bohemian Club.<em> </em>Em meados dos anos 1980, houve rumo­res sobre mortes inexplicáveis. Nem a polícia local nem os investigadores estaduais conseguiram apurar coisa alguma. Segundo as afirmações de ex-funcionários do Clube, existem no bosque locais onde pessoas de fora não podem entrar. Alguns são o Salão Subter­râneo (<em>Underground Lounge</em>), cujas próprias primeiras letras – UN –<em> </em>são as iniciais de <em>United Nations, </em>ou Nações Unidas. Lá há uma “Sala Preta”,<em> </em>uma “Sala de Couro”<em> </em>e uma necrópole.<em> </em>Alguns pesquisadores supõem, inclusive, que os cultos seguem formas antigas de rituais de sacrifício, executados ainda hoje, simbolicamente – ou literalmente. Tentativas de programação de seres humanos também te­riam sido feitas lá.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3757" title="governo-oculto-pequwno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg" alt="" width="50" height="41" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Wulfing von Rohr</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> Este post é parte do livro de Wolfing von Rohr, intitulado <strong>«Governo  Oculto do Mundo»</strong>,  de 2005, publicação da Editora Madras, SP.  Introduzi subtítulos no  texto a fim de facilitar e incentivar a leitura e o entendimento da  matéria.  Recomendo este livro, bem como os demais, listados abaixo,  para todos  aqueles que desejam seber, de fato, “como é que a banda  toca” neste  nosso mundo.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a><strong>Os livros a ler são:</strong> <strong>«Governo  Oculto do Mundo»</strong>, de Wulfing von Rohr (Madras Editora Ltda., SP); <strong>«A  Verdadeira   História do Clube  Bilderberg»</strong>,  de Daniel Estulin  (Editora Planeta do   Brasil Ltda.);  <strong>«A Corporação – A História  Secreta do Século XX e o Início do  Governo Mundial do Futuro»</strong>, de  Nicholas Hagger (Editora  Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes  Secretas do Poder»</strong>, de Pablo  Allegritti (Editora Planeta do Brasil  Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>,  de Jim Marrs (Madras Editora  Ltda.).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagens: </strong>sfcitizen.com; e enominepatris.com.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>O poder da nova &#8220;Skull &amp; Bones&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 13:21:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos edifícios estranhos do campus de Yale lembra um mausoléu. Dentro, um jovem, um dos 15 estudantes escolhidos a cada ano, está deita­do nu em um sarcófago. Ele não está morto; está recitando uma autobio­grafia sexual anterior à sua “seleção” para a [sociedade secreta] Skull and Bones.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3767" title="solereditora.com.br-madras-editora-peq" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif" alt="" width="60" height="115" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/redicecreations.com-s-and-bones.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4096" title="redicecreations.com-s-and-bones" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/redicecreations.com-s-and-bones-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a>Um dos edifícios estranhos do <em>campus </em>de Yale lembra um mausoléu. Dentro, um jovem, um dos 15 estudantes escolhidos a cada ano, está deita­do nu em um sarcófago. Ele não está morto; está recitando uma autobio­grafia sexual anterior à sua “seleção” para a [sociedade secreta] Skull and Bones<em>.</em></p>
<p>A cerimô­nia é chamada de “Alegria do Conúbio”, e sem dúvida ajuda no processo de vinculação, que será vitalício. Em pé, circundando-o, há 14 outros inicia­dos e os membros atuais, que são sêniores em Yale. As atividades tornam-­se mais estranhas e diz-se que se fosse possível alguém subir no alto do Weir Hall <em>«poderia ouvir estranhos gritos e lamentos vindos das entranhas da tumba»</em>. Ao contrário de uma fraternidade normal, ninguém mora realmente no edifício. E também – em oposição a uma fratemidade – os iniciados da Skull and Bones<em> </em>ficam cada vez mais ricos e adquirem conexões que podem assegurar seu sucesso por toda a vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Grandes nomes são membros da S &amp; B</h2>
<p>O presidente George Bush anterior é um dos que se deitaram no caixão. Ele não é o único membro famoso; seu filho George W. Bush é outro. Um terceiro presidente, William Howard Taft, era um <em>bonesman, </em>ou seja, um “membro”, e seu pai, Alphonso Taft, foi um dos fundadores. As probabilidades de que três presidentes surjam de uma fratemidade que ad­mite quinze membros por ano são infinitesimais. Mais uma vez, então, o apoio de um companheiro <em>bonesman </em>significa ter força política – sufici­ente para entrar na Casa Branca. A lista de afiliados da Skull and Bones<em> </em>representa uma das maiores concentrações de poder nos Estados Unidos. Nomes como Pillsbury, Kellogg, Weyerhaeuser, Phelps e Whitney são abundantes. Eles dominam no mundo dos negócios e também na arena política.</p>
<p>Além dos três presidentes, numerosos congressistas, juízes e líderes militares têm sido membros da Skull and Bones<em>. </em>O senador John Chafee, de Rhode lsland, é um dos membros. O senador Robert Taft foi um mem­bro. O conservador William F. Buckley é um membro e também seu irmão James, proponente da ClA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A CIA, reduto da S &amp; B</h2>
<p>A ClA é uma virtual reunião de classe de Yale. Ambas as organizações têm a mesma estátua de Nathan Hale, e ambas são consideradas como um <em>campus</em>, o que não é uma designação usual para quartéis-generais de uma unidade governamental de inteligência. E entre a reunião de classe ativa de Yale, em Langley, ser um membro da Skull and Bones<em> </em>é considerado uma das mais proeminentes experiências. O diretor de pessoal nos primeiros anos era F. Trubee Davison, que se tornou o <em>bonesman </em>em 1918. Quando a ClA fez do Chile um lugar seguro para os interesses dos homens de negócios americanos, o delegado chefe do quartel era o <em>bonesman </em>Dino Pionzio. O <em>bonesman </em>Archibald MacLeish iniciou sua carreira na inteligência transferindo-se depois para a revista <em>Time </em>do <em>bonesman </em>Henry Luce. A indicação de MacLeish para ocupar um posto de inteligência foi feita por outro membro das sociedades secretas de Yale, Wilmarth Sheldon Lewis da [também sociedade secreta, ligada à S&amp;B] Scroll and Key (Pergaminho e Chave).</p>
<p>McGeorge Bundy, o homem que nos deu a Guerra do Vietnã, é um membro da Skull and Bones<em>. </em>William Sloane Coffin, que deixou a ClA em protesto contra a guerra, também é um membro. Russell Davenport, funda­dor da <em>Fortune, </em>é um <em>bonesman. </em>O senador John Forbes Kerry, um her­deiro da família Forbes, do comércio da China, também é um dos membros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Outras personalidades membros da S &amp; B</h2>
<p>Os autores de <em>«</em>Wise Men, Six Friends and the World They Made<em>» </em>(«Homens Sábios, Seis Amigos e o Mundo que Fizeram») observam que, para muitos, <em>«a afiliação a uma antiga sociedade em Yale era o ponto crucial para o sucesso na carreira em Yale. A mais antiga e a maior, e realmente a mais legendária&#8230; era a Skull and Bones». </em>Dois desses seis amigos mencionados no título da obra eram membros da <em>Skull and Bones, </em>William Averill Harriman e Robert Abercrombie Lovett. Quando Harriman trans­portava despachos secretos na Primeira Guerra Mundial, ele lhes dava o código 322, que só era conhecido pelos <em>bonesmen. </em>Quando a terceira es­posa, Pamela Churchill, perguntou a Harriman a esse respeito, em 1971, ele lhe disse que não podia dizer nem mesmo a ela.</p>
<p>Para os que imaginam o que acontece por trás dos portões de ferro desse santuário quase maçônico, há poucas respostas, Se um <em>bonesman </em> está em uma sala e surge o assunto da organização, ele não só não pode responder, como também sai da sala. Os juramentos feitos entre ossos e caveiras de esqueletos de celebridades nunca foram violados. Ninguém tem esse poder.</p>
<p>Nos últimos anos, Ron Rosenbaum e Antony Sutton, autores de «America’s Secret Establishment» («O Estabelecimento Secreto da Améri­ca»), lançaram uma luz sobre a organização secreta. A Skull and Bones<em> </em>é a beneficiária de um crédito dos herdeiros da Russell and Company. Não se sabe qual montante do dinheiro, proveniente da vasta fortuna do comércio com a China, que entrou na Russell Trust Association, mas cada membro selecionado para a sociedade secreta começa com 15 mil dólares e inúme­ras conexões valiosas. Entre os nomes de antigos milionários estão Adams, Bundy, Cheney, Lord, Stimson e Wadsworth. Entre os nomes de milionários mais recentes contam-se Harriman, Rockefeller, Payne e Bush. Averill Harriman, da firma de Wall Street, Brown Brothers Harriman, é outro mem­bro e o patrono da fortuna de Bush. E a Brown Brothers é o repositório dos fundos da Skull and Bones<em>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Um círculo de elite fechado</h2>
<p>Dessa notável base de poder, os herdeiros da Russell Trust mantêm o controle de um círculo fechado de poder. O círculo externo consiste em organizações existentes pelo menos na semi-obscuridade, que engloba a Comissão Trilateral, o Brookings Institute, o CFR &#8211; Council on Foreign Relations e as Round Tables of Commerce [“Távolas Redondas”] – em numerosas cidades. Estas, por sua vez, asseguram que a elite permaneça no controle dos negócios, governo, universidades e meios de comunicação americanos. De fato, uma porta giratória de membros da Trilateral e do CFR atua em postos-chave no governo e nos negócios. Eles fazem as leis. Eles se permitem o uso de instituições – isentas de impostos – para garantir que as idéias da classe dominante sempre prevaleçam, financiando pessoas e pro­jetos “certos”. O sistema de elite perpetua-se.</p>
<p>Um manto de segredo protege o trabalho interno dessas organiza­ções, porém o segredo tem sido alvo de ataques. Em abril/2001, o <em>New Yark Observer </em>e Ron Rosenbaum filmaram realmente os ritos secretos da iniciação da Skull and Bones<em>. </em>Usando equipamento de vídeo de visão noturna de alta tecnologia, a organização – cujos membros deram origem ao Office of Strategic Services (OSS) da ClA, e preencheram inúmeros car­gos de secretários estaduais e atuaram como consultores segurança de nacional – foi espionada por eles. A cena vulgar nem precisa ser recontada nessas páginas, porém seria muito mais embaraçoso se outros meios de comunicação tivessem levado a história adiante.</p>
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<h2>Uma agenda secreta</h2>
<p>Existe uma agenda da Skull and Bones?<em> </em>Os <em>bonesmen </em><em>«acreditam na noção de um “caos construtivo”, que justifica a ação secreta»</em>, escreve Joel Bainerman em «lnside the Covert Operations of the ClA and Israel’s Mossad»<em> </em>(«Dentro das Operações Secretas da CIA e da Mossad de Is­rael»). A política externa dos <em>bonesmen </em>é quase sempre realizada segundo uma agenda secreta. Alphonso Taft era o secretário da Guerra quando pressionou McKinley a declarar guerra à Espanha. Após o assassinato de McKinley, Teddy Roosevelt assumiu e trouxe o <em>bonesman </em>William Howard Taft. Outros da Ordem que haviam ocupado postos bélicos foram Henry Stimson, secretário de Estado na gestão de Hoover; Robert Lovett, secre­tário da Defesa na época da Guerra Fria; general George Marshall, que se tornou secretário de Estado de Truman; McGeorge Bundy, consultor de segurança nacional de Kennedy; e Averell Harriman, embaixador para o sudeste da Ásia durante a guerra do Vietnã. Segundo a doutrina de Stimson, deve haver guerras periódicas regulares para entreter descontentes e reu­nir a nação em um objetivo comum; assim, os <em>bonesmen </em>George Bush e George W. Bush preservaram a tradição com breves excursões militares na Ásia e América Latina.</p>
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<h2>Do ópio na China, até a <em>Time-Life</em></h2>
<p>Mas até que ponto a <em>Skull and Bones </em>exerceu influência política sobre a história do século 20? Na Ásia, a política americana começou com a política das famílias do ópio da Nova Inglaterra. Depois de colher suas fortunas na Ásia, as famílias voltaram a atenção para a pátria e construí­ram estradas de ferro, fábricas e minas. A presença americana permane­ceu na China, pois missionários tentaram “reformar” os chineses para que aceitassem mais as maneiras ocidentais. Henry Luce era filho de um mis­sionário na China. Ele foi enviado a Yale para completar a educação e foi escolhido para a Skull and Bones<em>. </em>Em «Whiteout: The ClA, Drugs and the Press» («Whiteout: A CIA, as Drogas e a Imprensa»), Alexander Cockburn e Jeffrey St. Clair escrevem: <em>«O Dia da Seleção foi um ponto decisivo para Luce. Ele ansiava por ser escolhido para a Skull and Bones, a suprema sociedade de Yale, a honra máxima»</em>. Com 86 mil dólares emprestados, principalmente de outros colegas de Yale, Luce, com a ajuda de outros estudantes que serviam de assistentes, começou a revista <em>Time, </em>que mais tarde se tornaria a revista <em>Life. </em></p>
<p>Luce casou-se com Clare Boothe Brokaw que, tanto quanto ele, se interessava pela China. Juntos, agiram em nome do China Institute of Arnerica para trazer estudantes chineses para os Estados Unidos. Luce e sua espo­sa eram amigos muito próximos da família chinesa Soong, cujas atividades corruptas ajudaram na ascensão do comunismo. Quando o exército de Chiang Kai-shek foi derrotado, o <em>lobby</em>,<em> </em>ou seja, o grupo de ação influente de Luce na China uniu John Foster e Allen Dulles, a família Rockefeller, Thomas Lamont e o Cardeal Spellman para granjear a assistência america­na. Chiang Kai-shek perdeu credibilidade quando seu exército foi derrotado em uma batalha após a outra, e ele e sua família pilharam 300 milhões de dólares de fundos americanos. Mas Chiang Kai-shek não perderia o apoio de Luce, que ainda estava enraivecido com o fato de Mao Tse-tung tê-Io derrotado. A revista <em>Time </em>daria constante apoio à causa nacionalista.</p>
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<h2>De Mao Tse-tung à guerra no Vietnã</h2>
<p>Mao Tse-tung fora aluno de Yale, talvez, em conseqüecia dos esfor­ços de Luce na China. A Yale Divinity School havia estabelecido um núme­ro de “iliais” de escolas na China, e Mao fora seu aluno mais famoso. Mesmo não tendo sido escolhido para a Skull and Bones,<em> </em>quase todos os recentes embaixadores na China foram um <em>banesman</em>:<em> </em>George Bush, Winston Lord e James Lilley – todos alunos da Skull and Bones –<em> </em>todos em­baixadores na China.</p>
<p>Depois de aberto o caminho por um homem franco como Luce, a América foi convocada a agir para incentivar a batalha dos franceses no Vietnã como um meio de restringir a expansão comunista. O resultado foi uma longa e indecisa guerra, além de muito cara, que custou dezenas de milhares de vidas e desencadeou a ruína na América por trazer o vício em heroína com os 80 mil veteranos de guerra que voltaram para casa.</p>
<p>O <em>lobby </em>da China e a Skull and Bones<em> </em>estavam firmemente por trás da Guerra do Vietnã e infelizmente em posição de assegurar que a guerra tivesse continuidade. Os considerados melhores e mais brilhantes, como os <em>bonesmen </em>McGeorge Bundy, Henry Cabot Lodge e Dean Acheson (cujo filho é um <em>banesman), </em>deram maus conselhos, repetidamente, ao presiden­te, enquanto os americanos perguntavam-se quantas vidas mais o país seria forçado a sacrificar a 12.000 milhas de distância. A questão, todavia, era maior que a própria guerra. A ClA, impulsionada por Yale, nunca interrom­pera a luta e depois apoiara o exército KMT de Chiang Kai-shek, não tardando para que a guerra se tornasse uma disputa de turfe para as corporações com apostas mais altas e igualmente para os traficantes de drogas. O conflito no Vietnã era uma fonte de lucros para as corporações que recebiam o maior volume de negócios decorrentes da guerra: a Bell Helicopter Company da Textron, empresas químicas, entre as quais a Dow Chemical e Monsanto, que produziam o agente laranja e outros desfolhantes, além das empresas de construção Brown and Root, um patrocinador im­portante do presidente Johnson.</p>
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<h2>Conexão da United Fruit</h2>
<p>Da mesma maneira que o debate sobre o Vietnã foi decidido por al­guns poucos, também as relações com a América Latina o seriam. Quando o negócio de ópio perdeu seu brilho, os parceiros de Russell encontraram oportunidades em outra parte. Joseph Coolidge, um sócio de Russell, pas­sou a herança da Marinha Mercante para seu filho Thomas Coolidge, que organizava a United Fruit. A Companhia havia começado como importado­ra de bananas, mas não tardou a dominar as chamadas repúblicas de bananas que controlava, sendo proprietário de ferrovias e sistemas de comunicação.</p>
<p>Os sangues-azuis de Yale e sua CIA estavam firmemente no controle da empresa – que também fazia negócios com membros de facções crimino­sas de Nova Orleans – incorporou sua linha de navios mercantes à United Fruit em 1900. Seu sucessor do submundo, Charles Matranga, permaneceu próximo da United Fruit durante toda sua vida e em seu funeral os executi­vos da United Fruit compareceram. A plebe de Nova Orleans era então controlada por Carlos Marcello, período em que ele importava morfina e cocaína de Honduras. No mesmo ano em que Marcello assumiu o controle, a diretoria comprou seu maior rival, Samuel Zemurray, com o estoque de sua empresa. Alguns anos depois, quando Zemurray tornou-se incômodo como membro da diretoria, Thomas Cabot demitiu-o.</p>
<p>Mais tarde surgiu um novo desafio. Jacob Arbenz, o presidente demo­craticamente eleito da Guatemala, decidiu que a terra deveria ser devolvida ao povo e assim teve a audácia de comprar terras da United Fruit<em> </em>pelo valor que a empresa alegou que ela valia. O acionista da United Fruit, John Foster Dulles, disse que o país estava sob <em>«um reino de terror comunis­ta»</em> e a América devia tomar uma atitude. O congressista de Massachu­setts, John McCormack, atacou verbalmente os representantes de seu in­vestimento, declarando que 90% dos investimentos estrangeiros da Nova Inglaterra estavam na América Latina. O senador Cabot Lodge, cuja família possuía ações, liderou o ataque, e uniu-se a Thomas Cabot e seu irmão John Moors Cabot, secretário assistente do Estado.</p>
<p>A história da United Fruit foi alimentada pelos meios de comunicação e tinha trunfos no Congresso e, finalmente, um alto executivo levou o caso ao CFR. O Conselho empregava um lobista, Thomas Corcoran, para atuar como ligação com a ClA. Tommy, “o Rolha”, como era chamado, tinha amigos como Walter Bedell “Beetle” Smith, o diretor da ClA. Corcoran havia trabalhado como representante legal da “linha aérea” da ClA no Laos e no Vietnã. A agência de inteligência americana de fato era proprietária de uma linha aérea chamada CAT, Civil Air Transport, e mais tarde chamada de Air America, que seria tema de um filme de 1990 com o mesmo nome.</p>
<p>Em 1954, a ClA usava Honduras para derrubar o governo da Gua­temala. Uma série de escândalos de transações desonestas e drogas em Honduras derrubou a liderança na década de 1970, mas a ClA garantia que Honduras seria um ponto principal de plataforma para as ações nas vizinhas Guatemala e Nicarágua. Quando a revelação final dos fatos ocor­reu com a Drug Enforcement Administration (DEA), que estava se tornando desconfortável para a ClA, foi o escritório da DEA que fechou. Apesar da chamada Guerra das Drogas, o plano de drogas livres era muito menos importante que a agenda da United Fruit, seus acionistas e a ClA.</p>
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<h2>A Conexão Bush</h2>
<p>A mentira mais conhecida de George Bush sobre os impostos ofusca sua outra grande mentira: <em>«Dou minha palavra de que esse flagelo terá um fim»</em> – que fez parte de seu discurso de posse. O número de viciados em heroína na América, que caiu de 500.000 para 200.000 nos anos subseqüen­tes ao Vietnã, elevaram-se bruscamente novamente depois que a América – por intermédio da ClA – deu assistência ao Afeganistão. O financia­mento da ClA ao cultivo de ópio enganou poucos. O Strategic Council on Drug Abuse (Conselho Estratégico sobre o Abuso de Drogas) do presiden­te frustrou-se tanto com o silêncio da ClA sobre o assunto a ponto de ressaltar em um editorial do <em>New York Times </em>que o uso da droga aumen­taria, exatamente como ocorrera, quando das aventuras da ClA no Laos. A previsão estava correta, pois o censo de viciados indicou crescimento para 450.000 e as mortes por heroína em Nova York elevaram-se 77%.</p>
<p>Uma forma criativa do caos construtivo da Skull and Bones<em> </em>fizera o governo despender bilhões para combater as drogas e mais bilhões para prender os usuários, ao mesmo tempo em que promovia a segurança do mundo contra os lordes da droga das colinas afegãs ao Triângulo Dourado do su­deste da Ásia e costa de Honduras.</p>
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<h2>George Bush, George W. Bush e Dick Cheney</h2>
<p>A tradição Bush na Skull and Bones<em> </em>teve início com o pai de George, Prescott, que foi um <em>bonesman </em>e trabalhou na inteligência do Exército. No casamento de Prescott Bush e Dorothy Walker, cinco <em>bonesmen </em>atuaram como porteiros. Os membros da família Bush eram próximos dos Rockefeller e Harriman e trabalharam em inúmeras diretorias da corporação. George Herbert Walker Bush nascera e fora criado em Greenwich, Connecticut, e estudou em Andover e Yale. Com o dinheiro do dono do <em>Washington Post </em>e conexões da família e seus grupos de <em>“bones”, </em>George dirigiu-se para o Texas para fazer sua fortuna.</p>
<p>O <em>bonesman </em>Henry Neil Mallon, um dos quatro Mallons no grupo, deu a George a chance de aprender sobre negócios de petróleo em sua empresa, a Dresser lndustries, que Mallon havia comprado de sua família fundadora, com dinheiro de Harriman. Depois do aprendizado de George na Dresser, ele deu início à sua própria empresa, a Zapata Oil, com dois sócios. A Zapata Oil perfurava poços ao leste do Golfo do México. A ilha-base da empresa em Cay Sal Bank seria usada para atividades da ClA contra Fidel Castro. A invasão da Baía dos Porcos, em 1961, foi na realidade conhecida como a “Operação Zapata”. Dois navios usados na operação fo­ram o <em>Barbara </em>e o <em>Houston </em>–<em> </em>os nomes da nova esposa de George e da recém-adotada base principa1. Embora geralmente seja negado, a carreira de George Bush na ClA começou nessa época, e ele ainda era ativo na organização em 1963. Posteriormente, tornou-se diretor da ClA.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/bibliotecapleyades.net-george-w-bush-skull_bones.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4097" title="bibliotecapleyades.net-george-w-bush-skull_bones" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/bibliotecapleyades.net-george-w-bush-skull_bones-212x300.jpg" alt="" width="271" height="383" /></a>Bush “filho”, Dick Cheney e a Halliburton</h2>
<p>A carreira de George W. Bush transcorreu de acordo com o mesmo plano de jogo de seu pai, com exceção do envolvimento na ClA. George W. foi para Yale, foi membro da Skull and Bones,<em> </em>trabalhou nos negócios de petróleo e depois mudou para a política. Na corrida presidencial de 2000, ele teve como companheiro na disputa Richard Bruce Cheney. Mesmo que o futuro vice-presidente não fosse um <em>bonesman, </em>há nove Cheneys na lista de associados da Skull and Bones.<em> </em>O ancestral de Cheney, que chegara na América em 1667, desembarcou em Massachusetts, o que permitiu à família ser considerada também de sangue-azul. Assim como George H. W. Bush, Cheney tinha ligações com a inteligência militar, tendo sido um forte apoio do tenente-coronel Oliver North. Cheney foi até secretário de Defesa de Bush durante a Operação Tempestade no Deserto. Cheney tam­bém foi para o Texas, onde se tornou o diretor de Halliburton, uma empresa de perfuração de poços de petróleo que havia adquirido a Dresser lndustries em 1998, durante seu mandato na diretoria. A subsidiária da empresa, Brown and Root, continua sendo importante doadora de campanha, só que agora para os candidatos republicanos em vez dos democratas, e uma beneficiária de grandes contratos do governo.</p>
<p>A história da noite em que George W. Bush foi selecionado para en­trar na Skull and Bones<em> </em>é contada no livro de Bill Minutaglio, «First Son»<em> </em>(«Primeiro Filho»). George não tinha certeza de que queria o rigor de se reu­nir duas noites por semana com os <em>bonesmen. </em>Ele já havia nascido rico e, graças a seu pai, dentro do poder. George disse a um colega de classe que preferiria unir-se a “gim e tônica”. Seu pai, provavelmente prevendo a dú­vida do filho, bateu à sua porta às 8 horas da noite e disse ao jovem George que era hora de fazer a coisa certa, para se tornar um “bom homem”. George W. aceitou.</p>
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<h2>Os <em>bones</em> e a “surpresa de outubro”</h2>
<p>Em novembro de 1980, o presidente Jimmy Carter, que já sobrevivera a duas tentativas de assassinato e a intrigas de uma poderosa máquina que não conseguia compreender totalmente, perdeu a eleição presidencial. Eram os poderes que haviam contribuído para colocá-loà retaguarda de Ronald Reagan e do <em>bonesman </em>George Bush. Porém, o que os republicanos mais temiam era que a situação dos reféns no Irã fosse resolvida antes da elei­ção. Apesar da constante má administração na Casa Branca de Carter, uma notícia de último minuto dos reféns americanos, a “Surpresa de Outu­bro”, poderia afetar sua popularidade o suficiente para decidir a eleição.</p>
<p>A teoria da conspiração, abordada em inúmeros livros, conta a histó­ria de George Bush, um companheiro <em>bonesman </em>do senador John Heinz III,<strong> </strong>em companhia de alguns agentes da inteligência, voando para a Espanha para encontrar-se com membros do governo do Irã. A negociação era para que o Irã mantivesse os reféns até depois da eleição, em troca de armas. Essa negociação também daria início ao estranho <em>contra-Aftair </em>entre Oliver North e o Irã – e que seria revelado anos depois.</p>
<p>Após a eleição, teve início uma série de assassinatos e estranhas mortes, entre as quais as do administrador de campanha e espião sênior de Reagan, William Casey; Amaram Nir, um oficial israelense; a do comercian­te de armas Cyrus Hashemi, e da jornalista radialista Jessica Savitch. Em uma notável coincidência, os senadores John Heinz e John Tower foram assassinados em distintos acidentes de avião com a diferença de algumas horas, em abril de 1991. Supostamente, ambos faziam parte da “Surpresa de Outubro”. E ambos eram homens poderosos no Senado.</p>
<p>O pai do senador Heinz, John Heinz II,<strong> </strong>fora um membro da Skull and Bones<em> </em>em 1931. John III,<strong> </strong>príncipe da fortuna da empresa de molho de tomate Heinz, casara-se com Teresa Simões Ferreira, nascida em Moçambique, e filha de uma família portuguesa, que na época era ainda uma colônia. Teresa S. Ferreira, um membro da diretoria do Carnegie Institute, mem­bro do Brookings Institute e também do CFR &#8211; Council on Foreign Relations, de repente herdara uma fortuna no valor de 860 milhões de dólares. Ela então se casaria com outro senador, o <em>bonesman </em>John Forbes Kerry. John Kerry, cujos ancestrais estavam entre os pioneiros do ópio na China, investigou o <em>contra-affair </em>do Irã, e descobriu a rede de auxílio particular de Oliver North aos “Contras” e desmascarou o Bank of Commerce and Credit lntemational (BCCI). Foi-lhe dado o crédito por sua coragem em atacar a corrupção vigente em Washington e a inteligência do tráfico de drogas, mas outros dizem que sua investigação logo foi interrompida. Mas as coincidências não.</p>
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<h2>Coincidências e o Assassinato de JFK</h2>
<p>O assassinato do presidente John Kennedy tem meio século, mas muitos acreditam que nunca será solucionado. A primeira suspeita de envolvimento estrangeiro (caso se dê crédito a J. Edgar Hoover e Clare Boothe Luce), foi rapidamente desacreditada. Luce disse que um agente anti-Castro telefonou-lhe no dia do assassinato de JFK e disse que Oswald era comunista. A próxima vítima de suspeita foi a ala da direita america­na, pois, supostamente, alguém mencionara o nome de George Bush – ouvido de boa fonte de informação – como participante da trama do assassinato. Os próximos suspeitos seriam criminosos de organizações, como a Máfia, e até produtores de petróleo do Texas. Finalmente, a CIA americana foi tida como provável e principal culpada.</p>
<p>As pesquisas conduzidas por céticos do «Warren Commission Report» («Relatório da Comissão Warren»), que Allen Dulles previra e que ninguém leu, indicam que a CIA era o poder por trás da conspiração. Um cético foi Robert Kennedy, que perguntou diretamente ao diretor da CIA, John McCone: <em>«A CIA matou o meu irmão?»</em> McCone disse que não.</p>
<p>Um motivo para o assassinato do presidente Kennedy pode ter sido seu fracasso em recuperar Cuba para os Estados Unidos e isso punha em risco outras ilhas do Caribe onde a United Fruit e um punhado de empresas açucareiras colhiam os prêmios do Capitalismo explorador. Outro motivo podia ser o fato de Kennedy ter ameaçado acabar com o centro de lucros do Vietnã, que trazia fortunas aos numerosos investimentos dos sangue-­azuis na aviação, particularmente a Textron, dona da Bell Helicopter, e a empresa de construção Brown and Root (que havia concedido a Lyndon B. Johnson os fundos para sua campanha). Este capítulo não tentará solucionar o mistério da morte de Kennedy, só tentará lançar uma luz sobre algumas das incômodas coincidências que os autores do «Warren Commission Report», como Earl Warren e Allen Dulles – que nutriam ódio pelo presidente – e que acredi­tavam que ninguém jamais iria ler.</p>
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<h2>Lee Oswald apenas?</h2>
<p>A conspiração, segundo rastreamento da Warren Commission, talvez tenha começado quando um jovem marinheiro, chamado Lee Harvey Oswald, que tinha contato com o Office of Naval Intelligence (Gabinete de Inteligência Naval), passou a estudar russo durante sua permanência na base de alta segurança no Japão, saindo depois da Marinha e desertando para a Rússia. Na Rússia, o soldado foi bem tratado, recebeu um apar­tamento, um emprego e até pôde casar-se. Uma “turista” americana, Mary Hyde, tirou uma foto de Oswald, alegando que se perdera enquan­to fazia turismo, o que era quase impossível na Rússia da Guerra Fria da década de 1960.</p>
<p>O desertor, de que se suspeitava ter passado informações dos vôos U-2 a seus hospedeiros russos, voltou para casa sem sofrer punição do governo. Em vez disso, recebeu um empréstimo desse mesmo governo para comprar uma casa onde iria viver com sua mulher russa. Ele teve então uma série de empregos, e num deles, pelo menos, exigia-se um certificado de antecedentes. Ele também havia encontrado George DeMo­hrenschildt, que tinha ligações com o negócio de petróleo e conhecia George Bush e Jacqueline Bouvier Kennedy. DeMohrenschildt apresentou Oswald a Michael Ralph Paine e Ruth Hyde Paine, ambos pertencentes à United World Federalists (Federalistas Mundiais Unidos), que tivera seu início com Cord Meyer – da CIA.</p>
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<h2>Mais coincidências</h2>
<p>Outro membro da United World Federalists era Priscilla Johnson. Supostamente rejeitado para um emprego na CIA por causa de sua afiliação na United World Federalists, Johnson todavia voltou-se para a Rússia e encontrou Oswald. A mãe de Michael Ralph Paine era Ruth Forbes Paine, da mesma família cujos navios transportavam ópio para a China no século 19. O irmão de Ruth Paine, William Forbes, estava na diretoria da United Fruit. Do lado paterno, Michael tinha entre seus ancestrais os Cabot, dentre os quais um primo que se sentara com a diretoria da United Fruit. A esposa de Michael, que também chamava-se Ruth, era filha de William Avery Hyde. Ela era íntima da família do marido, e em julho de 1963, foi para Naushon Island, o reino dos Forbes ao largo de Woods Hole, para visitar sua sogra, Ruth.</p>
<p>A melhor amiga de Ruth, Mary Bancroft, não só era da CIA, mas também estava envolvida em uma relação antiga com Allen Dulles. Mary Bancroft escreveu também sobre seu caso de 20 anos na autobiografia, «My Life as a Spy»<em> </em>(«Minha Vida de Espiã»). O pai de Mary fora eleito prefeito de Cambridge quatro vezes e havia sido presidente da Boston Elevated Railway. O padrasto de sua madrasta era Clarence Walker Barron, que publicava os jornais <em>Barron’</em>s e o <em>Wall Street Journal. </em>O primeiro marido de Mary Bancroft trabalhava como chefe da United Fruit em Cuba e sua filha casara-se com o filho do <em>bonesman </em>e senador Robert Taft.</p>
<p>Quando Ruth Paine, esposa de Michael Ralph Paine, voltou de Naushon, os Paines receberam em sua casa o jovem Oswald e sua esposa russa, Marina. Ruth arranjou, para seu desertor adotado, um emprego na Texas School Book Depository (Depósito de Livros da Escola Texas). Ruth e Michael apre­sentaram uma evidência irrefutável que ajudaria a condenar seu novo ami­go – tivesse o departamento de polícia protegido Oswald por tempo suficien­te para levá-lo a julgamento. Em um documento revelado ao público, um informante descreve um telefonema que Michael fizera a Ruth logo após o atentado, em que ele lhe dizia que não acreditava que Oswald estivesse envolvido e que <em>«nós sabemos quem é o responsável»</em>.</p>
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<h2>Por que Bob Kennedy perguntou à CIA se esta matara o seu irmão?</h2>
<p>A CIA havia cometido o erro mais grave da breve presidência de John Kennedy – a invasão da Baía dos Porcos. Isso levou Kennedy a se livrar de Allen Dulles (que havia aconselhado a operação), e a ameaçar esmagar a CIA em milhões de pedaços. E o mais surpreendente foi quando o comitê estabelecido para investigar o assassinato do presidente foi constituído de Earl Warren, que era contemplado para os Teamsters (que Robert Kenne­dy havia investigado), por Gerald Ford, que também era contemplado para os Teamsters, e Allen Dulles. A CIA era a suspeita natural do assassinato.</p>
<p>[OBS: International Brotherhood of Teamsters - IBT (Irmandade Internacional dos Caminhoneiros) é um sindicato nos Estados Unidos e Canadá; formado em 1903 pela fusão de várias organizações locais e regionais e caminhoneiros, a união agora representa uma diversa coletividade de trabalhadores manuais e outros profissionais tanto públicos quanto privados. O sindicato tinha aproximadamente 1,4 milhão de membros em 2007].</p>
<p>A maior prova irrefutável na investigação da Warren Commission foi o conhecimento público do filme «Zapruder», rapidamente comprado pela <em>Time/Life Corporation </em>de Luce. O filme mostrava a cabeça do presidente Kennedy ser atingida de forma tal que só seria possível se a bala tivesse entrado pela fronte direita, mas foi feito de modo que a cabeça do presidente tombasse para a frente, indicando um tiro vindo de trás – o que significava que a ordem do filme fora invertida. Mais tarde, afirmou-se que essa inversão fora um acidente.</p>
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<h2>Continuam as coincidências</h2>
<p>Depois que a Warren Commission foi desaprovada pelo público, ou­tras comissões foram estabelecidas para investigar a CIA e o número cada vez maior de assassinatos políticos na América. A evidência mais recente apontava para o envolvimento da inteligência no assassinato de Kennedy e a evidência forense mostrou a improbabilidade de ter havido somente um atirador. É mais provável que uma equipe de dois ou três homens estivesse a postos. Marita Lorenz, em seu testemunho, disse que fazia parte da operação e deu o nome de dois agentes da CIA e de alguns cubanos também envolvidos. Em sua breve e notável vida, Lorenz havia sido amante de Fidel Castro e depois participou do plano da Operação 40 da CIA para matá-Io. Ao mesmo tempo, ela “saía” com o ditador venezuelano Marcos Perez Jimenez, cujo governo era tão corrupto que até a Igreja Católica Romana discordava dele. Como Lorenz sobrevivera para testemunhar? Sua mãe, Alice June Lofland, era prima de Henry Cabot, e trabalhava para a NSC. Lorenz testemunhara para o Select Committee on Assassination (Comitê Selecionado sobre o Assassinato) sobre o plano da Operação 40 contra o presidente: <em>«Desde que me uni à Operação 40 &#8230; eu só ouvia “Nós vamos pegar Kennedy”».</em> Ela disse que ninguém a mataria por causa do «poder [de sua mãe] na National Security Agency» (Agência de Segurança Nacional).</p>
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<h2>Apenas relações entrelaçadas da elite&#8230;</h2>
<p>Entre a série de estranhas mortes ocorridas logo após o assassinato de JFK estava a de Mary Pinchot Meyer, ex-esposa de Cord Meyer. Mary Pinchot Meyer foi assassinada quando andava ao longo do canal de Chesapeake em Ohio. Os assassinatos são raros em Georgetown, mas esse caso espe­cífico reuniu algumas estranhas circunstâncias e nunca foi solucionado.</p>
<p>Cord Meyer era um agente da CIA educado em Yale e ligado a Ruth e Michael Paine por meio da United World Federalists, que ele havia funda­do antes de Dulles levá-Io para a CIA. Mary Pinchot Meyer tivera um caso com JFK. Mary fora uma das pessoas mais influentes na CIA. Logo após a morte de Mary Pinchot Meyer, o chefe da contra-inteligência da CIA, James Jesus Angleton, entrou em sua casa <em>«com uma chave para conservar o local»</em> e pegar seu diário. A Angleton juntou-se Ben Bradlee do <em>Wa­shington Post</em>,<em> </em>que era da sogra de Mary Pinchot Meyer.</p>
<p>Apesar de uma série de coincidências improváveis, não importa se suspeitas ou não, não foram encontradas evidências de conspiração, suge­rindo que existia algo fora do alcance dos olhos do público. As coincidên­cias apontavam para algumas relações entrelaçadas da elite que mantém o controle dos negócios nacionais – um controle tão vigoroso e inimaginável para a maioria das pessoas. As coincidências sugerem, ainda, que os meios de comunicação, em mãos de tal elite, poderiam barrar qualquer relatório de uma investigação séria.</p>
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<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/skull-and-bones-menor.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4091" title="skull-and-bones-menor" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/skull-and-bones-menor-209x300.jpg" alt="" width="163" height="234" /></a>Conclusão</h2>
<p>Que há uma conspiração, não há dúvidas mas há inúmeras conspira­ções. Uma classe da elite sempre esteve e estará no Conclusãoelite está em evidência. Quando o House Select Committee on Assassination conclui que os assassinatos de Kennedy e Martin Luther King foram conspirações, e nada mais é feito, isso é mais do que uma evidência. Quando oficiais do DEA queixam-se de que lhes disseram para cair fora porque estavam causando problemas para a CIA, essa é uma evidência de que um poder maior, acima de qualquer repressão, está no controle.</p>
<p>O fato de que uma nação permite-se ser governada por uma classe de elite não é novo para os governados, tomando-se até mesmo um dado conhe­cido aos que não precisam aspirar ao poder porque este já lhes pertence.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Steven Sora</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> O presente texto é o capítulo final do livro <strong>«Sociedades Secretas da Elite da América»</strong>, da autoria de Steven Sora, e publicado pela <strong>Madras Editora Ltda.</strong> Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar sua leitura. Recomendo este livro, que pode ser encontrado nas livrarias ou, diretamente, através da editora (site: <a href="http://www.madras.com.br/">www.madras.com.br</a>).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Outros livros a ler são:</strong> <strong>«Governo Oculto do Mundo»</strong>, de Wulfing von Rohr (Madras Editora Ltda., SP); <strong>«A Verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>, de Daniel Estulin (Editora Planeta do Brasil Ltda.); <strong>«A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas Hagger (Editora Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do Poder»</strong>, de Pablo Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>, de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagens:</strong> redicecreations.com; bibliotecapleyades.net; e Husc.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
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		<title>O CFR &#8211; Council on Foreign Relations</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 14:04:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Desarmamento]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Nova ordem mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[O que é, afinal, o CFR, Council on Foreign Relations, ou Conse­lho para Relacões Exteriores, tantas vezes mencionado aqui? Para ci­tarmos Winston Lord, ex-ministro interino das relações exteriores dos Estados Unidos: «Não é a Comissão Trilateral que governa o mundo; é o Council on Foreign Relations».]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3767" title="solereditora.com.br-madras-editora-peq" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif" alt="" width="60" height="115" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/bibliotecapleyades.net-round_table.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4051" title="bibliotecapleyades.net-round_table" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/bibliotecapleyades.net-round_table-300x282.jpg" alt="" width="300" height="282" /></a>O que é, afinal, o CFR, <em>Council on Foreign Relations, </em>ou Conse­lho para Relacões Exteriores<em>, </em>tantas vezes mencionado aqui? Para ci­tarmos Winston Lord, ex-ministro interino das relações exteriores dos Estados Unidos: <em>«Não é a Comissão Trilateral que governa o mundo; é o Council on Foreign Relations».</em></p>
<p>O relatório anual do CFR para o período de 01/julho/1993 a 30/junho/1994 afirma o seguinte: <em></em></p>
<blockquote><p><em>«O CFR é uma organização de membros, sem fins lucrativos e multipartidária, que se dedica a aperfei­çoar o entendimento da política de relações exteriores dos Estados Uni­dos e das questões internacionais, através do intercâmbio de idéias. O Conselho para Questões Estrangeiras foi fundado em 1921, logo após o fim da Primeira Guerra Mundial. Muitos participantes americanos da Conferên­cia de Paz, em Paris, decidiram que, devido à crescente responsabilidade e ao crescente compromisso internacional dos Estados Unidos, era hora de mais cidadãos americanos assumirem posições de confiança. Esse con­senso levou à criação de uma organização que mudou o curso da política de relações exteriores americana, para o benefício, tanto de seus mem­bros, quanto de um maior público americano»</em>.</p></blockquote>
<p>O político conservador e evangelista americano Pat Robertson ofe­rece outra explicação para o mesmo processo:</p>
<blockquote><p><em>«A escolha de “sábios” já controlava a formulação da política de relações exteriores dos Estados Unidos desde a época anterior à Segunda Guerra Mundial. No CFR, já estiveram praticamente todos os conselheiros im­portantes para a segurança nacional e política exterior desta nação, há 70 anos.»</em></p></blockquote>
<p><em><br />
</em></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/www.cfr_.org-cfr-FA.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4050" title="www.cfr.org-cfr-FA" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/www.cfr_.org-cfr-FA.jpg" alt="" width="173" height="173" /></a>A composição e metas do CFR</h2>
<p>Em política de governo, o Conselho e seu periódico <em>Foreign Affairs </em>é a expressão mais evidente (do poder)<em> </em>do <em>establishment. </em>Dos aproxi­madamente 2.900 membros, pelo menos 500 são muito poderosos, ou­tros 500 vêm diretamente do centro de poder, e o restante exerce influên­cia sobre universidades, a mídia, os sistemas econômicos e financeiros, o militarismo e o próprio governo. Alguns têm o álibi do conservadorismo.</p>
<p>No parecer de um homem que foi seu membro por 15 anos, o con­tra-almirante Chester Ward, juiz superior da Marinha de 1956 a 1960, o CFR pode ser definido da seguinte maneira:</p>
<blockquote><p><em>«O desarmamento e a dissolução da soberania dos Estados Uni­dos e da independência nacional em prol de um governo mundial todo ­poderoso foi a única meta revelada a aproximadamente 95% dos 1.551 membros (do CFR em 1975). Há muitos outros planos e intentos que recebem o patrocínio do CFR; mas é altamente improvável que mais de 75 de seus membros os conheçam, ou que tais intentos tenham sido registrados por escrito.»</em></p>
<p><em>Essas metas (ainda secretas) são um tanto peculiares, e precisaría­mos abordá-Ias detalhadamente. O ponto focal é a crença na superioridade das capacidades individuais para a construção de uma ordem mundial em que um capitalismo esclarecido governaria toda a moeda corrente, todo o sistema bancário e de crédito, todo o processo de produção bem como as matérias primas. Essa ordem deve ser organizada por um governo (mundial) e supervisionada por seu próprio exército.»</em></p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><strong><em>(Pat Robertson, «The New World Order»)</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em><br />
</em></strong></p>
<h2>O que manda é o dinheiro</h2>
<p>Façamos uma pausa antes de novas citações. Um dos homens mais influentes nos Estados Unidos, ao mesmo tempo racionalista e conserva­dor, cristão e político, descreve abertamente o empenho de um grupo de pessoas para dominar o mundo. Mas não se trata de um racismo ideoló­gico desenfreado nem da imposição de uma única religião, ou de algum culto esotérico ou sociedade secreta – e sim de dinheiro! É o domínio dos interesses econômicos, acima de qualquer outra preocupação; é o abso­lutismo da maximização dos lucros contra os interesses sociais, culturais ou religiosos. Não são extraterrestres perversos nem hipotéticos mons­tros superpoderosos que almejam o controle da Terra, tomando-se mes­tres do mundo. É um determinado sistema que se encarrega disso – dinhei­ro, lucro, riquezas. Claro que seria um capitalismo “esclarecido”, pois, dessa forma, nem nós nem nossos vizinhos teríamos como protestar. Afi­nal, quem seria contra um maior bem-estar, mais empregos e produtos?</p>
<p><em>«Pois o que aproveitará </em>o <em>homem se ganhar </em><em>o</em> <em>mundo inteiro e perder a sua alma?» </em>(Mateus, 16:26). Este autor não considera a inter­pretação de Pat Robertson puro medo do futuro, mas sim algo que já está acontecendo no globo. Justamente por não se tratar de um único ditador ou de um pequeno grupo de “rebeldes”, e sim de um sistema “anônimo”, devemos sempre perguntar: que forças se escondem por trás dele? E repetindo um conceito já exposto aqui: esse esfor­ço para colocar o mundo sob o domínio de um capitalismo “esclareci­do”, não através da coerção e sim da sedução, não caiu do céu e não é um subproduto inevitável da evolução social. É muito mais provável que existam forças espirituais negras por trás de todo esse sistema, que se servem do caráter e da natureza humanos&#8230; Agora, voltemos ao CFR.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Suas reuniões</h2>
<p>Regularmente, o CFR faz reuniões secretas com seus membros e alguns poucos convidados escolhidos a dedo. Esporadicamente, há tam­bém uma reunião aberta para a qual a mídia é convidada – tanto repre­sentantes dos jornais quanto do rádio e da televisão – cujo objetivo é dar a impressão de que o CFR é um grupo inofensivo de cidadãos que se preo­cupam com as questões sociais. É compreensível que, através dessa es­porádica transparência, o grupo consiga disfarçar que o CFR, na verda­de, segue e impõe metas bem determinadas, o que nada tem a ver com métodos democráticos.</p>
<p>Eles têm, naturalmente, um trunfo nas mãos: não podem ser proibi­das decisões de organizações e grupos que, de uma forma ou de outra, dizem respeito ao bem-estar social. Não se pode tentar impedir – sem o risco de ferir de maneira ditatorial o desenvolvimento do indivíduo – que pessoas se filiem a grupos de interesses comuns e se empenhem em segui­-los. Os problemas começam depois, quando o grupo já não discute so­mente o interesse e o destino próprios, e sim os de inúmeras pessoas de vários países e continentes.</p>
<p>As sociedades secretas do estilo antigo já estão superadas. Diante dos olhos do público aturdido, intelectual e emocionalmente, desenrola-­se, há muito tempo, uma luta pelo poder, cujo objetivo é possuir o corpo e a alma das pessoas, tornando-as maleáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/Cecil-Rhodes.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9997" title="Cecil-Rhodes" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/Cecil-Rhodes.jpg" alt="" width="228" height="279" /></a>Antecedentes centenários</h2>
<p>No livro «O Establishment Anglo-americano»<em>, </em>seu autor, Dr. Carroll Quigley, descreve como o CFR americano tinha um predecessor concre­to na Inglaterra, 100 anos atrás:</p>
<blockquote><p><em>«Em uma tarde de inverno, em Londres, no mês de fevereiro de 1891, três homens reuniram-se para uma conver­sa franca. Dessa conversa, surgiram consequencias altamente significati­vas para o Império Britânico e o resto do mundo. Pois esses três homens organizaram uma sociedade secreta que por 15 anos seria uma das mais importantes forças para a formulação e realização da política britâni­ca no império e nas relações exteriores. Os três homens eram muito co­nhecidos na Inglaterra. O líder era Cecill Rhodes </em>[figura ao lado]<em>, um industrial riquíssimo e a personalidade mais importante no sul da África. O segundo era William T. Stead, o famoso jornalista que na época era o mais ávido por sensacionalismo. O terceiro homem era Reginald Baliol Brett posteriormente conhecido como Lorde Esher, um amigo e confidente da rainha Victoria, futuro e influente conselheiro dos reis Edward VII e George V.</em> <em>(&#8230;)</em> <em>Os três elaboraram um plano organizacional para uma sociedade secreta </em>[que ficou conhecida como a “Távola Redonda”]<em> e fize­ram uma lista de membros fundadores. O plano previa um círculo interno chamado “The Society of the Elect” (A Sociedade dos Eleitos), e uma esfera exterior que receberia o nome de “The Association of Helpers” (A associação dos Ajudantes). Dentro da “Sociedade dos Eleitos”, o poder real seria exercido através de um líder e uma “Junta dos Três”. O líder seria Rhodes, e a junta seria composta de Stead, Brett e Alfred Milner. Em concordância com essa decisão, Milner foi introduzido formalmente à sociedade por Stead.»</em></p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><strong><em>«The Anglo-American Establishment, From Rhodes to Cliveden» («O Establishment Anglo-americano, de Rhodes a Cliveden), de Carroll Quigley, 1981.</em></strong></p>
<p>Quigley prossegue esclarecendo como essa sociedade secreta, pura­mente britânica, serviu de modelo para o grupo norte-americano CFR.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3757" title="governo-oculto-pequwno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg" alt="" width="50" height="41" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Wolfing von Rohr</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos:</strong> Este post é parte do livro de Wolfing von Rohr, intitulado <strong>«Governo Oculto do Mundo»</strong>, de 2005, publicação da Editora Madras, SP. Introduzi subtítulos no texto a fim de facilitar e incentivar a leitura e o entendimento da matéria. Recomendo este livro, bem como os demais, listados abaixo, para todos aqueles que desejam seber, de fato, “como é que a banda toca” neste nosso mundo.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a><strong>Os livros a ler são:</strong> <strong>«Governo Oculto do Mundo»</strong>, de Wulfing von Rohr (Madras Editora Ltda., SP); <strong>«A Verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>, de Daniel Estulin (Editora Planeta do Brasil Ltda.); <strong>«A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas Hagger (Editora Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do Poder»</strong>, de Pablo Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>, de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagens: </strong>bibliotecapleyades.net; e http://www.notablebiographies.com<img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></p>
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		<title>Teorias conspiratórias</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/governo-oculto-do-mundo-i-%e2%80%93-teorias-conspiratorias-e-as-elites-w-von-rohr/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 21:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedades secretas]]></category>

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		<description><![CDATA[Existiriam sinistros complôs para o domínio do mundo, engendrados por chefes da Máfia à la AI Capone, com óculos escuros e charutos, a portas fechadas? Ou as conspirações surgem disfarçadamente em meio às conferências oficiais de órgãos como o Fundo Monetário Internacional e dos bancos mundiais, como a “Conferência de Outono” em Praga, em setembro/2000, as quais – segundo os críticos – visam a globalização econômica e, inevitavelmente, a exploração do Terceiro Mundo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3767" title="solereditora.com.br-madras-editora-peq" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif" alt="" width="73" height="141" /></a>Como devemos imaginar as conspirações?</h2>
<p>Existiriam sinistros complôs para o domínio do mundo, engendrados por chefes da Máfia à la AI Capone, com óculos escuros e charutos, a portas fechadas? Ou as conspirações surgem disfarçadamente em meio às conferências oficiais de órgãos como o Fundo Monetário Internacional e dos bancos mundiais, como a “Conferência de Outono” em Praga, em setembro/2000, as quais – segundo os críticos – visam a globalização econômica e, inevitavelmente, a exploração do Terceiro Mundo?</p>
<p>Será que magos de uma confraria negra se comunicam telepaticamente entre si e decidem sobre a forma de expandir seu campo de influência? Ou será que se reunem também os chamados “mestres ascensionados”, anjos e seres de luz, em recantos astrais de uma terra como <em>Shamballa</em>, ou outros planos espirituais, para direcionar o destino do mundo?</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/i.s8.com_.br-governo-oculto-do-mundo.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3756" title="i.s8.com.br-governo-oculto-do-mundo" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/i.s8.com_.br-governo-oculto-do-mundo-207x300.jpg" alt="" width="228" height="331" /></a>Uma observação sobre as teorias de conspirações</h2>
<p>No livro «The Secret Govemment»<em> </em>(«O governo Secreto»), o autor Cooper diz: <em>«Em toda a história, os alienígenas (extraterrestres) têm manipulado e controlado a raça humana, por intermédio de sociedades secretas, religiões, cultos satânicos e movimentos ocultos. O quartel­-general da conspiração internacional é em Genebra, Suíça. O grupo controlador é formado por representantes dos governos participantes, bem como por membros-executivos do grupo, que são conhecidos como “os construtores»</em>.</p>
<p>Os motivos e as ações reais de grupos em cujas mãos se concentra enorme poder econômico e informativo fazem surgir teorias obscuras de pactos entre indivíduos reais dos vários períodos históricos – [até] com seres extraterrestres e cultos satânicos abstratos. Parece que valeria a pena, afinal, silenciar totalmente a sincera pergunta sobre a natureza das forças que se escondem por trás desses fenômenos.</p>
<p>Em uma versão moderna, o espaço virtual da Internet tal vez tenha ocupado o campo dificilmente acessível da telepatia e do plano astral. Se pensarmos nos muitos conteúdos de variados <em>sites </em>da rede, desde pornografia infantil até propaganda racista e disseminação do ódio, que podem levar inclusive ao assassinato, compreendemos que o melhor lugar para uma conspiração hoje em dia é a <em>world wide web. </em></p>
<p>Conspirações podem ser encontradas em praticamente todos os campos, menos ou mais inteligentes, menos ou mais óbvias. Os cartéis das multinacionais para controlar o mercado mundial, determinar o padrão industrial e decidir pelos preços que lhes são mais favoráveis podem ser considerados “conspirações”. O mesmo se aplica aos tecelões do século 14, que se tomaram o clã mais influente na Europa e seu poder econômico e comercial exerceu influência inclusive sobre o imperador e todo o reino. Apresentaremos a seguir um resumo das organizações bem terrenas e tangíveis, que sempre estiveram envolvidas em uma ou outra conspiração.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/storage.imageloop.com-piramide-capitalista.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3890" title="storage.imageloop.com-piramide-capitalista" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/storage.imageloop.com-piramide-capitalista-242x300.jpg" alt="" width="242" height="300" /></a>As elites e suas metas</h2>
<p>Será correto desconfiarmos que todos os membros de grupos de elite, composto de pessoas influentes, sejam necessariamente guiados pelo mal? Claro que não. Devemos, entretanto, conhecer modelos de como “funcionam” os círculos internos e externos. Este autor cita aqui um des­ses modelos, com uma analogia a uma tábua de tiro ao alvo.</p>
<p>O olho ou o ponto preto no centro: lá, ficam os poucos líderes que realmente tomam as decisões e estão bem informados sobre tudo o que tem ligação entre a globalização e suas verdadeiras metas. David Rockefeller, por exemplo, pertence a essa categoria; mas como obvia­mente nada nesse sentido é declarado à imprensa, só se pode especular.</p>
<p>O círculo interno: esse grupo é constituído pelos respectivos secretá­rios e diretores dos três grupos de elite &#8211; Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral e o CFR &#8211; Council on Foreign Relations – bem como de membros que pertençam às três organizações. Eles podem ser informados sobre cerca de 90% das metas, bases e medidas das campa­nhas de globalização, e possuem bastante poder.</p>
<p>O círculo do meio: esse é o grupo dos membros líderes e dos execu­tivos, além dos membros “comuns” que participem de duas organizações. Eles têm acesso a aproximadamente 80% das informações e estão envol­vidos somente até uma certa extensão das campanhas de globalização.</p>
<p>O círculo externo: a filiação de membros dessa categoria serve ape­nas para dissimular as verdadeiras intenções do grupo; geralmente eles pertencem somente ao CFR. Devem ter acesso a não mais que 50% das informações (talvez menos). Uma boa parte desses membros só o é por motivos sociais ou para satisfação do ego. Provavelmente, desistiriam da filiação se soubessem quais são as verdadeiras metas dos grupos de elite. Um exemplo é o ator de Hollywood Douglas Fairbanks, Jr., que prova­velmente não passa de uma figura decorativa. Um membro do CFR, Ben L. Wauenberg, declarou em 29 de agosto de 1995, durante uma entrevis­ta no canal de TV do governo <em>C-Span: «Eu me confesso culpado de ser membro do CFR, e pago pela filiação, mas nunca ou raramente par­ticipo de suas reuniões». </em>Se ele disse a verdade, e não estava apenas seguindo as orientações do próprio CFR com uma desculpa para não revelar nada, então Wattenberg é um exemplo dos membros do círculo externo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Os principais “clubes” oligárquicos</h2>
<p>O Grupo Bilderberg e a Comissão Trilateral são socieda­des internacionais cujas metas aparentes são benéficas e inofensivas; mas que, na verdade – segundo os críticos – escondem intenções obscuras. Elas propõem um trabalho conjunto entre América do Norte, Europa e Japão, querem melhorar a economia e alegam estar fazendo um bem para a humanidade. Mas o que não revelam é que tais objetivos só lhes servem se elas próprias determinarem a estrutura da economia e definirem os meios financeiros para aplicá-Ia.</p>
<p>Exatamente por esse mo­tivo, surge a crítica de que essas sociedades almejam o domínio absolu­to das nações, de suas indústrias e capacidade de produção. Daí, basta um passo para o controle total dos indivíduos e de seu poder de deci­são.</p>
<p>Quanto ao CFR, este é um grupo praticamente só de americanos que formula e impõe uma política de relações exteriores e econômica que lhes dá praticamente poder sobre o mundo todo. É parte de uma ema­ranhada rede de controle que aparentemente visa apenas a uma melhor comu­nicação. Sua verdadeira intenção – impor o domínio norte-americano na política, no milatarismo, na economia e no espírito da época – não é revelada.</p>
<p>Nos bastidores da Comissão Trilateral e sobretudo do CFR, en­contram-se a Skull &amp; Bones<em> </em>e o Bohemian Club<em>. </em>Em nome da política americana e do domínio dos Estados Unidos sobre o mundo, os dois grupos reúnem indivíduos de grande influência (Bohemian Club)<em> </em>e estudantes com esperança para o futuro (Skull &amp; Bones).</p>
<p>O Fundo Mo­netário Internacional e o Banco Mundial são os dois mais conhecidos “braços” ou “mãos” da Comissão Trilateral, do Grupo Bilderberg e do CRF, usados para impor suas decisões nos países que sejam de seu interesse. Obviamente, é con­testado que o FMI, o Banco Mundial e seus subalternos e representan­tes façam acordos nos bastidores.</p>
<p>Seriam as sociedades supracitadas, sem dúvida as mais poderosas no mundo todo, embora existam inúmeras outras, “o topo do mastro”? De forma alguma. Atrás delas e de seus interesses há outros grupos. Ocultas em suas bases espirituais operam forças totalmente diferentes&#8230;<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3757" title="governo-oculto-pequwno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg" alt="" width="50" height="41" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Wulfing von Rohr</strong></em></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/s3bar.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/newrule2.gif"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a><strong>Créditos: </strong>Este post é parte do livro de Wolfing von Rohr, intitulado <strong>«Governo Oculto do Mundo»</strong>, de 2005, publicação da Editora Madras, SP. Introduzi subtítulos no texto, bem como mudei a sequência de alguns parágrafos a fim de facilitar a leitura e o entendimento da matéria. Recomendo este livro, bem como os demais, listados abaixo, para todos aqueles que desejam seber, de fato, “como é que a banda toca” neste nosso mundo.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a><strong>Os livros a ler são:</strong> <strong>«Governo Oculto do Mundo»</strong>, de Wulfing von Rohr (Madras Editora Ltda., SP); <strong>«A Verdadeira   História do Clube  Bilderberg»</strong>,  de Daniel Estulin (Editora Planeta do   Brasil Ltda.);  <strong>«A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do  Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas Hagger (Editora  Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do Poder»</strong>, de Pablo  Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>,  de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2489" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagens: </strong>i.s8.com.br; e storage.imageloop.com.</p>
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		<title>O Grupo Bilderberg</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 21:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
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		<description><![CDATA[No começo da década de 1950, a CIA ajudou a criar e financiar as Conferências Bilderberg. Nos Estados Unidos, acredita-se, ainda hoje, que a CIA está por trás da estruturação do Grupo Bilderberg. O príncipe Bernardo da Holanda presidiu o grupo até 1974, quando se envolveu em um escândalo e foi retirado do posto. O filósofo e filantropo polonês, Dr. Joseph Retinger, foi nomeado primeiro secretário e presidiu o grupo até sua morte, ainda no mesmo cargo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3767" title="solereditora.com.br-madras-editora-peq" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif" alt="" width="60" height="115" /></a>John J. McCoy, ex-presidente da <em>CFR </em>(<em>Council on Forêtgn Relations, </em>ou Conselho para Relações Exteriores) e presidente executivo do Chase Manhattan Bank, utilizou-se de sua posição como coordena­dor de infornações para o governo norteamericano, para montar uma organização que ficou conhecida mais tarde pelo nome de OSS (<em>Office ofStrategic Services </em>- Escritório Para Serviços Estratégicos). Sur­giu em 1941 e foi dirigida, primeiramente, por Bill Donovan. Em 1947, através de uma “lei de segurança nacional” (<em>National Security Act</em>)<em>, </em>o escritório de McCoy foi reestruturado e passou a chamar-se CIA – um novo órgão de serviços secretos. A lei de 1947 determinava que as ativi­dades da CIA seriam imunes a todas as investigações civis ou criminais. Em 1950, o general Walter Bedel Smith tomou-se diretor da CIA.</p>
<p>No começo da década de 1950, a organização ajudou a criar e financiar as Conferências Bilderberg. Nos Estados Unidos, acredita-se, ainda hoje, que a CIA está por trás da estruturação do Grupo Bilderberg. O príncipe Bernardo da Holanda presidiu o grupo até 1974, quando se envolveu em um escândalo e foi retirado do posto. O filósofo e filantropo polonês, Dr. Joseph Retinger, foi nomeado primeiro secretário e presidiu o grupo até sua morte, ainda no mesmo cargo.</p>
<p>Esses indivíduos supracitados organizaram assembléias que fica­ram conhecidas corno “Conferências Bilderberg”, e despertaram muita controvérsia.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/daqualcheparte.files_.wordpress.com-bilderberg2008.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3887" title="daqualcheparte.files.wordpress.com-bilderberg2008" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/daqualcheparte.files_.wordpress.com-bilderberg2008-300x227.jpg" alt="" width="300" height="227" /></a>As Conferências Bilderberg</h2>
<p>A idéia das Conferências Bilderberg surgiu no início dos anos 1950. Depois da Segunda Guerra Mundial, o mundo ficou dividido em dois blo­cos controlados por duas superpotências – o Ocidente e o Oriente. Nos países ocidentais, as elites do poder perceberam a necessidade de traba­lhar juntas, para definir seu valores éticos e instituições democráticas, garantindo sua independência da ameaça do comunismo.</p>
<p>O famoso Plano Marshall, financiado pelos Estados Unidos para a reconstrução da Europa Ocidental no período pós-guerra, e a criação da OTAN são exemplos desse esforço conjunto por parte de setores da economia e dos militares.</p>
<p>Algumas elites dos dois lados do Atlântico queriam, no entanto, reu­nir ex-representantes de países – que não estivessem ocupando nenhum cargo governamental no momento – e, dessa forna, por intennédio de um trabalho de conscientização (e, claro, de persuasão), fortalecer metas econômicas e militares. Essas reuniões proporcionariam um quadro geral da situação do mundo, que levaria, “automaticamente”, a ações parale­las – sem, no entanto, a definição de detalhes.</p>
<p>Os partidários desse princípio consideram-no um curso de ação legí­timo e inofensivo. Já os céticos podem ver nele o primeiro estágio do desenvolvimento de uma “nova ordem mundial” e a semente de uma cons­piração global para dominar os continentes e suas populações.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O início</h2>
<p>A primeira dessa série de conferências que reuniram europeus e ame­ricanos para discutirem a situação do mundo ocorreu de 29  a 31/maio [1954] no Hotel Bilderberg, em Oosterbeek, Holanda, e foi presidida pelo prín­cipe Bernardo. Desde então, esse tipo de conferência recebe o nome de “Bilderberg”, mesmo que seja feita em outros lugares, e os participantes são chamados de <em>“bilderbergers”</em>.</p>
<p>Nessas reuniões, ou conferências, nada se registra em papel e nin­guém é eleito por voto para função alguma. Elas não são abertas ao públi­co, e os participantes não podem levar conselheiros; tampouco são feitas declarações à imprensa.</p>
<p>Esse esquema dá margem a todo tipo de especulação, pois, por um lado, os participantes são personalidades de alto escalão no mundo e, por outro, aparentemente nada é decidido. As reuniões são secretas, mas sabe-se que nelas são discutidos temas vitais para todo o globo e algumas metas fundamentais são definidas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Os “bilderbergers”</h2>
<p>O “sucesso” das reuniões estratégicas dessas elites depende do posto ou da posição que ocupam seus participantes [em seus países ou no mundo]. Por isso, entre eles estão personalidades líderes da indústria e do comércio, da economia, dos sindicatos, da educação, além de militares e autoridades governamen­tais.</p>
<p>Entretanto, ninguém é convidado na qualidade de representante oficial de seu setor, ministro ou general, e sim como pessoa física. Os participantes não refletem a opinião de suas organizações, nem podem a elas se reportar. Praticamente todos os políticos, economistas, líderes sindicais, cientistas e militares de destaque da América do Norte e Eu­ropa, que provaram ter uma determinada posição conservadora e po­diam ser nomeados para cargos de poder, são convidados no decor­rer do ano. Reis e rainhas, chanceleres e primeiros-ministros, presiden­tes e príncipes, secretários de Estado e embaixadores, industriais e banqueiros, líderes de mídia e investidores poderosos pertencem ao círculo dos participantes escolhidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A participação da mídia</h2>
<p>Embora a imprensa nunca participe e não haja uma única declaração oficial para a imprensa sobre a pauta das conferências, pessoas de confiança e alta posição na mídia costumam ser convidadas, particularmente dos Estados Unidos.</p>
<p>Alguns nomes são bastantes conhecidos na Europa Ocidental: Peter Jennings (<em>ABC World News</em>);<em> </em>Bill Moyers (ex-diretor do CFR-Council on Foreign Relations);<em> </em>William F. Buckley (redator-chefe da <em>National Review</em>);<em> </em>Henry Anatole Grunwald (ex-redator-chefe da <em>Time</em>); Mortimer B. Zuckerman (reda­tor-chefe do <em>US News </em><em>&amp;</em> <em>World Report</em>);<em> </em>Robert L. Bartley (vice-presi­dente do <em>Wall Street Journal</em>); Katherine Grahan (editora do <em>Washing­ton Post</em>).</p>
<p>A maioria também é membro do CFR. De acordo com os ditames das conferências Bildeberg, nenhum dos convidados da imprensa di vulga o teor das reuniões.</p>
<p>O boletim informativo americano <em>The Spotlight </em>diz que o Círculo Bilderberg anda preocupado porque cada vez mais informações sobre sua existência, seus participantes e locais de encontro têm chegado aos ouvidos do público. Isso se deve, principalmente, ao fato de os participan­tes serem indivíduos de poder e influência [internacional] – despertando a suspeita de que o Grupo tem potencial para exercer controle estratégico e econômico e um domínio mundial fascista.</p>
<p><em>The Spotlight </em>descreve (ou afirma) que os <em>bilderbergers</em> atrapalharam a ascensão ao poder do extremista de direita francês Jean-Marie Le Pen. Le Pen e sua <em>Front Nationale </em>haviam ganhado com louvor várias eleições, conquistaram até 15% dos votos e deixaram o <em>establishment </em>inseguro. Os <em>bilderbergers</em> (segundo o boletim america­no), temiam que a vitória de Le Pen e dos nacionalistas ajudasse outros grupos europeus de extrema direita a serem eleitos também, o que pode­ria restringir o “comércio mundial livre”.</p>
<p>Forças nacionais – que, naturalmente, colocam em primeiro lugar os interesses de sua nação, economia e empreendimentos – batem de frente com os objetivos das empresas multinacionais, as quais não se comprometem com nenhum país, regime ou – para falarmos em tom reprovador­ – senso de moral, interessadas como estão somente em inundar o mercado mundial com seus produtos. Os nacionalistas não aceitam, facilmente, a exploração de suas indústrias, economias e mão-de-obra nacionais, pelas multinacionais.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Como exemplo, o caso austríaco</h2>
<p>Independentemente de discordarmos ou concordarmos com as po­sições de Le Pen ou dos extremistas em geral, consideremos agora as sanções contra a Áustria por causa de seu líder Jörg Haider, populista de direita, eleito com cerca de 27% dos votos [em 1999].</p>
<p>De repente todas as asserções de democracia foram esquecidas. De uma hora para outra, a palavra final não era mais dos eleitores. Em vez dela, entrava em voga a mágica de quatorze chefes de Estado que tiraram da cartola uma <em>«comunidade regida por valores»</em>. E para eles pouco importavam, de fato, os valores da Áus­tria como um todo ou de um governo eleito pelo povo. [Em 1999 torna-se candidato a Chanceler Federal para 2000, mas a União Europeia obriga a Áustria a cancelar a sua nomeação devido às suas tendências de extrema-direita (Wikipedia)].</p>
<p>Enquanto isso, na Alemanha, os cemitérios judaicos estavam sendo depredados e as lápides pichadas com a suástica; albergues para estrangeiros pegavam fogo e pessoas morriam; e os <em>skinheads</em> caçavam, espancavam ou matavam ci­dadãos negros ou estrangeiros. Nos primeiros dez meses, a polícia regis­trou mais de mil delitos contra pessoas e propriedades, minorias reli­giosas e étnicas – mas, por acaso, foram cogitadas sanções contra a Ale­manha?</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Paralelamente, outros abusos de extrema direita, impunes</h2>
<p>Embora na Áustria também tenham sido cometidas agressões contra grupos minoritários, foi justamente a Áustria o país a receber o maior número de refugiados da ex-Iugoslávia. A Guardia Civil<em> </em>espanho­la, por outro lado, permaneceu inativa antes da virada do milênio, enquanto, diariamente, centenas de espanhóis atacavam, saqueavam e atea­vam fogo em lojas de marroquinos legais no país, chegando a ameaçar sua integridade física e até suas vidas.</p>
<p>A Áustria também teve sua dose de cinismo, pois enquanto se dividia, e o ministro das Relações Exteriores, Fischer, milagrosamente convertido de opositor a superparlamentar, recusava-se a estender a mão à sua colega confessa, não hesitou em cum­primentar, formalmente, o recém-eleito presidente russo Putin. Também o primeiro-ministro britânico Blair apressou-se em cumprimentar Putin, calorosamente. Um homem que fora responsável pelo massacre de milhares de pessoas na Chechênia tem direito – porque é poderoso – a uma súbita amizade política; um chanceler como Schüssel, que não comandou batalhões, é privado da honra.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Exceção e cinismo</h2>
<p>Uma exceção louvável nesse jogo pérfido foi o presidente e ministro Edmund Stoiber, natural da Baviera, que desde o começo condenou as sanções impostas contra a Áustria.</p>
<p>É certamente um absurdo que <em>palavras </em>sejam sancionadas enquanto <em>atos vis </em>sejam, passivamente, observados e não são sequer criticados.</p>
<p>Na Dinamarca e nos Esta­dos Unidos, as leis não proíbem piadas racistas nem a utilização do sím­bolo nazista, tampouco proíbem <em>sites </em>na Internet de extrema direita, por causa da “liberdade de expressão”; no entanto, proibe-se, na Áustria, um governo legitimamente eleito pelo povo – provavelmente por­que esse governo não compactue de toda a ilusão do euro? Talvez por­que Viena, como ponto de apoio do Ocidente, prove ser capaz de sobre­viver com os novos candidatos da adesão?</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><em>«Cui bono?» </em></h2>
<p>A quem realmente interessa a gigantesca manobra enga­nadora da Europa em torno do novo governo austríaco? O que se escon­de por trás disso? Um desvio dos verdaderios problemas da Europa?</p>
<p>Seria a Áustria um bode expiatório muito bem-vindo, pronto para ser espancado por suas tendências populistas e nacionalistas antes que os populistas e nacionalistas da Alemanha e de outras nações européias ga­nhem coragem e comecem a lutar por seus interesses? O esforço nacional estaria perturbando os círculos financeiros, a globalização, as multinacionais e as elites mundiais?</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Outro exemplo suspeito</h2>
<p>Pensemos num episódio idêntico, no qual Kurt Waldheim fora eleito com a maioria dos votos para o cargo de secretário­-geral das Nações Unidas. Ele era necessário para um equilíbrio das for­ças políticas mundiais. Depois, porém, nem bem fora eleito, democratica­mente, presidente da Áustria [1986], começaram a ser denunciadas “manchas negras” em seu passado. Por que elas não foram reveladas antes, na épo­ca de sua eleição para as Nações Unidas? Pura hipocrisia, puro oportu­nismo – mas o público não percebe nada disso.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Um do topo</h2>
<p>Segundo o <em>Spotlight</em>,<em> </em>Peter D. Sutherland, chefe do Goldman Sachs International<em>, </em>está no “topo da globalização”. O Goldman Sachs é um dos maiores bancos de investimento do mundo. Seria do interesse dos bancos de investimentos que operam mundialmente reduzir os negócios privados e deixar para os bancos locais uma “fatia do bolo” das fusões?</p>
<p>A força motriz por trás da União Européia e do euro é a mesma que impulsiona as campanhas de globalização da economia: os partidários da “nova ordem mundial” – sejam eles economistas ou militares, autoridades do governo ou cientistas.</p>
<p>No belo novo mundo, instituições supranacionais “administrarão” a economia global. Nações que se apegam à própria identidade deverão abrir mão, pelo menos em parte, de sua soberania. Logo não estaremos longe de um governo mundial que não poupará esforços para controlar cada um de seus cidadãos.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3757" title="governo-oculto-pequwno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg" alt="" width="50" height="41" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Wulfing von Rohr</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><br />
</a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/s3bar.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3956" title="s3bar" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/s3bar-300x15.jpg" alt="" width="300" height="15" /></a><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos: </strong>Este post é parte do livro de Wolfing von Rohr, intitulado <strong>«Governo Oculto do Mundo»</strong>, de 2005, publicação da Editora Madras, SP. Introduzi subtítulos no texto, bem como mudei a sequência de alguns parágrafos a fim de facilitar a leitura e o entendimento da matéria. Recomendo este livro, bem como os demais, listados abaixo, para todos aqueles que desejam seber, de fato, “como é que a banda toca” neste nosso mundo.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"></a><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os livros a ler são:</strong> <strong>«Governo Oculto do Mundo»</strong>, de Wulfing von Rohr (Madras Editora Ltda., SP); <strong>«A Verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>, de Daniel Estulin (Editora Planeta do Brasil Ltda.); <strong>«A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas Hagger (Editora Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do Poder»</strong>, de Pablo Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>, de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagem: </strong>daqualcheparte.files.wordpress.com<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3856" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
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		<title>A Comissão Trilateral</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 21:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre as quase quatrocentras “fábricas de pensamentos” espalhadas pelo globo, a Comissão Trilaterial é a mais influente. Cerca de 300 membros reúnem-se uma vez por ano, em locais diferentes. Após cada encontro, a Comissão publica documentos sobre os temas e implementações. O relatório de 1995, por exemplo, intitulava-se «Engaging Russia» («Fazendo a Rússia Participar»), ao qual foi acrescentado em 1996 o subtítulo «Mantendo a Segurança Energética em um Contexto Global para a Globalização e os Mercados de Trabalho Trilaterais: Evidên­cias e Implicações». A comissão tem três escritórios: em Nova York, Tó­quio e Paris. Seus dirigentes são economistas com poder de decisão. Mas como surgiu uma organização “trilateral”, com sede na América do Nor­te, na Europa e no Japão?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3767" title="solereditora.com.br-madras-editora-peq" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/solereditora.com_.br-madras-editora-peq.gif" alt="" width="60" height="115" /></a>Entre as quase quatrocentras “fábricas de pensamentos” espalhadas pelo globo, a Comissão Trilaterial é a mais influente. Cerca de 300 membros reúnem-se uma vez por ano, em locais diferentes.</p>
<p>Após cada encontro, a Comissão publica documentos sobre os temas e implementações. O relatório de 1995, por exemplo, intitulava-se <em>«Engaging Russia» </em>(<em>«Fazendo a Rússia Participar»</em>), ao qual foi acrescentado em 1996 o subtítulo <em>«Mantendo a Segurança Energética em um Contexto Global para a Globalização e os Mercados de Trabalho Trilaterais: Evidên­cias e Implicações».</em></p>
<p>A comissão tem três escritórios: em Nova York, Tó­quio e Paris. Seus dirigentes são economistas com poder de decisão. Mas como surgiu uma organização “trilateral”, com sede na América do Nor­te, na Europa e no Japão?</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/4.bp_.blogspot.com-comissao-trilateral.png"><img class="alignright size-full wp-image-3975" title="4.bp.blogspot.com-comissao-trilateral" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/4.bp_.blogspot.com-comissao-trilateral.png" alt="" width="197" height="200" /></a>Como surgiu a Comissão Trilateral</h2>
<p>Em 1973, David Rockefeller convidou Zbigniew Brzezinski, mais tarde conselheiro de segurança do presidente Jimmy Carter, para ser diretor de uma organização composta pelos mais influen­tes líderes políticos e industriais do mundo. Ele a chamou de Comissão Trilateral (TC, <em>Trilateral Comission).</em></p>
<p>Em 1994, a Comunidade Européia, a América do Norte (Estados Unidos e Canadá) e o Japão – os três redutos democráticos mais importantes desde aquela época (1973) – montaram, finalmente, os três escritóri­os da TC. Ela tem hoje aproximadamente 325 membros dessas três re­giões – personalidades importantes exercendo inúmeras e variadas funções de liderança.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/4.bp_.blogspot.com-desconfianca.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3974" title="4.bp.blogspot.com-desconfianca" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/4.bp_.blogspot.com-desconfianca-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Objetivos, aparentemente, nobres</h2>
<p>A meta da TC no auge da Guerra Fria era combater o peri­go de aniquilação global através de uma guerra atômica e um conflito generalizado entre os regimes, formando um grupo não oficial de líderes de diferentes países, os quais se reuniriam para discutir os problemas, elabo­rar possíveis soluções, e levar propostas aos seus países de origem, utili­zando-se de seu poder de influência. A Europa e o Japão deveriam ter uma participação mais decisiva no desenvolvimento e nas oportunidades comerciais em todo o mundo, pois os Estados Unidos não conseguiam mais dominar o cenário internacional sozinhos.</p>
<p>Nas próprias palavras da TC: <em>«&#8230;uma forma mais subdividida de liderança – que inclua a Europa (Ocidental) e, principalmente, o Japão, ­seria útil ao sistema internacional para que este lide de maneira eficaz com as exigências do ano seguinte. Essas intenções</em> (em<em> </em>1973, quando a cri­ação da TC foi formulada)<em>, determinam as bases do trabalho da Comis­são. O crescimento do Japão e o progresso da Comunidade Européia nos últimos vinte anos – particularmente no setor econômico – confir­mam a visão dos fundadores da Comissão. Ao mesmo tempo, o fim da Guerra Fria exige uma nova visão, que alcance novos parceiros nos anos que estão por vir. As chances são notáveis; e, com o bem-vindo fim da antiga ameaça soviética, dissolve-se parte da “cola”, que mantinha nossas regiões </em>(América do Norte, Europa e Japão)<em> </em><em>coesas. Sobreviver às exigências da futura capacidade de liderança é o ponto central dos esfor­ços da Comissão Trilateral. A Comissão geral reúne-se uma vez ao ano ­1992 em Lisboa, 1993 em Washington, 1994 em Tóquio.»</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>(de um comunicado oficial da TC, em março de 1994; os trechos entre parênteses são do autor)</em></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Uma nova ordem mundial?</h2>
<p>Não é visível aqui o nascimento de uma nova ordem mundial, engen­drada pelos Estados Unidos e por eles liderada, da qual participam a Europa Ocidental e o Japão, por causa de seu crescimento econômico, na condição de assumirem posições de líderes subalternos, certamente mais cômoda para o primeiro líder do que se os outros dois redutos permanecessem independentes, entrando em concorrência? Vej a a seguinte visão crítica da TC:</p>
<p><em>«Em 1970, um jovem intelectual polonês chamado Zbigniew Brzezinski previu o crescimento da economia do Japão e da Europa pós- guerra. Brzezinski idealizou as teorias de Karl Max. Em seu livro</em> <em>«Between Two Ages» </em>(<em>«Entre Duas Eras»</em>)<em>, bem como em suas publicações posteriores, ele argumentava que a política de equilíbrio do poder </em>(entre dois blocos)<em> </em><em>estava superada, e já estava na hora de se criar a política de uma ordem para todo o mundo.</em> <em>A ordem mundial inicial deveria consistir de uma união econômica trilateral entre Japão, Europa e Estados Unidos. David Rockefeller deu todo apoio financeiro a Brzezinski e criou uma organiza­ção a qual denonimou Comissão Trilateral, oferecendo ao intelectual po­lonês o cargo duplo de primeiro secretário e diretor.»</em></p>
<p><em>«As metas oficiais da Comissão Trilateral são: realizar um trabalho estreito e conjunto para promover a paz, orientar a economia mundial, promover o desenvolvimento econômico e minimizar a pobreza do mun­do. Todo esse esforço conjunto aumentará as chances da frágil e pacífica evolução do sistema global.»</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>(extraído de </em></strong><strong><em>The New World Order, de Pat Robertson, conhe­cido conservador e evangelista em programas na televisão,Dallas, Texas, 1991; citação do site www.4rie.com)</em></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Membros comuns ao CFR</h2>
<p>O autor James Perloff diz em seu livro <em>«The Shadows of Power»</em> (<em>«As Sombras do Poder»</em>): <em>«Como começou a TC? &#8230;Com uma recomendação de que líderes e pessoas de influência dos Estados Unidos, da Europa Ocidental e do Japão deveriam reunir-se regularmente. No mesmo ano, Brzezinski expressou esse e outros pensamentos inter-relacionados em seu livro «Between Two Ages». Brzezinski parece ser um clássico exemplo de membro do CFR</em> (Council of Foreign Relations<em>) </em><em>– um globalista com tendências comunistas. Ele explica que <sup>«</sup>soberania nacional não é mais uma fundação viável<sup>»</sup> e o <sup>«</sup>marxismo representa um passo vital e criativo no desenvolvimento da visão universal do homem. O marxismo é a vitória do homem externo e ativo sobre o interno e passivo; ou seja, a vitória da lógica sobre a fé<sup>»</sup>.»</em></p>
<p><em>«A Comissão Trilateral foi fundada formalmente em 1973, e era com­posta de personalidades líderes da indústria, dos bancos, dos governos e da mídia originários da Europa, Estados Unidos e Japão. David Rockefeller foi o presidente-fundador, e Brzezinski, o diretor-fundador da filial ame­ricana, cuja maioria dos membros faz parte do CFR. David Rockefeller explicou em uma declaração ao Wall Street Journal que <sup>«</sup>a Comissão Trilateral é um grupo de cidadãos conscientes que têm interesse em me­lhorar o entendimento e a cooperação entre os países unidos, dando-lhes constante apoio<sup>»</sup>.»</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>(Perloff, </em></strong><strong><em>The Shadows of Power)</em></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Não existe almoço grátis&#8230;</h2>
<p>Contudo, a Comissão não foi – e nem é – totalmente inofensiva, como podemos verificar nos artigos de Jeremiah Novak (e de outros editores e articulistas), no periódico <em>Atlantic</em>, em julho de 1977: <em>«O interesse princi­pal dos trilateralistas com relação à economia internacional não é altruísta, pois a crise do petróleo obrigou muitos países em desenvolvimento a se endividar, em condições duvidosas quanto à capacidade de pagar o débito. Se fizermos um cálculo geral, veremos que os bancos privados multinacionais, particularmente o Rockefeller Chase Manhattan, empres­taram quase 52 bilhões de dólares a esses países. Um novo e restruturado FMI</em><strong> </strong>(Fundo Monetário Internacional) <em>deveria abrir uma nova fonte de crédito para essas nações, o que deixaria os grandes bancos privados livres do anzol. Essa proposta é a pedra fundamental da Comissão Trilateral. O senador Barry Goldwater a expressou de maneira menos misericordiosa. Em seu livro «With No Apologies» </em>(<em>«Sem Desculpas»</em>)<em>, ele chama a comissão de <sup>«</sup>A mais recente cabala internacional de David Rockefeller<sup>»</sup> e escreve: <sup>«</sup>Ela serve de veículo para a consolidação interna­cional dos interesses industriais do comércio e dos bancos, assumindo o controle político do governo dos Estados Unidos<sup>»</sup>.»</em></p>
<p><em>«Muitos acham que a Comissão Trilateral é uma continuação do mo­vimento Illuminati, que luta pelo domínio do mundo. De qualquer forma, não resta dúvida que a comis­são é um lobby poderoso para o patrocínio das empresas multinacionais e que já conquistou a influência necessária na política, sobretudo america­na. Pouco depois da criação da TC, um trilateralista foi eleito presidente dos Estados Unidos: Jimmy Carter.»</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/img.youtube.com-david-rockefeller.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3976" title="img.youtube.com-david-rockefeller" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/img.youtube.com-david-rockefeller-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Fontes americanas informam</h2>
<p><em>«Em </em><em>1973</em>, <em>Carter encontrou-se com </em>o <em>presidente do CFR, David Rockefeller, na sede do Conselho em Tarrytown, Nova York. Zbigniew Brzezinski estava presente e ajudou Rockefeller a inspecionar candi­datos para a Comissão Trilateral. Mais tarde, Brzezinski informaria a Peter Pringle, do London Sunday Times, que <sup>«</sup>ficamos muito im­pressionados pelo fato de Carter </em>(na época, governador da Geórgia) <em>ter aberto representações comerciais em Bruxelas e Tóquio. Era algo que se encaixava peifeitamente no conceito da Comissão Trilateral<sup>»</sup>.»</em></p>
<p>Carter foi um dos membros fundadores da Comissão Trilateral – o que determinou seu destino. Citando novamente o senador Barry Goldwater em seu livro:</p>
<p><em>«David Rockeffeler e Zbigniew Brzezinski decidiram que Carter se­ria seu candidato ideal. Eles o ajudaram a conquistar a indicação </em>(pelo Partido Democrático)<em> </em><em>e a Presidência</em> (através das eleições)<em>. </em><em>Para al­cançarem sua meta, eles mobilizaram o poder monetário dos banqueiros de Wall Street, a influência intelectual da comunidade acadêmica – cujas instalações de pesquisas estavam entre as maiores fundações isentas de imposto – e os líderes da mídia, todos representantes do CFR e da Comissão Trilateral.»</em></p>
<p>Sete meses antes da indicação do Partido Democrático, uma pes­quisa Gallup apurou que menos de 4% dos democratas apoiariam Carter para a presidência. Entretanto, da noite para o dia, ele se tornou o candi­dato oficial. Esse fato demonstra claramente a existência dos poderes de uma elite que, no estilo das sociedades secretas, usa de todos os métodos para alcançar seus interesses. Eles poderiam, praticamente, fazer de qual­quer um presidente, assim como destruir ou atrapalhar qualquer candida­to. Carter teve apoio e ganhou. Goldwater, mais conhecido e apreciado – a despeito de sua angularidade populista de direita – perdeu.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Sempre as mesmas pessoas</h2>
<p>Justamente por não serem associações secretas e não negarem a própria existência, a TC, o CFR e o Bohemian Club<em> </em>ser­vem de um bom acobertamento para que outras metas sejam seguidas a partir dos bastidores.</p>
<p>Entre os membros da TC estão alguns atuais e futu­ros presidentes, ministros de relações exteriores, investidores de Wall Street, banqueiros internacionais, industriais, presidentes de grandes fundações e “fábricas de pensamento”, representantes da OTAN e do Pentágono<em>, </em>presidentes de universidades e professores distintos, senadores, capitães de mídia, juízes e outros indivíduos influentes.</p>
<p>Poucas pessoas são convi­dadas para as suas reuniões anuais. Além de comunicados vagos, que servem apenas como panfletos filantrópicos e não têm substância, nada das conversas de pauta chega ao público. O CFR tem uma estrutura se­melhante. Não podemos deixar de ver na TC e no CFR um “governo das sombras” internacional e nada democrático, que provavelmente almeja o domínio do mundo, apoiando e estruturando todos os órgãos e departa­mentos que lhes servem.</p>
<p>(há um endereço oficial da TC: Trilateral Commission, US Headquarter, 345 East 46th Street, Suite 711, New York, NY 10017, USA; maiores informações pela Internet: www.icie. or. ip/thinknet/tc/index. html).<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3757" title="governo-oculto-pequwno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/governo-oculto-pequwno.jpg" alt="" width="50" height="41" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Wulfing  von Rohr</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3859" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule1.gif"></a><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos: </strong>Este post é parte do  livro de Wolfing von Rohr, intitulado <strong>«Governo Oculto do Mundo»</strong>,  de 2005, publicação da Editora Madras, SP. Introduzi subtítulos no  texto, bem como mudei a sequência de alguns parágrafos a fim de  facilitar a leitura e o entendimento da matéria. Recomendo este livro,  bem como os demais, listados abaixo, para todos aqueles que desejam  seber, de fato, “como é que a banda toca&#8221; neste nosso mundo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os livros a ler são:</strong> <strong>«Governo  Oculto do Mundo»</strong>, de Wulfing von Rohr (Madras Editora Ltda., SP); <strong>«A  Verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>, de Daniel Estulin  (Editora Planeta do Brasil Ltda.); <strong>«A Corporação – A História Secreta  do Século XX e o Início do Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas  Hagger (Editora Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do  Poder»</strong>, de Pablo Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O  Governo Secreto»</strong>, de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).</p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3981" title="white01_right" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/white01_right.gif" alt="" width="18" height="18" /></a>Imagens: </strong>4.bp.blogspot.com; idem; e img.youtube.com.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3856" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
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		<title>O Clube Bilderberg – O que ocorre no mundo não é por acaso</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/o-clube-bilderberg-por-daniel-estulin-%e2%80%93-parte-1/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 00:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Imaginem um clube onde os mais importantes presidentes, primeiros-ministros e banqueiros do mundo se mesclam entre si, onde a realeza está presente para assegurar-se de que todo o mundo se harmonize, onde os poderosos responsáveis por decla­rar guerras, influenciar os mercados e ditar as suas ordens à Europa inteira dizem aquilo que nunca ousariam dizer em público.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-3383" title="editora-planeta-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp" alt="" /></a>«A Verdadeira História do Clube Bilderberg», da autoria de Daniel Estulin, talvez seja o livro mais importante – no que diz respeito às grandes corporações ou grupos oligárquicos organizados que mandam no mundo – já publicado no Brasil. Há outros, e a bibliografia constante deste blog apresenta vários. No entanto, este livro me parece o mais revelador de todos. Para quem gosta de teorias de conspirações é leitura imperdível. Neste post apresento parte do capítulo em que Daniel Estulin revela os segredos e objetivos do Clube (ou grupo) Bilderberg, dentre outras organizações tais como a Comissão Trilateral e o CFR &#8211; Council on Foreign Relations, as quais, juntamente com o Clube Bilderberg, formam, talvez, o conjunto de organizações oligárquicas mais importantes do ocidente. Outros posts virão, complementando o assunto. Eis a matéria em seguida.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/clube-bilderberg-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3373" title="clube-bilderberg-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/clube-bilderberg-2-194x300.jpg" alt="" width="194" height="300" /></a>O Clube Bilderberg</h2>
<p>Imaginem um clube onde os mais importantes presidentes, primeiros-ministros e banqueiros do mundo se mesclam entre si, onde a realeza está presente para assegurar-se de que todo o mundo se harmonize, onde os poderosos responsáveis por decla­rar guerras, influenciar os mercados e ditar as suas ordens à Europa inteira dizem aquilo que nunca ousariam dizer em público.</p>
<p>O livro que está em suas mãos pretende demonstrar que existe uma rede de sociedades secretas que planeja colocar a soberania das nações livres debaixo do jugo de uma legislação internacional administrada pela ONU. Essa rede é dirigida pelo mais secreto dos gru­pos: o Clube Bilderberg. A razão por que ninguém quer expor essa organização e opor-se a ela é, nas palavras do jornalista francês Thierry de Segonzac, co-presidente da Federação da Indústria Cinematográfica, dos Meios Audiovisuais e Multimídia, muito simples: <em>«Os membros do Clube Bilderberg são demasiado poderosos e onipresentes para desejar ser expostos dessa maneira»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O que ocorre no mundo não é por acaso</h2>
<p>Qualquer mudança de regime do mundo, qualquer inter­venção sobre o fluxo de capitais, qualquer modificação no estado do bem-estar é plausível se num desses encontros seus partici­pantes o incluírem na agenda. Segundo Denis Healy, ex-ministro da Defesa britânico: <em>«O que ocorre no Mundo não acontece por acidente: existem os que se encarregam para que ocorra. A maio­ria das questões nacionais ou relativas ao comércio estão estreita­mente dirigidas pelos que detêm o dinheiro»</em>.</p>
<p>Os sócios do Clube Bilderberg decidem quando devem começar as guerras (e não é à toa que ganham dinheiro em todas elas); quanto devem durar (Nixon e Ford foram derrubados por terminar a guerra do Vietnã cedo demais); quando devem termi­nar (o Grupo havia planejado o fim das hostilidades em 1978) – e quem deve participar. As posteriores alterações de fronteiras são também decididas por eles e também quem deve beneficiar-se com a reconstrução. Os membros do Bilderberg “possuem” os bancos centrais e, portanto, estão em posição de determinar os tipos de interesses, a disponibilidade de dinheiro, o preço do ouro e quais países devem receber quais empréstimos. Simplesmente, ao movimentar divisas, os membros do Bilderberg ganham milha­res de milhões de dólares. Sua única ideologia é a do dólar e sua maior paixão, o poder!</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O quê representa o Clube Bilderberg e quem</h2>
<p>Desde 1954, os sócios do Bilderberg representam a elite de todas as nações ocidentais – financistas, industriais, banqueiros, políticos, líderes de corporações multinacionais, presidentes, pri­meiros-ministros, ministros de finanças, secretários de Estado, representantes do BIRD, a OMC e o FMI, executivos dos meios de comunicação e líderes militares – um governo nas sombras que se reúne em segredo para debater e conseguir um consenso sobre a estratégia global a ser seguida.</p>
<p>Todos os presidentes ameri­canos, desde Eisenhower, pertenceram ao Clube. Também Tony Blair, assim como a maioria dos membros principais dos governos ingleses:</p>
<p> Lionel Jospin; Romano Prodi (ex-presidente da Comissão Européia); Mario Monti (comissário europeu para a Concorrência); Pascal Lamy (comissário do Comércio); José Durão Barroso; Alan Greenspan (chefe do FED, o Banco Central dos EUA); Hillary Clinton; John Kerry; Anna Lindh (a ministra de Assuntos Internacionais da Suécia, assassinada); Melinda e Bill Gates; Henry Kissinger; Membros da dinastia Rothschild; Jean-Claude Trichet (o cabeça visível do Banco Central Europeu); James Wolfenson (presidente do BIRD); Javier Solana (secretário-geral do Conselho da Comunidade Européia); o financista George Soros – especula­dor capaz de derrubar moedas nacionais em proveito próprio; e todas as famílias reais da Europa.</p>
<p>Juntamente com eles sentam-se os grandes proprietários dos meios de comunicação do Mundo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Os representantes da mídia</h2>
<p>Sim, também pertencem ao Grupo as pessoas que controlam tudo o que se lê e se assiste, os barões dos meios de comuni­cação:</p>
<p> David Rockefeller; Conrad Black (agora caído em des­graça, ex-proprietário de 440 meios de comunicação em todo o Mundo, desde o <em>Jerusalem Post </em>até o principal jornal do Canadá, <em>The Nation Post</em>); Edgar Bronfrnan; Rupert Murdoch; e Sumner Redstone (diretor da Viacom, um conglomerado de mídia inter­nacional que aglutina, virtualmente, todos os grandes segmentos da indústria da comunicação).</p>
<p>Por essa razão vocês nunca ouviram falar antes do Clube Bilderberg.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Segredos obrigatórios</h2>
<p>Para onde quer que se olhe – governos, grandes negócios ou qualquer instituição que exerça o poder – observar-se-­á uma constante: o secretismo. As reuniões da OCDE &#8211; Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, do G-8, da OMC &#8211; Organização Mundial do Comércio, do Fórum Econômico Mundial, dos bancos centrais, dos ministros da UE &#8211; União Européia e da CE &#8211; Comissão Européia, sempre são realizadas a portas fechadas. A única razão que pode haver para isto é que não querem que vocês nem eu saibamos que estamos em suas mãos. A já clássica justificativa de que <em>«não é do interesse geral»</em> significa realmente que <em>«não lhes interessa»</em> que o grande público se informe devidamente. Porém, além desses encontros supostamente públi­cos, existe toda uma rede de encontros de cúpula privados que desconhecemos por inteiro.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>As reuniões do Clube</h2>
<p>Em fevereiro ocorre o Fórum Econômico Mundial de Davos; o G-8 e o Bilderberg, em abril/maio; a conferência anual do BIRD/FMI, em setembro. De tudo isto emerge um curioso “consenso” internacional que, em aparência, ninguém dirige. Esse “consenso” é a base dos comunicados econômicos do G-8, desde a modela­gem prática dos programas de ajuste da Argentina a tudo o que o presidente americano propõe ao Congresso.</p>
<p>Em 2004 realizou-se o 50<sup>o</sup> aniversário do Grupo, que foi cons­tituído entre 29 e 31 de maio de 1954, num hotel da localidade holandesa de Oosterbeckl, o Hotel Bilderberg, que acabaria cedendo seu nome à sociedade. O organizador do evento foi o Príncipe Bernard da Holanda. O livro de atas do Bilderberg de 1989 diz: <em>«Esse encontro pioneiro tornou manifesta a crescente preocupa­ção de muitos insignes cidadãos, de ambos os lados do Atlântico, de que Europa ocidental e os EUA não estavam trabalhando de forma coordenada em assuntos de importância crucial. Chegou-se à con­clusão de que alguns debates regulares e confidenciais ajudariam a um maior entendimento das complexas forças que dirigiam o futuro do Ocidente no difícil período do pós-guerra»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Alguns membros do Clube</h2>
<p>Segundo o seu fundador (o Príncipe Bernard da Holanda), cada participante é <em>«magicamente despojado de seus cargos»</em> ao entrar para a reunião, para tornar-se <em>«um simples cidadão de seu país durante toda a duração do Congresso»</em>.</p>
<p>Por outro lado, um dos membros mais importantes do Clube Bilderberg tem sido Joseph Rettinger, um sacerdote jesuíta e maçom de grau 33. Dele diz-se que foi o autêntico fundador e organizador do Clube.</p>
<p>Por estranho que pareça, muito poucas agências de inteligência ouviram falar do próprio Clube Bilderberg até bem pouco tempo.</p>
<p>Lorde Rothschild e Laurance Rockefeller, membros-chave de duas das mais poderosas dinastias familiares do Mundo, escolheram pes­soalmente 100 participantes procedentes da elite mundial com o secreto propósito de mudar a Europa. Nas palavras de Giovanni Agnelli, o recém-falecido presidente da Fiat: <em>«Nosso objetivo é a integração da Europa; onde os políticos fracassaram, nós, os industriais, teremos êxito»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Apenas chega-se a “consensos”&#8230;</h2>
<p><em>«Não se realiza nenhuma política, só se mantêm conversas banais e óbvias»</em> – disse o editor do <em>London Observer</em>,<em> </em>Will Hutton, que participou do encontro em 1997, <em>«mas o consenso ao qual se chega é a tela de fundo da política que se realiza no Mundo todo».</em></p>
<p>O príncipe Bernard da Holanda, pai da Rainha Beatrix e íntimo do Príncipe Phillip do Reino Unido, acrescenta que <em>«quando os representantes das instituições ocidentais saem da reunião levam consigo o consenso do grupo. Esses debates apa­ram as arestas e conseguem conduzir a posições comuns, por isso têm uma grande influência sobre os seus participantes»</em>. O que costuma ocorrer, “quase por acaso”, é que a partir desse consenso os onipotentes interesses comerciais e políticos, através dos meios de comunicação, conseguem que a política dos governos seja a mesma – ainda que seus interesses particulares sejam ostensiva­mente diferentes.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-3381" title="editora-planeta-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Daniel Estulin</strong></em></p>
<p><strong>[continua no próximo post]</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3152" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos: </strong>Este post é matéria do livro <strong>«A Verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>, da autoria de Daniel Estulin, e publicado em 2006 pela Editora Planeta do Brasil Ltda.,  Introduzi subtítulos no texto de Estulin para melhor compreensão e  facilidade de leitura.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os principais livros a ler são: <strong>«A Verdadeira   História do Clube  Bilderberg»</strong>,  de Daniel Estulin (Editora Planeta do   Brasil Ltda.);  <strong>«A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do  Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas Hagger (Editora  Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do Poder»</strong>, de Pablo  Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>,  de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).</p>
<p><strong>Outros livros, indicados na bibliografia deste blog tratam de assuntos semelhantes.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2489" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></strong></p>
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		<title>O Clube Bilderberg – Participantes e regras</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 00:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
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		<description><![CDATA[Ninguém pode adquirir um ingresso para um dos encontros Bilderberg, ainda que muitas multinacionais o tenham tentado. É o Conselho Diretivo que decide quem convidar. Aquilo que o peri­ódico londrino The Guardian denomina “um bilderberger” não mudou nos últimos 50 anos: um socialista fabiano, parti­dário entusiasta de uma ordem mundial única.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-3383" title="editora-planeta-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp" alt="" /></a>Este post é uma segunda parte do capítulo dedicado ao Clube Bilderberg, constante do livro de Daniel Estulin <strong>«A verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>, o qual, para quem crê nas teorias conspiratórias (as quais, infelizmente, existem mesmo), é literatura obrigatória. Eis a matéria.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" title="div4" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/12/div4.gif" alt="" width="149" height="21" /></a></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/terra.com_.br-bilderberg1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3402" title="terra.com.br-bilderberg1" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/terra.com_.br-bilderberg1-296x300.jpg" alt="" width="296" height="300" /></a>A lista de convidados</h2>
<p>Ninguém pode adquirir um ingresso para um dos encontros Bilderberg, ainda que muitas multinacionais o tenham tentado. É o Conselho Diretivo que decide quem convidar. Aquilo que o peri­ódico londrino <em>The Guardian </em>denomina “um bilderberger” não mudou nos últimos 50 anos: um socialista fabiano, parti­dário entusiasta de uma ordem mundial única.</p>
<p>Segundo uma fonte do Conselho Diretivo do Grupo, <em>«os convidados devem vir sozinhos, sem esposas, amantes, maridos ou noivos. Os “assistentes pessoais”</em> (quer dizer: guarda-costas fortemente armados, normalmente ex-membros da CIA, do MI6 e do Mossad) <em>não podem assistir às conferências e devem comer em lugar sepa­rado. Nem sequer o “assistente pessoal” de David Rockefeller pode acompanhá-lo durante o almoço. É explicitamente proibido aos convidados conceder entrevistas a jornalistas».</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em> </em></p>
<h2>Onde se reunem, e a segurança</h2>
<p>Para manter sua aura de hermetismo, os participantes alugam um hotel inteiro durante toda a duração do congresso, normalmente de três a quatro dias. Agentes da CIA e do Mossad encarregam-se de “limpar” até a última e menor dependência. A planta do estabelecimento é estudada, o pessoal é investigado e manda-se para casa qualquer um sobre quem se levante a menor suspeita.</p>
<p><em>«Agentes da polícia com uniformes pretos inspecionam com cachorros cada um dos veículos dos fornecedores. Nada é deixado para trás e depois escoltam os entregadores até a porta. Guardas armados patrulham os bosques vizinhos e vigilantes com micro­fones vigiam todos os acessos. Quem quer que se aproxime do hotel sem possuir o símbolo com o globo terrestre é enviado de volta para o lugar de onde veio.»</em></p>
<p>O Governo Nacional anfitrião responsabiliza-se pela segu­rança dos assistentes e do seu séqüito. Este inclui um generoso des­file de militares, membros de serviços secretos, agentes da polícia local e nacional e seguranças particulares. Nada é demais para proteger a intimidade e a segurança dos todo-poderosos membros da elite mundial.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Ninguém estranho por perto</h2>
<p>Os seus “assistentes” não são obrigados a seguir as nor­mas e regulamentos que qualquer outro cidadão do Mundo deveria cumprir – como, por exemplo, passar pela Alfândega ou apresentar os vistos.</p>
<p>Quando se reúnem, ninguém “de fora” tem permissão de aproximar-se do hotel. A elite leva seus próprios cozinheiros, camareiros, telefonistas, secretárias, faxineiras e pessoal de segu­rança, que os atendem juntamente com o plantel de funcionários do hotel (que passaram por um processo de investigação prévio).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/2.bp_.blogspot.com-bilderberg-westfieldsMarriott.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3403" title="2.bp.blogspot.com-bilderberg-westfieldsMarriott" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/2.bp_.blogspot.com-bilderberg-westfieldsMarriott-300x253.jpg" alt="" width="300" height="253" /></a>Luxo e conforto para os participantes</h2>
<p>A conferência de 2004, por exemplo, teve lugar no Grande Hotel des Îles Borromées em Stresa, Itália, com <em>«174 impressio­nantes suítes decoradas no estilo </em><em>belle </em><em>époque</em><em>, impero </em><em>ou mag­giolini. Esplêndidas telas e magníficas luminárias de Murano em todo canto. A maioria das suítes dispõe de um balcão privativo, os banheiros são de mármore italiano e contam com uma luxuosa banheira com hidromassagem. Trata-se de suítes esplêndidas, onde não faltam quadros, estátuas e tudo o que a arte pode ofe­recer».</em></p>
<p>A diária é paga pela organização – o Grupo Bilderberg – ao preço modesto de €US$1.200 por suíte. A comida fica a cargo de um <em>chef </em>agraciado com três estrelas no Guia Michelin. Um dos crité­rios na hora de escolher o hotel é a disponibilidade dos melhores cozinheiros do Mundo.</p>
<p>Outro critério é o tamanho da cidade, que deve tratar-se de núcleos urbanos pequenos que permitam afugen­tar os olhares curiosos dos habitantes das grandes cidades. As pequenas cidades têm a vantagem adicional de permitir a pre­sença de “assistentes pessoais” armados até os dentes – sem restri­ções. Ninguém pergunta nada.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Serviços “de graça”, mas controlados</h2>
<p>Todos os serviços – telefone, lavanderia e cozinha – são pagos pela organização. Um funcionário do Trianon Palace de Versailles me contou que em 2003 a conta telefônica de David Rockefeller alcançou a quantia de €14.000 em três dias. Segundo uma fonte que também participou da conferência, não seria nada exagerado dizer que um desses “festivais globais” de quatro dias custa uns 10 milhões de euros, mais do que custa pro­teger o Presidente dos Estados Unidos ou o Papa numa de suas muitas viagens internacionais. No entanto, é evidente, nem o Pre­sidente nem o Papa são tão importantes quanto o governo das sombras que dirige o planeta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O funcionamento das reuniões</h2>
<p>O Grupo Bilderberg organiza quatro sessões de trabalho diárias, duas pela manhã e duas à tarde, à exceção dos sábados, quando só há uma seção vespertina. Aos sábados de manhã, entre 12:00 e 15:00 horas, os membros do Grupo jogam golfe ou nadam, acompanhados de seus “assistentes pessoais”; fazem excursões de barco ou de helicóptero.</p>
<p>A presidência da mesa de trabalho segue uma ordem alfabética rotativa. Um ano, Umberto Agnelli (ex-presidente da Fiat), senta-se à frente; no ano seguinte, Klaus Zumwinkel (presidente da Deutsche Post Worldnet AG e Deutsche Telekom), ocupa seu lugar. Os EUA são o país com mais participantes em razão do seu tamanho.       ­</p>
<p>Cada país envia, normalmente, uma delegação de três representantes: um industrial, um ministro ou um senador e um intelectual ou editor. Países pequenos como Grécia e Dinamarca dispõem no máximo de dois assentos. As conferências reúnem normalmente um máximo de 130 delegados. <sup>2</sup>/<sub>3</sub> dos presentes são europeus e o restante provém dos EUA e do Canadá. Os participantes mexicanos pertencem a uma organização irmã “menos poderosa”, a Comissão Trilateral. <sup>1</sup>/<sub>3</sub> dos delegados é constituído por políticos e os outros <sup>2</sup>/<sub>3</sub> por representan­tes da indústria, das finanças, da educação, dos sindicatos e dos meios de comunicação. A maioria dos delegados fala inglês, ainda que a segunda língua de trabalho seja o francês.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A regra de Chatham House</h2>
<p>O Instituto Real de Assuntos Internacionais (RIIA, em sua sigla em inglês), foi fundado em 1919, conforme o Tratado de Paz de Versalhes, e tem sua sede no Chatham House de Londres. Atualmente utiliza-se o nome “Chatham House” para referir-se a todo o Instituto. O RIIA é o braço executivo da política da monarquia britânica.</p>
<p><em>«A “Regra de Chatham House” consiste em que os participantes de uma reunião podem divulgar a informação que foi gerada nela, mas devem guardar segredo a respeito da identificação ou filiação de quem a forneceu; tampouco pode-se mencionar que tais dados procedem de um dos encontros do Instituto.»</em> Tradução: os globais não só querem evitar que saibamos o que é que eles estão planejando, mas também pretendem passar desapercebidos.</p>
<p><em>«A “Regra de Chatham House” permite que as pessoas falem a título individual sem representar as instituições em que trabalham; isto facilita o livre debate. As pessoas costumam sentir-se mais relaxadas se não são mencionadas e deixam de preocupar-se com sua reputação ou com as conseqüências de suas palavras.»</em></p>
<p>Em 2002 esclareceu-se e reforçou-se a aplicação da norma: <em>«Os encontros de Chatham House podem ser realizados de forma aberta ou debaixo da “Regra de Chatham House”. Nesse último caso acordar-se-á, explicitamente, com os participantes que aquilo que foi apresentado numa reunião é estritamente confidencial e será garantido o anonimato dos que falarem dentro desses muros; tudo isto serve para garantir melhores relações internacionais. Chatham House reserva-se o direito de realizar ações disciplinares em relação a qualquer membro que violar essa regra»</em>. Tradução: se você der com a língua nos dentes, está arriscando um destino bem mais dramático.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Os participantes e a Lei Logan</h2>
<p>Os participantes declaram que assistem às reuniões na qualidade de cidadãos particulares e não como representantes oficiais – se bem que essa afirmação seja bastante questionável. Nos Estados  Unidos (por meio da <em>Lei Logan</em>) e no Canadá, é ilegal que um funcionário eleito pelo povo se reúna em particular com empresários para debater e planejar políticas públicas.</p>
<p>A <em>Lei Logan</em> foi criada para evitar que cidadãos sem representatividade pública interfiram nas relações entre os EUA e os diferentes governos estrangeiros. Não deixa de ser curioso que em seus 200 anos de história nunca se tenha acusado alguém de violar essa lei. No entanto, houve um bom número de referências à sua violação em diferentes julgamentos – e ela costuma ser usada como arma política. Com isto não quero dizer que uma pessoa comum possa vender, ilegalmente, armas ou drogas a um Estado estrangeiro, porque não é assim. Mas os que podem fazê-lo são membros do super-secreto Clube Bilderberg – os quais, além do mais, são incentivados a interferir em assuntos internos dos Estados independentes.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/img41.imageshack.us-bilderberg2009.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3404" title="img41.imageshack.us-bilderberg2009" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/img41.imageshack.us-bilderberg2009-197x300.jpg" alt="" width="197" height="300" /></a>Alguns participantes / administradores</h2>
<p>Algumas das pessoas que participaram desses encontros foram:</p>
<p> Allen Dulles (CIA); William J. Fulbright (senador de Arkansas, agraciado com uma das primeiras becas de Rhodes); Dean Acheson (secretário de Estado de Truman); Henry A. Kissinger (presidente da Kissinger Associates); David Rockefeller (Chase Bank, JP Morgan International Council), Nelson Rockefeller e Laurance Rockefeller; Gerald Ford (ex &#8211; Presidente dos EUA); Henry J. Heinz II (presidente da H. J. Heinz Co.); o Príncipe Phillip do Reino Unido; Robert S. McNamara (secretário de Defesa de Kennedy e ex-presidente do BIRD); Margareth Thatcher (ex-Primeira-ministra do Reino Unido); Valéry Giscard d&#8217;Estaing (ex-Presidente da França); Harold Wilson (ex-Primeiro-­ministro do Reino Unido); Edward Heath (ex-primeiro-ministro do Reino Unido); Donald H. Rumsfeld (Secretário de Defesa dos presidentes Ford e George W. Bush); Helmut Schmidt (ex-Chan­celer da Alemanha Ocidental); Henry Ford III (presidente da Ford Motor Co.); James Rockefeller (presidente do First National City Bank); e Giovanni Agnelli (presidente da Fiat na Itália).</p>
<p>O Bilderberg, desde o início, foi administrado por um núcleo reduzido de pessoas, nomeadas a partir de 1954 por um conselho de sábios assim constituído: pelo assentamento permanente, o assenta­mento americano, as secretarias e os tesoureiros (da Europa e dos EUA). Os convites são enviados unicamente a pessoas <em>«importantes e respeitadas, as quais, por seus conhecimentos especiais, seus contatos pessoais e sua influência em círculos nacionais e internacionais, podem ampliar os objetivos e recursos do Clube Bilderberg»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>De vez em quando há divergências</h2>
<p>Os encontros são invariavelmente abertos e francos e nem sempre se chega a um consenso. Durante os últimos três anos, franceses, ingleses e americanos têm estado em litígio quase constante; o tema da disputa: o Iraque. Há dois anos, o ministro de Assuntos Internacionais francês, Dominique de Villepin, disse abertamente a Henry Kissinger que <em>«se os americanos tivessem dito a verdade acerca do Iraque»</em> – quer dizer, que a verdadeira razão para a invasão era o controle e a gratuidade do petróleo e do gás natural – talvez eles, os franceses, <em>«não tivessem vetado suas “estúpidas” resoluções na ONU»</em>. <em>«Seu presidente é um completo idiota»</em>, acrescentou (citação exata transcrita por três assistentes à conferência e confirmada independentemente). <em>«Isso não significa que o resto do mundo seja estúpido»</em>, replicou a um mal-humo­rado Kissinger ao sair da sala.</p>
<p>O nacionalismo britânico é outra fonte de preocupação. Em Turnburry, Escócia, Tony Blair, Pri­meiro-ministro britânico, foi tratado como uma criança travessa diante dos outros participantes quando lhe jogaram na cara, em tom bastante hostil, não ter feito o suficiente para incluir o Reino Unido na moeda única européia – o euro. Segundo fontes de Jim Tucker, um jornalista lendário reconhecido entre os profissionais mais honestos por ter perseguido os membros do Clube durante mais de 30 anos com um grande custo pessoal (perdeu vários amigos pes­soais em acidentes misteriosos e um membro de sua família que, supostamente, cometeu o suicídio), <em>«Blair assegurou em Bilderberg que o Reino Unido aceitaria o euro, mas que antes teria que resol­ver alguns “problemas políticos” em virtude de um “ressurgimento do nacionalismo em casa”»</em>.</p>
<p>Em 29/05/1989, a revista <em>The Spotlight </em>publicava<em> </em>em uma de suas reportagens a seguinte frase dita por um funcionário alemão a Blair: <em>«Você não passa de uma Maggie Thatcher com calças»</em>. Tratava-se de uma dura referência ao fato de que <em>Lady </em>Thatcher fora derrubada por seu próprio Partido Conservador obedecendo às ordens do Clube Bilderberg. Depois o mesmo fórum colocaria no lugar John Major, um personagem mais manipulável.</p>
<p>Como explica John Williams, alguns membros da elite ocidental freqüentam as reuniões do Bilderberg <em>«para reforçar um consenso virtual, uma ilusão de globalização, definida conforme seus próprios termos: o que é bom para os bancos e os grandes empresários, é bom para todos. É inevitável e reverte em benefício da Humanidade»</em>.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-3381" title="editora-planeta-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Daniel Estulin</strong></em></p>
<p><strong>[continua no próximo post]</strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3152" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif" alt="" width="158" height="24" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos: </strong>Este post é matéria do livro <strong>«A Verdadeira História do Clube  Bilderberg»</strong>, da autoria de Daniel Estulin, e publicado em 2006 pela  Editora Planeta do Brasil Ltda.,  Introduzi subtítulos no texto de  Estulin para melhor compreensão e  facilidade de leitura.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os principais livros a ler são: <strong>«A Verdadeira   História do Clube  Bilderberg»</strong>,  de Daniel Estulin (Editora Planeta do   Brasil Ltda.);  <strong>«A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do  Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas Hagger (Editora  Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do Poder»</strong>, de Pablo  Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>,  de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).</p>
<p><strong>Outros livros que tratam do mesmo assunto podem ser encontrados na página de “LIVROS”, deste blog.</strong></p>
<p><strong>Imagens:</strong> terra.com.br; 2.bp.blogspot.com; e img41.imageshack.us.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2489" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
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		<title>O Clube Bilderberg &#8211; Visto de perto</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 00:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Crise global]]></category>
		<category><![CDATA[Energia nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Nova ordem mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Otto Wolff von Amerongen, presidente e diretor da Otto Wolff GmbH, na Alemanha, e um dos membros fundadores do Clube, explicou que os encontros se estruturavam da seguinte maneira: começava-se com algumas introduções curtas sobre um tema determinado, ao que se seguia um debate geral.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-3383" title="editora-planeta-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp" alt="" /></a>Otto Wolff von Amerongen, presidente e diretor da Otto Wolff GmbH, na Alemanha, e um dos membros fundadores do Clube, explicou que os encontros se estruturavam da seguinte maneira: começava-se com algumas introduções curtas sobre um tema determinado, ao que se seguia um debate geral. Wolf von Amerongen, a quem se reconhece o mérito de estabelecer relações comerciais entre Alemanha e o antigo bloco soviético, fez-se, às vezes, de embaixador oculto de Bonn na Rússia. Sem dúvida, não podem ser escondidos seus vínculos com o governo nazista, já que se sabe que ele participou do roubo de ações dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Werner Ruegemer co-redigiu, em 2001, um rela­tório sobre a família Amerongen em que se dizia que Wolff havia sido um espião nazista em Portugal (seu trabalho consistia em vender o ouro saqueado dos bancos centrais europeus e as ações dos judeus). Wolff também comercializava tungstênio, um metal­-chave para a fabricação de rifles e peças de artilharia. Naquela época, Portugal era a única nação que exportava tungstênio para a Alemanha.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/merahza.files_.wordpress.com-shell-bilderberg.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3467" title="merahza.files.wordpress.com-shell-bilderberg" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/merahza.files_.wordpress.com-shell-bilderberg-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a>Grupos de trabalho</h2>
<p>Dois delegados (que preferem manter o anonimato) – se bem que se acredite serem ingleses – explicaram que trabalha-se em gru­pos formados por um moderador e duas ou três outras pessoas. Cada um tem cinco minutos para falar sobre o tema do dia e há <em>«um debate com perguntas que duram cinco, três ou dois minu­tos»</em>. Não há documentos introdutórios, nem gravações – ainda que se incentivem os delegados a preparar suas intervenções com antecedência. A lista inicial dos participantes propostos começa a circular em janeiro, e a seleção final se faz em março. Para evi­tar vazamentos, o Conselho Diretivo do grupo estabelece a data do encontro com quatro meses de antecedência, mas o nome do hotel só é anunciado uma semana antes. Na abertura do encontro, o presidente recorda as regras do Clube e abre o primeiro tema de debate do dia. O Bilderberg marca todos os documentos que distri­bui a seus membros com a frase <em>«Pessoal e estritamente confiden­cial. Proibida sua publicação»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/infokrieg.tv-rockefeller_bilderberg_03.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3468" title="infokrieg.tv-rockefeller_bilderberg_03" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/infokrieg.tv-rockefeller_bilderberg_03-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Os recrutados pelo Clube</h2>
<p>É importante distinguir os membros ativos, que participam todos os anos, de outras pessoas que são convidadas ocasional­mente. São umas 80 as pessoas que freqüentam as reuniões, regularmente, e um número muito variável dos que visitam o Clube, esporadicamente, sobretudo para informar sobre matérias relacionadas com seu conhecimento e suas experiências específicas; estes, têm uma idéia escassa de que existe um grupo formal constituído e nada sabem sobre a sua agenda secreta. Também há alguns convidados escolhidos que o Conselho con­sidera úteis para seus planos de globalização – e que são apoiados (pelo Clube) para conseguir cargos importantíssimos pelo Mundo – dentre esses, Esperanza Aguirre. Em alguns casos, esses convidados não agradam à orga­nização e são definitivamente excluídos. Um exemplo, Jordi Pujol (em 1989), em  La Toja, Galícia.</p>
<p>Um exemplo mais claro de “recrutamento útil” foi o daquele obscuro governador de Arkansas, Bill Clinton, que acudiu a seu primeiro encontro Bilderberg em Baden Baden, Alemanha, em 1991. Ali, David Rockefeller explicou ao jovem Clinton em que consistia o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (o NAFTA) e deu- lhe indicações precisas para apoiá-lo. No ano seguinte o governador converteu-se em Presidente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A associação com o Clube Bilderberg sempre deu magnífi­cos benefícios</h2>
<p> Bill Clinton: assistiu à reunião do Bilderberg de 1991. Vence a indicação do Partido Democrata e é eleito Presidente em 1992. Tony Blair: assistiu à reunião do Bilderberg de 1993. Ascende à presidência do partido em julho/1994 e à Presidência nacional em maio/1997. Romano Prodi: assistiu à reunião do Bilderberg de 1999. É nomeado Presidente da UE &#8211; União Européia, em setembro/1999. George Robertson: assistiu à reunião do Bilderberg de 1998. Consegue a secretaria-geral da OTAN em agosto/1999.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>François Mitterrand e o Comitê dos 300</h2>
<p>Em 10/12/1980, François Mitterrand, um homem que, reiteradamente, havia fracassado em seu intento de conseguir o poder na França, foi ressuscitado por ordem do Comitê dos 300 (o irmão mais velho do Clube Bilderberg). Segundo a fonte de informações secretas de John Coleman, autor do «Conspirator’s Hierarchy: The Story of the Commitee of 300» («A Hierarquia Da Cons­piração: A História Do Comitê Dos 300»): <em>«Escolheram Mitterrand e lhe limparam a imagem para devolvê-lo ao poder»</em>. O próprio político francês em seu discurso de retorno à política disse: <em>«O desenvolvimento do capitalismo industrial se opõe à liberdade. Devemos dar fim a ele. Os sistemas econômicos do século 20 e 21 utilizarão máquinas para esmagar o homem, primeiro no domínio da energia nuclear, que já está produzindo resultados admiráveis»</em>.</p>
<p>As observações de Coleman nos fazem estremecer. <em>«O retorno de Mitterrand ao Palais de L&#8217;Élysée foi um grande triunfo para o socialismo. Demonstrou que o Comitê dos 300 era suficientemente poderoso para prever acontecimentos ou, dizendo melhor, para fazer que aconteçam pela força ou por qualquer outro meio. No caso de Mitterrand, demonstrou sua capacidade de vencer qualquer oposição, visto que, poucos dias antes, havia sido completamente rejeitado por um grupo de poder político em Paris»</em> – quer dizer, pela Frente Nacional de Le Pen e por um grande segmento de seu próprio Partido Socialista.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Queda do governo turco, Bilderberg, 1996</h2>
<p>Quatro dias depois do retorno para casa dos participantes turcos do encontro do Clube em 1996, em Toronto, caiu o governo turco. Tratava-se de Gazi Ercel, governador do Banco Central da Turquia, e Emre Gonensay, Ministro de Assuntos Internacionais.</p>
<p>Num movimento-surpresa, o primeiro-ministro turco, Mesut Yilmaz, demitiu-se do cargo, dissolvendo a coalizão entre o Partido do Caminho Verdadeiro, dirigido pela ex-primeira-minis­tra conservadora Tansu Ciller, e o seu próprio, o Partido da Pátria. Isto permitiu a Necmettin Erbakan, líder do Partido do Bem-Estar Social, formar um novo governo. Seu partido é clara­mente pró-islâmico.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Bilderberg 2004, Stresa, Itália</h2>
<p>Segundo uma fonte bem informada que participou do encontro de 2004, os membros portugueses do Clube usaram habilmente o que se chama de a “tática portuguesa”, quer dizer, sua promoção para um cargo de alto nível. A associação com o Clube Bilderberg trouxe os seguintes benefícios ao grupo português:</p>
<p>Pedro M. Lopes Santana, o pouco conhecido prefeito de Lisboa, foi nomeado primeiro-ministro da República; José M. Durão Barroso, ex-primeiro-ministro, passou a ser o novo presidente da Comissão Européia; e José Sócrates, membro do parlamento, foi eleito líder do Partido Socialista depois da demissão de Eduardo Ferro Rodrigues, por causa de uma crise político-social e obscuras acusações de pedofilia. Fontes próximas à investigação confirmam que a crise foi provocada por membros do Clube Bilderberg.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Outras influências</h2>
<p>Outro exemplo da influência que o Clube exerce sobre a política americana evidenciou-se durante a campanha eleitoral nos EUA, quando o candidato democrata à presidência, John Kerry, escolheu John Edwards como vice-presidente. Este último havia sido convidado pela primeira vez à reunião do Bilderberg um mês antes. Várias fontes, cujos nomes não posso revelar porque colocaria suas vidas em perigo, confirmaram de forma independente que, depois de ter ouvido um discurso de Edwards durante o segundo dia da conferência, Henry Kissinger telefo­nou a John Kerry com o seguinte comentário: <em>«John, já encon­tramos o seu vice-presidente»</em>. Uma extraordinária série de coin­cidências.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Líderes da OTAN controlados pelo Clube Bilderberg</h2>
<p>Para entender o comando da OTAN, a maior força militar do mundo – e agora o Exército Mundial – temos somente que ver os estreitos vínculos existentes entre os seus secretários-gerais e o Clube Bilderberg:</p>
<p>Joseph Luns (1971-1984); <em>Lord </em>Carrington (1984-1988); Manfred Wörner (1988-1994); Willy Claes (1994­1995); Javier Solana (1995-1999); <em>Lord </em>Robertson (1999-2004); e Jaap G. de Hoop Scheffer (2004).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Quem criou a OTAN</h2>
<p>A OTAN foi criada pelo Instituto Tavistock quando o Governo Mundial invisível decidiu criar uma superinstituição que controlasse a política européia. Por sua vez, foi o RIIA &#8211; Royal Institute for International Affairs, que só res­ponde à rainha da Inglaterra, que fundou o Instituto Tavistock. O RIIA controla a política externa britânica e é o braço executor da polí­tica externa da monarquia britânica.</p>
<p>Como conseqüência, torna-se muito mais fácil aplicar a política do Bilderberg em países como Iraque, Sérvia, Bósnia, Kosovo, Síria, Coréia do Norte e Afeganistão – só para mencionar os casos mais conhecidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/oagitador.files_.wordpress.com-rumsfeld-bush2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3469" title="B210 097120 0024" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/oagitador.files_.wordpress.com-rumsfeld-bush2-241x300.jpg" alt="" width="241" height="300" /></a>Donald Rumsfeld</h2>
<p>Tanto Donald Rumsfeld como o General Peter Sutherland, da Irlanda, são membros do Clube Bilderberg. Sutherland é ex-comissário europeu e presidente da Goldman, Sachs e British Petroleum. Rumsfeld e Sutherland ganharam um bom monte de dinheiro, em 2000, trabalhando juntos no conselho da compa­nhia energética suíça ABB. Sua aliança secreta tornou-se pública quando descobriu-se que a ABB havia vendido dois reatores nucle­ares a um membro ativo do “eixo do mal” – concretamente, a Coréia do Norte. Vale dizer que a BP &#8211; British Petroleum não faz publicidade desse assunto quando anuncia um de seus empreendimentos públicos em que <em>«a segurança está em primeiro lugar»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Ação e nascimento na Inglaterra</h2>
<p>Todo primeiro-ministro britânico sentiu-se obrigado a assistir aos encontros Bilderberg durante os últimos 30 anos. Como caso para contar aos amigos, pode-se dizer que o Clube foi uma criação do MI6 sob a direção do RIIA [O MI6, oficialmente designado Secret Intelligence Service ou SIS, é o serviço britânico de informações (ou de inteligência) encarregado de dirigir as atividades de espionagem britânicas; as atividades do MI6 são conduzidas, em princípio, no exterior, ao contrário do MI5, cuja ação é principalmente interna; MI6 é a abreviatura de <em>Military Intelligence, Section 6</em>, que é a designação tradicional, mas ainda vulgarmente usada, do SIS – o editor].</p>
<p>Concretamente, o Clube foi idéia de Alastair Buchan (filho de <em>Lord </em>Tweedsmuir e membro do RIIA e da Mesa Redonda) e de Duncan Sandys (um importante político, genro de Winston Churchill, que por sua vez era amigo de Rettinger, um jesuíta e maçom de grau 33).</p>
<p>O MI6 necessitava de um membro da realeza que desse apoio ao Clube e pensou em Bernard da Holanda, conhecido por seus numerosos vínculos com a realeza européia e os mais importantes industriais. A conferên­cia Bilderberg de 1957 foi o início da carreira do líder do Partido Trabalhista Dennis Healey. Pouco depois do encontro, Healey foi “estranhamente” nomeado ministro da Fazenda. Tony Blair participou da reunião de 23 a 25 de abril de 1993, em Vouliagmeni, na Grécia, quando era ministro do Interior.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-3381" title="editora-planeta-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Daniel  Estulin</strong></em></p>
<p><strong>[continua no próximo post]</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3152" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif" alt="" width="158" height="24" /></a><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos: </strong>Este post é a terceira parte do capítulo dedicado ao Clube  Bilderberg,  constante do livro de Daniel Estulin <strong>«A verdadeira História  do Clube  Bilderberg»</strong>, o qual, para quem crê nas teorias conspiratórias  (as quais,  infelizmente, existem mesmo), é obrigatório. Introduzi  subtítulos no texto para facilitar a leitura.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os principais livros a ler são: <strong>«A Verdadeira   História do Clube  Bilderberg»</strong>,  de Daniel Estulin (Editora Planeta do   Brasil Ltda.);  <strong>«A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do  Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas Hagger (Editora  Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do Poder»</strong>, de Pablo  Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>,  de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).</p>
<p><strong>Outros livros que tratam do mesmo assunto podem ser encontrados na  página de “LIVROS”, deste blog.</strong></p>
<p><strong>Imagens:</strong> merahza.files.wordpress.com; infokrieg.tv; e oagitador.files.wordpress.com.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2489" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
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		<title>O Clube Bilderberg &#8211; Imprensa cativa</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 00:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos segredos mais bem guardados é até que ponto um punhado de conglomerados pertencentes ao Clube Bilderberg, tais como o CFR - Council on Foreign Relations [Conselho de Relações Internacionais], OTAN, Clube de Roma, Comissão Trilateral, maçons, Skull and Bones (Mesa Redonda, Sociedade Milner) e a Sociedade Jesuítico-Aristotélica – controlam o fluxo de informações no mundo e determinam o que vemos na televisão, ouvimos no rádio e lemos nos jornais, revistas, livros e na Internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-3383" title="editora-planeta-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp" alt="" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/4.bp_.blogspot.com-ArtigonaFocus.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3545" title="4.bp.blogspot.com-ArtigonaFocus" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/4.bp_.blogspot.com-ArtigonaFocus-300x187.jpg" alt="" width="594" height="370" /></a></p>
<h2>Meretrizes do jornalismo</h2>
<p><em>«Nosso trabalho é dar às pessoas não o que elas querem, mas aquilo que nós decidimos que elas devem ter.»</em> Dito por Richard Salant, ex-presidente da CBS News.</p>
<p>Um dos segredos mais bem guardados é até que ponto um punhado de conglomerados pertencentes ao Clube Bilderberg, tais como o CFR &#8211; Council on Foreign Relations [Conselho de Relações Internacionais], OTAN, Clube de Roma, Comissão Trilateral, maçons, Skull and Bones<em> </em>(Mesa Redonda, Sociedade Milner) e a Sociedade Jesuítico-Aristotélica – controlam o fluxo de informações no mundo e determinam o que vemos na televisão, ouvimos no rádio e lemos nos jornais, revistas, livros e na Internet.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A Imprensa é controlada</h2>
<p><em>«Ser testemunha da conferência anual do Clube Bilderberg é entender como os senhores do Novo Mundo se reúnem em segredo e conspiram com a conivência dos meios de comunica­ções»</em>, lamentava-se meu amigo Jim Tucker, inimigo número um do Clube. Tucker sabe o que está dizendo. Tem ido atrás das reu­niões do Bilderberg há mais de trinta anos.</p>
<p>O Clube Bilderberg também representa a elite dos meios de comunicação em ambos os lados do Atlântico. Os empresá­rios desses meios assistem às reuniões prometendo, de antemão que, sob nenhuma condição, falarão do Clube. Os editores se fazem responsáveis por qualquer notícia relacionada com ele em seus meios de comunicação. E dessa maneira, os membros do Clube Bilderberg garantem um silêncio total e absoluto e uma identidade invisível, tanto nos EUA quanto na Europa.</p>
<p>Se dermos uma busca nos principais meios de comunicação do mundo, não encontraremos nenhuma notícia sobre um grupo que reúne os mais importantes políticos, empresários e financistas do planeta. Isto, para não mencionar informações sobre o início das hostilidades contra o Iraque, nem sequer ventilada pela imprensa que par­ticipou do encontro Bilderberg de 2002.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Desavença, mas segredo absoluto</h2>
<p>Uma das maiores desa­venças entre os vários grupos dentro do Bilderberg ocorreu na reunião de 2002. Os <em>bilderbergers</em> europeus exigiram a presença imediata do secretário de Defesa americano, Donald Rumsfeld, para explicar os planos da guerra. Rumsfeld, modificando brus­camente sua agenda política, compareceu à reunião para prome­ter aos participantes, sob ameaças e pressões, que de nenhuma maneira iniciaria a guerra antes de fevereiro ou março de 2003. Bem, se eu, por mais que disponha de contatos privilegiados, soube quando começaria a guerra, como é possível que os peixes graúdos dos meios de comunicação que participaram da reunião não soubessem de algo assim tão básico?</p>
<p>O <em>American Free Press</em>,<em> </em>o jornal de Tim Tucker, infor­mou em junho de 2002 que, segundo fontes da reunião do Clube Bilderberg, a guerra contra o Iraque havia sido adiada até março de 2003, quando todos os jornais do mundo anunciavam o ataque para o verão de 2002. Tradução: O encontro Bilderberg/2002 teve lugar entre 30 de maio e 2 de junho. Rumsfeld, o secretário de Defesa de Bush, participou no dia 31. Os membros do Clube arrancaram-lhe a promessa de que o governo Bush não começaria a guerra até o ano seguinte. Esta não é notícia suficiente para sair na primeira página de todos os jornais do mundo? Sem dúvida, os principais meios de comunicação, como o <em>New York Times </em>e o <em>Washington Post,</em> cujos diretores são membros do Clube, tinham ordens de não informar aquela que poderia ter sido a notícia do verão.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Com censura</h2>
<p>O correspondente do <em>American Free Press </em>para as Nações Unidas, Christopher Bollen, perguntou, numa ocasião, a um grupo de jornalistas, que aguardavam o início de uma coletiva da imprensa, a razão pela qual as notícias sobre o Clube são censu­radas, sistematicamente, pelos editores mais “respeitáveis”. Tudo o que conseguiu em resposta foram risadinhas irônicas.</p>
<p><em>«Há muitos anos nos chegou uma ordem de cima dizendo que não poderíamos informar sobre o Clube Bilderberg»</em>, decla­rou numa ocasião Anthony Holder, ex-jornalista do <em>Economist </em>de Londres, especializado em temas relacionados com a ONU. Vale lembrar que essa publicação é uma referência mundial entre os meios que tratam de economia. Outro experiente jornalista, William Glasgow, que trabalha para a <em>Business Week, </em>afirma: <em>«A única coisa que sabemos é que o Clube existe, mas é verdade que não publicamos suas atividades»</em>. Como disse outro jornalista: <em>«É inevitável suspeitar de uma organização que planeja o futuro da humanidade com o máximo de segredo»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Os Rockefellers e a mídia</h2>
<p><em>«O envolvimento dos Rockefeller nos meios de comunicação é múltiplo. Assim, asseguram-se de que “os meios de desinformação de massas” nunca falem de seus planos para dominar um futuro governo mundial. Os meios sempre decidem quais os temas que serão atuais num determinado país. Por exemplo, às vezes põem em primeiro plano o tema da pobreza e, outras vezes, o fazem desaparecer. O mesmo sobre a poluição, os problemas demográfi­cos, a paz ou qualquer outro tema»</em> (Gary Allen, em «The Rockefeller File»).</p>
<p><em>«Os meios podem pegar um homem como Ralph Nader e convertê-lo num herói, instantaneamente. Ou podem pegar um inimigo dos Rockefeller e criar a imagem de que ele é um cretino, um bufão ou um paranóico perigoso»</em> (Gary Allen, «The Rockefeller File»).</p>
<p>Ralph Nader, eterno candidato presidencial “independente”, <em>«muito admirado por sua postura contrária à classe dirigente»</em>, é financiado pela rede Rockefeller com a intenção de destruir o sistema do livre mercado. Os principais patronos de Nader são a Ford Foundation e a Field Foundation, ambos ligados por meio do CFR &#8211; Council on Foreign Relations. Segundo um artigo da <em>Business Week, </em>reimpresso no Boletim do Congresso de 10/03/1971: <em>«John D. Rockefeller IV é conselheiro de Nader»</em>.</p>
<p><em>«Com todo o dinheiro que possuem, os Rockefeller conse­guiram o controle dos meios de comunicação. A opinião pública já não é um problema para eles. Com o controle da opinião pública, por sua vez, conseguiram as rédeas da política. Controlando a política, têm a seus pés toda a nação.»</em> (Gary Allen, em «The Rockefeller File»).</p>
<p><em>«Durante quase 40 anos</em> – segundo David Rockefeller – <em>o Washington Post, o New York Times, a Time Magazine e outros meios corporativos de prestígio têm participado de nossos encontros e vêm mantendo a promessa de discrição.» «Teria sido impossível para nós desenvolver um plano para o mundo se tivés­semos estado submetidos à luz da opinião pública durante todos esses anos» </em>– acrescentou. <em>«Mas, graças a isto, agora o mundo está mais sofisticado e mais preparado para um Governo Mundial. A soberania supranacional de uma elite intelectual, juntamente com os principais banqueiros, é preferível aos anseios de autodetermi­nação nacional dos séculos passados.»</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Convidados da Imprensa e outros participantes</h2>
<p>Alguns dos jornalistas convidados às reuniões do Clube são:</p>
<p>Juan Luis Cebrián, do grupo PRISA (participante habi­tual); Arthur Sulzberger, editor do <em>New York Times </em>e membro do CFR; Peter Jennin, apresentador e editor do programa da ABC, <em>World News Tonight</em>;<em> </em>e Thomas L. Friedman, colunista do <em>New York Times, </em>ganhador do Prêmio Pulitzer e membro do CFR e da Comissão Trilateral.</p>
<p>O Clube Bilderberg usa os principais grupos de comuni­cação para criar uma opinião que respalde seus objetivos. Assim, difunde notícias que influenciam o mundo político e o cidadão comum. A indústria dos meios de comunicação, totalmente con­trolada, difunde a propaganda. De fato, entre os convida­dos mais freqüentes às reuniões Bilderberg encontra-se Anthony Ridder da Knight-Ridder, Inc., a segunda rede de jornais mais importante dos Estados Unidos, que controla publicações como o <em>Detroit Free Press, </em>o <em>Miami Herald </em>e o <em>Philadelphia Inquirer.</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Controle, conluio e manipulação das massas</h2>
<p>As corporações públicas procuram manter em segredo a lista de participantes das reuniões do Clube e a imprensa pri­vada quase não divulga o evento. Assim, Microsoft, AT&amp;T, Bechtel, Cisco, Compaq e Price Waterhouse Coopers não têm nada a temer da imprensa. Não importa que a Microsoft e a NBC administrem em conjunto a rede de cabos MSNBC. <em> </em></p>
<p>Em sua edição de agosto/setembro de 1993, a prestigiosa revista holandesa <em>Exposure </em>publicou um artigo sobre o férreo con­trole existente sobre certo tipo de informações – controle este estabelecido pelas três mais prestigiadas cadeias de televisão dos Estados Unidos: a NBC, a CBS e a ABC. As três surgiram a partir da RCA. O que quer dizer que a política social decidida pelo Instituto Tavistock parte da idéia de que as massas podem ser manipuladas.</p>
<p>Essas organizações e instituições que, teoricamente, com­petem umas com as outras, e que têm uma “independência” que assegura aos americanos receber informações não distorcidas, estão na realidade ligadas através de incontáveis empresas e enti­dades  financeiras. Trata-se de um emaranhado quase impossível de desenrolar.</p>
<p>O que aconteceria se o povo americano soubesse que as três redes de televisão mais importantes do país transmitem uma lavagem cerebral definida pelo Instituto Tavistock de Relações Humanas, refletindo o MI6, o instituto de inteligência mais sofisticado do mundo? O artigo da revista <em>Exposure </em>apóia-se no trabalho de Eustace Mullins, tenaz investigador do que veio a ser chamado de Nova Ordem Mundial (NewWorld Order).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A NBC e a RCA</h2>
<p>A NBC é propriedade da General Electric (GE), <em>«uma das maiores corporações do mundo»</em>: com uma longa história de atividades anti-sindicais. A GE é, por sua vez, um dos mais importantes provedores de fundos do Partido Republicano e mantém imensos interesses financeiros na indústria armamentista e nuclear. O ex-­diretor da empresa, Jack Welch, foi um dos principais impulsio­nadores da transferência das fábricas americanas para países com baixo custo de mão-de-obra, como o México e a China.</p>
<p>A NBC é uma empresa subsidiária da RCA, um conglome­rado de empresas de comunicação. No conselho diretor da RCA encontra-se Thornton Bradshaw, presidente da Atlantic Richfield e membro da OTAN, do WWF &#8211; World Wildlife Fund, do Clube de Roma, do Instituto Aspen de Estudos Humanísticos e do CFR. Bradshaw é também presidente da NBC.</p>
<p>A função mais importante da RCA é o serviço que proporciona à inteligência britânica. É importante saber que a direção da RCA está composta por importantes per­sonalidades do poder anglo-americano que pertencem a outras organizações, como a OTAN, o Clube de Roma, o CFR, a Comissão Trilateral, a Maçonaria, a Mesa Redonda, o Clube Bilderberg etc. Cabe destacar que David Sarnoff foi para Londres ao mesmo tempo que <em>Sir </em>William Stephenson transladava-se para o edifício da RCA de Nova York.</p>
<p>Entre os diretores da NBC nomeados no artigo <em>Exposure, </em>de Mullins, estavam:</p>
<p> John Brademas (CFR, Clube Bilderberg), um diretor da Fundação Rockefeller; Peter G. Peterson (CFR), ex-executivo da Kuhn, Loeb &amp; Co (Rothschild) e ex-secre­tário de comércio dos EUA; Robert Cizik, diretor da RCA e do First City Bancorp, identificado numa audiência junto ao Congresso dos EUA como banco pertencente aos Rothschild; Thomas O. Paine, presidente da Nurthrup Co. (o grande empreiteiro do Ministério da Defesa americano) e diretor do Instituto de Estudos Estratégicos de Londres; Donald Smiley, diretor de duas companhias Morgan, Metropolitan Life e US Steel; Thorton Bradshaw, diretor da RCA, diretor da Rockefeller Brothers Fund, da Atlantic Richfield Oil e do Instituto Aspen de Estudos Humanísticos (estes últimos dirigidos por um membro do Clube, Robert O. Anderson).</p>
<p>Claramente, o comitê executivo da NBC sofre uma considerável influência dos Rockefeller-Rothscild-Morgan, principal eixo e promotor do plano da Nova Ordem Mundial.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A rede ABC</h2>
<p>A ABC é propriedade da Disney Corp. –<em> </em><em>«que fabrica produ­tos nos países do Terceiro Mundo pagndo salários de miséria em condições de trabalho atrozes»</em>. Possui 152 canais de televisão. O Chase Manhattan Bank controla 6,7 % da ABC, participação sufi­ciente para exercer o seu controle. Mesmo sendo uma porcentagem pequena, é mais do que suficiente para censurar os conteúdos da rede e exercer pressão sobre eles. O Chase, através de seu departamento de crédito, controla 14 % da CBS e 4,5 % da RCA.</p>
<p>Assim, no lugar de três redes de televisão chamadas NBC, CBS e ABC, o que na ver­dade temos é a Rockefeller Broadcasting Company, a Rockefeller Broadcasting System e a Rockefeller Broadcasting Consortium.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O grupo CBS</h2>
<p>A CBS é propriedade da Viacom, que possui cerca de 200 canais de televisão e 255 emissoras de rádio filiadas. Esse <em>«enorme conglomerado de empresas de comunicações possui, entre outros, a MTV, a Show Time, a Nickelodeon, a VH1, a TNN, a CMT, a Paramout Pictures e a Blockbuster Inc., 39 canais de televisão e 184 emissoras de rádio»</em>, segundo Bernie Sanders (Sanders Scoop Newsletter, 2002).</p>
<p>William Paley formou-se em técnicas de lavagem cerebral de massas pelo Instituto Tavistock na Inglaterra antes que lhe fosse concedido o comando da CBS.</p>
<p>A expansão financeira da terceira rede de televisão, a CBS, foi supervisionada durante muito tempo por Brown Brothers Harriman e seu sócio majoritário, Prescott Bush, diretor da CBS.</p>
<p>O comitê executivo da CBS incluía:</p>
<p> O presidente William S. Paley (Comitê dos 300); Harold Brown (CFR), diretor executivo da Comissão Trilateral e ex-secretário da Defesa dos EUA e da Força Aérea; Michel C. Bergerac, presidente da Revlon e diretor do Manufacturers Hannover Bank (Rothschild); Newton D. Minow (CFR), diretor do Instituto RAND e, entre outras, da Fundação Ditchley, estreitamente vinculada ao Instituto Tavistock (espe­cialistas em lavagem cerebral) e ao Clube Bilderberg.</p>
<p>O último ex-presidente da CBS foi o doutor Frank Stanton (CFR), que também é membro do conselho de administração da Fundação Rockefeller e da Instituição Carnegie.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Rockefeller e Rothschild aliados</h2>
<p>Convém saber que as famílias Rothschild e Rockefeller são as que lideram o férreo con­trole sobre as comunicações e respondem diretamente ao Clube Bilderberg.­</p>
<p>Segundo James Tucker, <em>«os bilderbergers estão convencidos  de que a opinião pública sempre segue os passos de indivíduos influentes. Os membros do Grupo preferem trabalhar através de um número reduzido de pessoas de confiança e não com grandes campanhas publicitárias»</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>E a Fox&#8230;</h2>
<p>A Fox News Channel (uma das cinco grandes) é de proprie­dade de Rupert Murdoch, <em>«proprietário de uma parte significa­tiva»</em> dos principais meios de comunicação do mundo. Sua rede tem “vínculos estreitos” com o Partido Republicano e entre seus “equilibrados e corretos” analistas se encontra Newt Gingrich, ex­porta-voz do Partido Republicano americano.</p>
<p>É evidente que as cinco redes de meios de comunicação estão estreitamente relacionadas com o Bilderberg, o CFR e a Comissão Trilateral. Como se pode afirmar, então, que as cinco grandes televisões americanas, de onde a maioria dos cidadãos obtém as informações, são independentes?<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-3381" title="editora-planeta-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Daniel   Estulin</strong></em></p>
<p><strong>[continua no próximo post]</strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3152" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif" alt="" width="158" height="24" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos: </strong>Este post é a quarta parte do capítulo dedicado ao Clube Bilderberg,    constante do livro de Daniel Estulin <strong>«A verdadeira História do Clube    Bilderberg»</strong>, o qual, para quem crê nas teorias conspiratórias (as quais,    infelizmente, existem mesmo), é literatura obrigatória. Introduzi    subtítulos no texto para facilitar a leitura. Eis a matéria.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os principais livros a ler são: <strong>«A Verdadeira   História do Clube  Bilderberg»</strong>,  de Daniel Estulin (Editora Planeta do   Brasil Ltda.);  <strong>«A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do  Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas Hagger (Editora  Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do Poder»</strong>, de Pablo  Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>,  de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).</p>
<p><strong>Outros livros que tratam do mesmo assunto podem ser encontrados na   página de “LIVROS”, deste blog.</strong></p>
<p><strong>Imagem:</strong> 4.bp.blogspot.com<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2489" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
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		<title>O Clube Bilderberg &#8211; Objetivos</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 00:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Clube Bilderberg está em busca de uma era do pós­-nacionalismo: um momento em que já não haverá países, só regi­ões e valores universais, quer dizer, só uma economia universal, um Governo Universal – designado, não eleito – e uma religião universal. Para assegurar-se esses objetivos, os membros do Clube Bilderberg defendem um enfoque mais técnico e menos conheci­mento por parte do público. Isto reduz as possibilidades de que toda a população se inteire do plano global dos donos mundiais e organize uma resistência organizada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/blogtok.com-bilderberg-olho.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-3569" title="blogtok.com-bilderberg-olho" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/blogtok.com-bilderberg-olho.bmp" alt="" width="263" height="263" /></a><em><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-3383" title="editora-planeta-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-medio.bmp" alt="" /></a>«O Clube Bilderberg está em busca de uma era do pós­-nacionalismo: um momento em que já não haverá países, só regi­ões e valores universais, quer dizer, só uma economia universal, um Governo Universal – designado, não eleito – e uma religião universal. Para assegurar-se esses objetivos, os membros do Clube Bilderberg defendem um enfoque mais técnico e menos conheci­mento por parte do público. Isto reduz as possibilidades de que toda a população se inteire do plano global dos donos mundiais e organize uma resistência organizada»</em> (de Willian Shannon, em «Plans to Destroy America Are Exposed!», 2002).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O objetivo final</h2>
<p>O objetivo final do Grupo Bilderberg é o con­trole de absolutamente tudo no mundo, em todos os sentidos da palavra. Agem como se fossem deuses na Terra. Entre seus planos pretendem estabelecer:</p>
<p>(1) Um único governo planetário com um único mercado globalizado, com um único exército e uma única moeda regulada por um Banco Mundial.</p>
<p>(2) Uma Igreja universal que canalizará as pessoas para os desejos da Nova Ordem Mundial. As outras religiões serão todas destruídas.</p>
<p>(3) Serviços internacionais completarão a des­truição de qualquer identidade nacional por meio da subversão a partir de dentro. Só será permitido que floresçam os valores uni­versais.</p>
<p>(4) O controle de toda a humanidade através de meios de manipulação mental. Esse plano está descrito no livro «Technotronic Era» [«Era Tecnotrônica»], de Zbigniew Brzezinski, membro do Clube. Na Nova Ordem Mundial não haverá classe média, só ser­vidores e governantes.</p>
<p>(5) Uma sociedade pós-industrial de “crescimento zero” [l ver artigos na categoria “Sustentabilidade”, neste blog], que acabará com a industrialização e a produção de energia elétrica nuclear (exceção para as indústrias dos computadores e servi­ços). As indústrias canadenses e americanas que permanecerem serão exportadas para países pobres como Bolívia, Peru, Equador, Nicarágua etc, em que existe mão-de-obra barata [leia-se: mão-de-obra escrava]. Tornar-se-á realidade, então, um dos principais objetivos do NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte). O <em>crescimento zero</em> é necessário para destruir os vestígios de prosperidade e dividir a sociedade em proprietários e escravos. Quando há prosperidade, há progresso, o que torna muito mais difícil a repressão.</p>
<p>(6) A redução populacional das grandes cidades, segundo a experiência realizada no Cambodja por Pol Pot. Os planos genocidas de Pot foram projetados nos Estados Unidos por uma das instituições irmãs do Bilderberg, o Clube de Roma.</p>
<p>(7) A eliminação de quatro bilhões de pessoas – aquelas que Henry Kissinger e David Rockefeller chamam, caçoando, de «estômagos inservíveis» – por meio das guerras, da fome e de enfermidades. Isto sucederá até o ano 2050. <em>«Dos dois bilhões de habitantes rema­nescentes, 500 milhões serão chineses e japoneses, que se salvarão graças à sua capacidade característica de obedecer à autoridade» – é o que afirma John Coleman em seu livro </em>«Conspirator’s Hierarchy: The Story of the Committee of 300» [→ ver artigos neste blog]. John Coleman é um fun­cionário da inteligência aposentado que descobriu um relatório do Comitê dos 300 recomendando a Cyrus Vance <em>«como realizar o genocídio»</em>. Segundo a pesquisa de Coleman, o relatório foi intitu­lado «Global 2000 Report», <em>«aprovado pelo presidente Carter, em nome do Governo americano e referendado por Edwin Muskie, secretário de Estado»</em>. Segundo esse relatório, <em>«a população dos Estados Unidos estará reduzida a 100 milhões até o ano 2050»</em>.</p>
<p>(8) Crises artificiais para manter as pessoas num perpétuo estado de desequilíbrio físico, mental e emocional. Confundirão e desmoralizarão a população para evitar que as pessoas decidam o seu pró­prio destino, até o extremo em que elas <em>«terão demasiadas pos­sibilidades de escolha, o que dará lugar a uma grande apatia em escala geral»</em> (John Coleman).</p>
<p>(9) Um controle férreo sobre a educação com o propósito de destruí-la. Uma das razões da existência da União Européia (e da futura União Americana e Asiática) é o controle da educação para “cordeirizar” as pessoas. Ainda que nos pareça incrível, esses esforços já estão dando “bons frutos”. A juventude de hoje ignora por completo a história, as liberdades individuais e o significado do próprio conceito de liberdade. Para os adeptos da globalização é muito mais fácil lutar contra oponentes sem princípios.</p>
<p>(10) O controle da política internacional e interna dos Estados Unidos (já realizado através do governo de Bush), Canadá (con­trolado pela Inglaterra) e Europa (através da União Européia).</p>
<p>(11) Uma ONU mais poderosa, e que se converta, finalmente, num Governo Mundial. Uma das medidas que conduzirão a isto é a criação do imposto direto sobre o “cidadão mundial”.</p>
<p>(12) A extensão do NAFTA para todo o hemisfério ocidental, como prelúdio da criação de uma União Americana similar à União Européia.</p>
<p>(13) Uma corte internacional de justiça com um sistema jurí­dico único. E&#8230;</p>
<p>(14) Um estado de bem-estar socialista onde serão recompen­sados os escravos obedientes e exterminados os não-conformistas.</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3152" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif" alt="" width="158" height="24" /></a>Observação do Editor deste blog</h2>
<p>Em seguida, no livro de Daniel Estulin, «A Verdadeira História do Club Bilderberg», o autor apresenta alguns exemplos da atuação do Grupo Bilderberg em episódios políticos ocorridos no mundo, para mostrar a extensão e o poder do Grupo. Reitero a sugestão, junto ao prezado Visitante Desconhecido no sentido de adquirir o livro a fim de conhecer todos os detalhes das operações realizadas pelo Grupo Bilderberg, por ser isso fundamental para que se possa, de fato, entender como esta organização atua, visto que, por motivos óbvios, não há como reproduzir neste blog, na íntegra, as palavras de Daniel Estulin.</p>
<p>No livro, o autor apresenta e mostra, detalhadamente, a atuação do pessoal do Bilderberg nos seguintes episódios:</p>
<p>♦ A Guerra das Malvinas;</p>
<p>♦ A humilhação de Ronald Reagan por parte do Clube;</p>
<p>♦ O assassinato de Aldo Moro (Itália);</p>
<p>♦ O assassinato de Ali Bhutto (Paquistão);</p>
<p>♦ A deposição do xá do Irã e o aiatolá Khomeini;</p>
<p>♦ O episódio Watergate e a Nova Ordem Mundial;</p>
<p>♦ A criação de Bill Clinton.</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3152" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif" alt="" width="158" height="24" /></a></h2>
<h2>Outros exemplos da atuação do Clube Bilderberg</h2>
<p>♦ O Bilderberg propôs e decidiu estabelecer relações formais com a China, antes que Nixon o fizesse.</p>
<p>♦ Num encontro em Saltsjöbaden, Suécia, em 1973, o Clube consentiu num aumento de 12 dólares no preço do barril de petróleo, um aumento de 350% sobre o preço anterior. A intenção era criar um caos econômico nos Estados Unidos e na Europa oci­dental para tornar esses países mais receptivos.</p>
<p>♦ Em 1983, o Clube conseguiu o compromisso secreto por parte do ultraconservador presidente Reagan de transferir 50 bilhões de dólares, dinheiro dos contribuintes americanos, aos países comunistas e do Terceiro Mundo através dos seus canais preferenciais, o FMI e o BIRD. Esse compromisso foi realizado e conhecido como Plano Brady.</p>
<p>♦ O Bilderberg decidiu também depor Margareth Thatcher como primeira-ministra britânica porque ela havia se oposto a submeter a soberania da Inglaterra ao superestado europeu pla­nejado pelo Clube. E, com incredulidade, assistimos a como seu próprio partido a aniquilou em favor de um de seus cachorrinhos de madame, John Major.</p>
<p>♦ Em 1985 foi ordenado aos membros do Clube Bilderberg que apoiassem completamente a Iniciativa Estratégica de Defesa (Guerra das Galáxias), antes inclusive da mesma vir a ser a política oficial do governo americano – pelo fato de que proporcionaria aos “donos do mundo” um potencial de lucros sem limites.</p>
<p>♦ Em seu encontro de 1990 em Glen Cove, Nova York, foi decidido que deveriam ser aumentados os impostos para pagar a dívida aos banqueiros internacionais. O Bilderberg ordenou a George Bush que incrementasse os impostos a partir daquele ano, e assistiu a como o presidente assinava a previsão orçamentária, com a subida dos impostos, a qual o faria perder as eleições.</p>
<p>♦ Na reunião de 1992, o Grupo debateu a possibilidade de <em>«condicionar o público para que fosse aceita a idéia de um exército da ONU, que poderia, utilizando a força, impor sua vontade nas questões internas de qualquer Estado»</em>.</p>
<p>♦ A venda multimilionária da companhia de eletricidade Ontario Hydro (cujo proprietário era o governo do Canadá), foi discutida pela primeira vez na reunião do Bilderberg em King City, Toronto, em 1996. Pouco tempo depois, Ontario Hydro foi dividida em cinco empresas independentes e privatizada.</p>
<p>♦ Durante e depois da conferência Bilderberg de 1996, deci­diu-se reeleger Bill Clinton como presidente dos Estados Unidos porque ele seria uma marionete mais útil que Bob Dole. Este último havia sido também investigado por financiamento ilícito da campanha eleitoral.</p>
<p>♦ Em relação a Kosovo, os membros do Clube Bilderberg decidiram a formação de um Estado albanês independente e o desmembramento da Iugoslávia (com a entrega de sua província mais setentrional à Hungria) para criar um novo mapa que assegurasse a continuidade do conflito. A reconstrução estimada em bilhões de dólares correria a cargo dos impostos ocidentais.</p>
<p>♦ Indiscrições sobre o encontro de 2004 revelam que a Guerra do Iraque foi adiada até março de 2003. Todos os jornais do mundo esperavam o ataque no verão de 2002.</p>
<p>♦ A OTAN deu carta branca à Rússia para bombardear a Tchetchênia em 1999, como informado em 1998.</p>
<p>♦ Em 1999, Kenneth Clarke, membro do Parlamento; Martin S. Feldstein, presidente do Conselho Nacional de Investigação Econômica; Stanley Fisher, subdiretor do Fundo Monetário Internacional (FMI); Ottmar Issing, membro do comitê execu­tivo do Banco Central Europeu; e Jean-Claude Trichet, diretor do Banco da França – debateram sobre a “dolarização”, como passo posterior à moeda única européia.</p>
<p>♦ Foi planejada a formação de um bloco asiático sob a lide­rança do Japão. Seriam estabelecidos uma moeda única, o livre comércio e uma união política semelhante à União Européia.</p>
<p>♦ Foi planejada a formação de uma União Americana seme­lhante à União Européia.</p>
<p>♦ Planificou-se a divisão do Canadá para 1997, mas a ines­perada investigação do periódico <em>Toronto Star</em>, o jornal mais importante do Canadá, durante o encontro de 1996 em King City, obrigou os adeptos da globalização a adiar o plano para 2007.</p>
<p>♦ O Clube sancionou economicamente a Áustria por reali­zar eleições democráticas nas quais resultou vencedor o Partido Nacionalista de Jorg Haider.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O Clube Bilderberg pode ser desmascarado?</h2>
<p>Thomas Jefferson, um dos fundadores da democracia americana, tinha a seguinte definição: <em>«Certos atos de tirania podem ser atribuídos à circunstância acidental de um dia; mas toda uma série de opressões que se iniciaram num período definido e que se mantiveram inalteradas com todos os ministros [presidentes] existentes demonstram demasiado claramente que existe um plano sistemático e deliberado para reduzir-nos à escra­vidão»</em>.</p>
<p>Essa estratégia corporativa em sua forma global é expressa nas pala­vras que pronunciou David Rockefeller no encontro do Bilderberg em junho de 1991 em Baden-Baden, Alemanha: <em>«A soberania supranacional de uma elite intelectual e financeira é absoluta­mente preferível à autodeterminação nacional praticada durante os séculos passados»</em>.</p>
<p><em>«Tal estrutura funciona mediante os mesmos mecanismos financeiros e comunicativos que colocaram Tony Blair e George Bush no poder, dando-Ihes a maioria de votos. As corporações transnacionais realizaram uma publicidade muito poderosa e financiaram esses líderes políticos, para assegurar-se da servidão dos Estados. Os governos já não podem governar para o interesse comum sem infringir as novas leis de comércio e investimentos de capitais que só beneficiam às corpo rações transnacionais»</em> – é isso que se lê em «Why is There a War in Afghanistan?», de John McMurtry, no fórum sobre como o Canadá deveria responder ao terrorismo e à guerra, 09/12/2001.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Por que não reagimos?</h2>
<p>O que me surpreende mais é: por que os demais [países e líderes nacionais] não vêem esse perigo? Deverá ser pelo fato de que o conhecimento implicaria uma responsabilidade e clamaria por uma resposta decisiva? Se formos conscientes de que, de fato, existe um poder muito mais pode­roso que a Presidência eleita democraticamente, uma autoridade “moral” mais poderosa do que o papa, mais onipotente que Deus, um poder invisível que controla o aparato militar mundial e os sis­temas de inteligência, que controla o sistema de propaganda mais eficiente da história&#8230; – devemos concluir, forçosamente, que a demo­cracia é, no melhor dos casos, uma ilusão e, no pior, o prelúdio de uma ditadura que se conhecerá como Nova Ordem Mundial e que nos conduzirá a uma escravidão total.</p>
<p>Michael Thomas, um banqueiro de investimentos de Wall Street que obteve fama mundial como escritor e como o analista mais incisivo do período Reagan-Bush, disse numa ocasião: <em>«Se os bilderbergers parecem agora mais discretos que nunca, é, entre outras razões, porque suas propostas, levadas a cabo pelas agências que estão a seu serviço, como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial, causaram mais devastação nos últimos anos do que todos os desastres da Segunda Guerra Mundial juntos»</em>.</p>
<p><em>«O resultado funesto&#8230; </em>— escreve o ex-jornalista da BBC Tony Gosling — <em>&#8230;é uma visão da democracia ocidental subvertida, em que as pessoas que tomam decisões se põem de acordo não para coi­sas que são importantes para as pessoas comuns – justiça social, interesse comum e qualidade de vida – mas sim para reforçar a austeridade econômica e conseguir ainda maiores ganhos para a elite empresarial e política.»</em></p>
<p>Com toda a evidência nas mãos, a maioria ainda crê que já se <em>«tem problemas pessoais demais para incomodarmo-nos com teorias conspirativas»</em>. Isto é exatamente o que Tavistock perseguia.</p>
<p>Encurralados pelo caos, reagimos como fez Nixon quando ficou isolado, confuso e depois destruído pelos planejadores da globalização. Desmoralizadas e confusas, com pouca auto-estima, com um futuro incerto, as pessoas estão muito mais inclinadas a aceitar o surgimento repentino de um “messias”, uma Nova Ordem que prometa a eliminação das drogas, da pornografia, da prostituição infantil, do crime, das guerras, da fome e do sofrimento, e que garanta uma sociedade bem ordenada em que as pessoas vivam em harmonia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Um duro impasse</h2>
<p>O problema é que essa nova “harmonia” devorará nossas liberdades, os direitos humanos, nosso pensamento independente e sua própria existência. “Harmonia” significará uma sociedade de bem-estar que nos converterá em números dentro do enorme sis­tema burocrático da Nova Ordem Mundial. Os não-conformistas, como eu mesmo, seremos varridos com um simples toque numa tecla de computador, internados num dos mais de 600 campos de concentração que já estão em pleno funcionamento na atua­lidade nos Estados Unidos, a não ser que as pessoas do mundo livre (ou o que resta dele) – a “resistência leal” – se levantem para defender os ideais nacionais, em vez de deixá-los nas mãos dos governos, dos representantes da Comissão Européia, das Nações Unidas e da realeza, que já nos traíram.</p>
<p>Esses elegantes e sempre finos membros das famílias reais européias, suas damas educadas e seus galhardos cavaleiros, que trocaram seus trajes reais por terno e gravata, são, na verdade, completamente impiedosos. Utilizarão o sofrimento das nações e suas riquezas para proteger suas privilegiadas formas de vida.</p>
<p>Essas fortunas da aristocracia estão <em>«relacionadas e entrelaçadas de forma inextricável com o tráfego de drogas, ouro, diamantes e armas, com os bancos, o comércio e a indústria, com o petróleo, com os meios de comunicação e a indústria de entretenimento»</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/codenamejumper.files_.wordpress.com-estultin.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3571" title="codenamejumper.files.wordpress.com-estultin" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/codenamejumper.files_.wordpress.com-estultin-300x200.jpg" alt="" width="307" height="204" /></a>Como podemos verificar esses fatos?</h2>
<p>É virtualmente impos­sível penetrar no Clube Bilderberg. Algumas das provas não estão ao nosso alcance porque a informação sai diretamente dos arqui­vos da inteligência e só uma minoria privilegiada pode vê-los. Não espere nunca que os meios de comunicação mencionem a conspiração nos telejornais da noite. A imprensa está completa­mente sob o controle das senhoras virtuosas e dos cavalheiros que dedicam a maior parte de seu tempo a empresas filantrópicas. A maioria das pessoas crê – como não se pode encontrar uma motivação atrás das coisas que descrevi, como nada disto aparece nos noticiários – que deve tratar-se de mais uma das muitas teorias de conspiração a serem desprezadas, frequentemente ridicularizadas e por fim rejeitadas.</p>
<p>As pessoas querem provas definitivas e isso é o mais difícil de conseguir. Isto é o que o Instituto Tavistock fez com a raça humana. A Nova Ordem Mundial neutralizou a única ameaça real que as “massas sujas” – quer dizer, nós – poderíamos opor a seus planos. Este livro pode ser uma exceção. Seu objetivo é tirar a máscara da Nova Ordem Mundial para mostrá-la como ela é realmente. Neste livro há muitos documentos e fontes que podem verificar, pelo menos, uma parte dos fatos e que deixarão o leitor inteligente perguntando-se se, por trás, não haverá mais coisas além do que se vê à primeira vista.</p>
<p>As informações que se seguem são fruto de muitos anos de investi­gações, de milhares de documentos e fontes consultados. Algumas pessoas incrivelmente corajosas arriscaram sua vida (e outros morreram tentando) para ter acesso a uma parte deste material em que se detalha o terrível futuro que nos espera.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-3381" title="editora-planeta-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/editora-planeta-pequeno.bmp" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Daniel Estulin</strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-3152" title="newrule" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/05/newrule.gif" alt="" width="158" height="24" /></a><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3623" title="seta-vermelha-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-vermelha-pequena.jpg" alt="" width="30" height="27" /></a>Créditos: </strong>Este post é a última parte da matéria dedicada ao Clube Bilderberg, e consta do livro de Daniel Estulin <strong>«A verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>, o qual, para quem crê nas teorias conspiratórias (as quais, infelizmente, existem mesmo), é literatura obrigatória. Introduzi subtítulos no texto para facilitar a leitura, assim como eliminei algumas partes do texto original não fundamentais para este blog, mas que deverão ser observadas pelo prezado Visitante Desconhecido quando da leitura integral do livro.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3626" title="seta-cinza-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/06/seta-cinza-pequena.jpg" alt="" width="28" height="19" /></a>Os principais livros a ler são: <strong>«A Verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>, de Daniel Estulin (Editora Planeta do Brasil Ltda.); <strong>«A Corporação – A História Secreta do Século XX e o Início do Governo Mundial do Futuro»</strong>, de Nicholas Hagger (Editora Pensamento-Cultrix Ltda.); <strong>«As Redes Secretas do Poder»</strong>, de Pablo Allegritti (Editora Planeta do Brasil Ltda.); e <strong>«O Governo Secreto»</strong>, de Jim Marrs (Madras Editora Ltda.).</p>
<p><strong>Outros livros que tratam do mesmo assunto podem ser encontrados na página de “LIVROS”, deste blog.</strong></p>
<p><strong>Images:</strong> blogtok.com; e codenamejumper.files.wordpress.com.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2489" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
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		<item>
		<title>O comitê dos 300 – O domínio sobre as nações</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/hierarquia-dos-conspiradores-o-comite-dos-300-%e2%80%93-parte-1/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/hierarquia-dos-conspiradores-o-comite-dos-300-%e2%80%93-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 14:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Oligarquias internacionais]]></category>
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		<description><![CDATA[Este blog apresentará informações, não só sobre o Comitê dos 300, mas também sobre a Comissão Trilateral, o CFR, o Bohemian Club, a Skull &#038; Bones, os Illuminati etc – grupos que se misturam e se completam, cujos participantes são, mais ou menos, os mesmos, e têm o intuito de obter uma governança mundial: um poder supremo e único sobre todas as nações do planeta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/capitolio-evil-xxxblogtok-comxxx.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2700" title="capitolio-evil-xxxblogtok-comxxx" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/capitolio-evil-xxxblogtok-comxxx-300x276.jpg" alt="" width="300" height="276" /></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2898" title="hierarquiadosconspiradores-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-medio.jpg" alt="" width="60" height="95" /></a>Este post, e os outros que o seguirão, são trechos do livro «Conspirators&#8217; Hierarchy: The Story of the Committee of 300», da autoria do Dr. John Coleman (America West Publishers, Carson City, Nevada, 1992).</p>
<p>Também poderão ser lidos: «Diplomacy by Deception» e «One World Order: Socialist Dictatorship», do mesmo autor. Estes livros podem ser encontrados no site <a href="http://www.amazon.com/">www.amazon.com</a>.</p>
<p>Este blog apresentará informações, não só sobre o Comitê dos 300, mas também sobre a Comissão Trilateral, o CFR, o Bohemian Club, a Skull &amp; Bones, os Illuminati etc – grupos que se misturam e se completam, cujos participantes são, mais ou menos, os mesmos, e têm o intuito de obter uma governança mundial: um poder supremo e único sobre todas as nações do planeta.</p>
<p>Infelizmente, uma conspiração a nível mundial existe, e isso não é de hoje, como é mostrado no presente post, cuja matéia é de 1992. O prezado Visitante Desconhecido deverá, portanto, considerar a data em que foi escrito. Só que: a situação não mudou. Está tudo cada vez pior, e se forem observadas as atuais condições do mundo isso será, facilmente, comprovado.</p>
<p>Fiz pequenas correções de português no texto, pois atradução original do mesmo não é boa. Também introduzi subtítulos para facilitar a leitura.</p>
<p>A presente matéria não é nova, e pode ser encontrada em vários sítios na Internet, bastando digitar-se no buscador: Comitê dos 300. Servi-me do site <a href="http://www.umanovaera.com/">www.umanovaera.com</a> (cujo símbolo está apresentado acima e no final do texto) para obter o original dos escritos aqui apresentados. Vamos ao primeiro, e em outros posts, aos seguintes, que constituem as seis postagens subsequentes, e que completam a história.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2489" title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Hierarquia dos Conspiradores: o Comitê dos 300</h2>
<h2>Trecho do Prefácio</h2>
<p>Na minha carreira como funcionário do serviço secreto, em muitas ocasiões tive acesso a documentos altamente confidenciais, mas foi trabalhando como um cientista político em Angola, no Oeste da África, que consegui uma série de documentos confidenciais ultra-secretos, extraordinariamente, explícitos. O que eu vi me deixou irado e ressentido e me lançou numa direção irreversível, com o objetivo primordial de desmascarar o poder que controla e manipula os governos inglês e americano.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>John Coleman, novembro de 1991</em></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Uma visão panorâmica e histórica</h2>
<p>Certamente que alguns estão cientes de que as pessoas que governam o nosso país não são as que verdadeiramente controlam os assuntos políticos e econômicos, domésticos e exteriores. Isto levou muitos a buscar a verdade na imprensa alternativa – os autores de boletins informativos – que, como eu, procuraram descobrir, mas nem sempre com êxito, por que motivo os Estados Unidos estão com esta doença terminal. <em>«Buscai e encontrareis»</em> nem sempre foi o caso deste grupo. O que nós descobrimos foi que as pessoas vivem em densas trevas, e a maioria delas não se preocupa nem se interessa em descobrir para onde o seu país está indo, acreditando firmemente que ele sempre estará ali para ajudá-las. É assim que a maioria da população foi levada a reagir, e com essa atitude as pessoas se tornam marionetes nas mãos do governo secreto.</p>
<p>Freqüentemente ouvimos falar que “eles” estão fazendo isto, aquilo e aquilo outro. “Eles” fazem qualquer coisa e passam impunes. “Eles” aumentam os impostos, mandam nossos filhos para morrer em guerras que não beneficiam nosso país. “Eles” parecem inatingíveis, invisíveis para nós, e é frustrantemente quando se trata de tomar uma ação contra “eles”. Parece que ninguém consegue identificar claramente quem são “eles”. É uma situação que já dura há décadas. No decorrer deste livro, vamos identificar esses “eles” tão misteriosos e, depois disso, fica por conta das pessoas resolver a sua situação.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O Comitê dos 300</h2>
<p>O Comitê dos 300 é uma sociedade altamente secreta, composta de uma intocável classe governante, que inclui a rainha da Inglaterra, a rainha da Holanda, a rainha da Dinamarca e as famílias reais da Europa. Esses aristocratas decidiram, quando a Rainha Vitória faleceu, que, de modo a adquirir controle do mundo, seria necessário que os seus aristocratas “fizessem negócios” com os que não são aristocratas, mas que são líderes extremamente poderosos de empresas a nível global. E dessa forma as portas para o poder total se abriram para “os comuns”, como a rainha da Inglaterra gosta de chamá-los.</p>
<p>Desde a época que trabalhei no serviço secreto eu sei que chefes de Estado em outros países se referem a este órgão onipotente como “Os Magos”. Stalin criou a sua própria frase para descrevê-los: <em>«As Forças Tenebrosas»</em>, e o presidente Eisenhower, que jamais conseguiu passar do nível <em>hofjuden</em> (Judeu da Corte), se referiu a isso numa declaração que, de maneira alguma, define exatamente o que são. Ele disse que se tratava de um <em>«complexo industrial militar»</em>.</p>
<p>Quem são os conspiradores que servem ao poderoso e onipotente Comitê dos 300?</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O domínio sobre as nações</h2>
<p>Os nossos cidadãos mais bem informados estão cientes de que existe uma conspiração e que a conspiração trabalha sob diversos nomes como por exemplo Iluminati, Maçons, Mesa Redonda, Grupo Milner. O problema é que é muito difícil obter informação verdadeiramente concreta sobre as atividades dos membros desse governo invisível.</p>
<p>Para se ter uma idéia da amplitude e do nível universal desta conspiração, seria adequado a esta altura definir as metas decididas pelo Comitê dos 300 para a conquista e controle iminente do mundo.</p>
<p>É preciso que se tenha uma compreensão bem clara de por que a energia nuclear é tão odiada no mundo todo, e por que é que o movimento pseudo-ecológico, fundado e financiado pelo Clube de Roma, foi convocado para travar guerra contra a energia nuclear.</p>
<p>Porque com a energia nuclear que gera a eletricidade de uma forma barata e abundante, os países do Terceiro Mundo aos poucos ficariam independentes do auxílio exterior dos Estados Unidos e começariam a firmar a sua soberania. A energia nuclear é o segredo para tirar os países do Terceiro Mundo da sua condição retrógada, uma condição que o Comitê dos 300 ordenou que fosse mantida.</p>
<p>Menos auxilio estrangeiro significa menos controle dos recursos naturais de um país por parte do FMI, e a idéia das nações em desenvolvimento assumirem o controle do seu destino constituiu um anátema para o Clube de Roma e o Comitê dos 300, que o dirige. Nós já vimos oposição ao uso da energia nuclear nos Estados Unidos ser usada com êxito para bloquear o desenvolvimento industrial em conformidade com os planos de “Desenvolvimento Zero Pós-industrial” do Clube de Roma.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A manutenção da miséria e da corrupção</h2>
<p>Depender da ajuda dos Estados Unidos na verdade mantém os países estrangeiros subjugados ao Conselho das Relações Exteriores (CFR). O povo desses países, que deveria receber auxílio, recebe apenas uma mínima parte do dinheiro, visto que, normalmente, os recursos acabam indo parar no bolso dos líderes dos seus governos, que permitem que a matéria-prima dos países seja consumida, desenfreadamente, pelo FMI.</p>
<p>Mugabe, do Zimbabwe, ex-Rodésia, é um bom exemplo de como a matéria-prima (neste caso minério de cromo de alto nível) é controlada através do auxílio estrangeiro. LONRHO, o conglomerado gigantesco dirigido por Angus Ogilvie, um importante membro do Comitê dos 300, que trabalha para a sua prima Rainha Elizabeth II, tem agora controle total deste recurso tão valioso, enquanto que o povo do país afunda cada vez mais na pobreza e miséria, apesar de receber uma esmola de algo mais de 300 milhões de dólares por ano por parte dos Estados Unidos.</p>
<p>A LONRHO agora monopoliza o cromo da Rodésia e pagando o preço que quer, sendo que durante o governo de Ian Smith isso não era permitido. O preço permaneceu a um nível razoável por 25 anos antes do regime de Mugabe subir ao poder. Apesar de ter havido problemas durante o governo de 14 anos de Smith, desde que ele partiu, o desemprego quadruplicou e a realidade é que o Zimbabwe se encontra em estado de caos e bancarrota. Mugabe recebeu suficiente auxílio estrangeiro dos Estados Unidos (uns 300 milhões de dólares por ano) para dar-lhe condições de construir três hotéis na Cote d&#8217;Azur, Cap Ferat e Monte Carlo, enquanto que o seu povo sofre doença, desemprego, subnutrição e vive subjugado a um regime de ferro que não permite queixas. Compare isto com o governo de Smith, que jamais pediu nem recebeu um centavo sequer em forma de auxílio dos Estados Unidos. Vê-se então claramente que o auxílio do exterior é um meio poderoso de exercitar controle sobre os países como o Zimbabwe, e na verdade todos os países da África.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2899" title="hierarquiadosconspiradores-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="71" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>John Coleman</strong></em></p>
<p><strong>[continua no próximo post]</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Seta-grande-2.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-2728" title="Seta-grande-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Seta-grande-2.gif" alt="" width="27" height="29" /></a> O livro a ler é: <strong>«A  Verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>,  de  Daniel Estulin  (Editora Planeta do Brasil Ltda., SP). Outros  inúmeros  livros,  listados na <strong>bibliografia deste blog</strong>, apresentam   extensas matérias  sobre as corporações que planejam o Governo Mundial.</p>
<p>Consultar os sites: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.umanovaera.com/');" href="http://www.umanovaera.com/">www.umanovaera.com</a>;  <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.rainhamaria.com.br');" href="http://www.rainhamaria.com.br/">www.rainhamaria.com.br</a>;  <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://fimdostempos.net');" href="http://fimdostempos.net/">fimdostempos.net</a> e outros sites, para obter o texto em pauta e outros relacionados.</p>
<p>Imagem: blogtok-com</p>
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		<title>O comitê dos 300 – Clube de Roma e as metas dos oligarcas</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 14:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo mundial]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Como é que os conspiradores mantêm as suas garras no mundo e, mais especificamente, as mãos no pescoço dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha? Uma das perguntas que mais se faz é: «Como é que uma entidade pode saber o tempo todo o que está acontecendo, e como é que exercita esse controle?» Neste livro tentarei responder a estas e outras perguntas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2898" title="hierarquiadosconspiradores-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-medio.jpg" alt="" width="60" height="95" /></a>Este post trata da continuação da matéria do post anterior.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Hierarquia dos Conspiradores: O comitê dos 300 – Parte 2 (o Clube de Roma e as metas dos oligarcas)</h2>
<p>Como é que os conspiradores mantêm as suas garras no mundo e, mais especificamente, as mãos no pescoço dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha? Uma das perguntas que mais se faz é: <em>«Como é que uma entidade pode saber o tempo todo o que está acontecendo, e como é que exercita esse controle?»</em> Neste livro tentarei responder a estas e outras perguntas.</p>
<p>A única maneira de conseguirmos compreender a realidade do êxito adquirido pelos conspiradores é mencionando e falando de algumas sociedades secretas, organizações de fachada, órgãos governamentais, bancos, companhias de seguros, multinacionais, a indústria petrolífera e as centenas de milhares de entidades e fundações cujos altos administradores compõem o Comitê dos 300 – o órgão que na verdade controla o mundo e o tem feito há pelo menos 100 anos.</p>
<p>Visto que já existem dezenas de livros escritos sobre o Conselho das Relações Exteriores (CFR, segundo a sigla em Inglês) e os Trilaterais, vamos passar diretamente ao Clube de Roma e à Fundação Marshall da Alemanha.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O Clube de Roma</h2>
<p>Foi uma revelação para algumas pessoas que o Clube de Roma e os seus patrocinadores usando o nome da Fundação Germânica Marshall, fossem dois corpos altamente organizados da conspiração operando sob a fachada da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e que a maioria dos executivos do Clube de Roma eram provenientes da OTAN. O Clube de Roma formulou tudo o que a OTAN estipulou como diretrizes e, através das atividades do membro do Comitê dos 300, Lord Carrington, conseguiu dividir a OTAN em duas forças que o compõem: a do poder político e a da sua antiga aliança militar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Aureliopecceixxxclubofrome-atxxx.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2714" title="Aureliopecceixxxclubofrome-atxxx" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Aureliopecceixxxclubofrome-atxxx-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" /></a>A origem do Clube de Roma</h2>
<p>O Clube de Roma continua sendo uma das armas mais importantes unidades de política exterior do Comitê dos 300, sendo a outra o Clube Bilderberg. Foi formado em 1968 com membros dedicadíssimos do grupo original Morgenthau, com base num telefonema feito por Aurellio Peccei (já falecido – foto ao lado), pedindo uma nova e urgente campanha para agilizar os planos do Governo Mundial, agora chamado de “a Nova Ordem Mundial” – apesar de que eu prefiro o nome antigo. O pedido de Peccei foi atendido pelos mais subversivos “planejadores do futuro” que os Estados Unidos, França, Suécia, Grã-Bretanha, Suíça e Japão conseguiram reunir.</p>
<p>Durante o período de 1968-1972, o Clube de Roma se tornou uma entidade coesa de cientistas de novas ciências, globalistas, planejadores do futuro e internacionalistas de todos os tipos. Como disse um delegado: <em>«Nós nos tornamos o casaco de muitas cores que José tinha.»</em></p>
<p>De um modo geral, pretendia-se que o Clube de Roma incentivasse e disseminasse um programa de idéias de “pós-industrialização” nos Estados Unidos, juntamente com a disseminação de movimentos de contracultura tais como drogas, rock, sexo, hedonismo, satanismo, feitiçaria, “ecologia”, etc.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O Instituto Tavistock e outros colaboradores</h2>
<p>O Instituto Tavistock (Tavistock Institute), o Instituto de Pesquisas Stanford (Stanford Research Institute), e o Instituto para Relações Sociais (Institute for Social Relations), na verdade todas as organizações de pesquisa no campo da psiquiatria social aplicada, ou têm delegados no corpo administrativo do Clube de Roma, ou agiram como conselheiros e desempenharam um papel de relevo na tentativa da OTAN de adotar o que eles denominaram de a “Conspiração Aquariana”.</p>
<p>O Clube de Roma é a matriz das agências conspiratórias, uma união entre financistas angloamericanos e famílias da Nobreza Negra da Europa, principalmente a auto denominada “nobreza” de Londres, Veneza e Gênova. O segredo para o seu sucesso no controle do mundo é a capacidade que tem de criar o manipular recessões econômicas e subseqüentes depressões. O Comitê dos 300 procura convulsões sociais a nível global, seguidas de depressões, como uma técnica para levar o povo a aceitar mais facilmente coisas maiores que estão por vir, e usam isto como o método principal para criar no mundo inteiro massas de pessoas que vão se tornar beneficiarias da sua “assistência social” no futuro.</p>
<p>O Clube de Roma tem a sua própria agência de serviço secreto e também pega “emprestado” a INTERPOL de David Rockefeller. Cada agencia de serviço secreto americano – bem como a KGB e a Mossad – colaboram com ele.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>As metas</h2>
<p>Quais são as metas desta elite secreta? – dessa elite que também se autodenomina “os Olímpios” (eles acreditam verdadeiramente que têm o mesmo poder e importância dos deuses legendários do Olimpo os quais, como Lúcifer, o deus deles, se colocam acima do nosso Deus verdadeiro) e acreditam firmemente que foram chamados para implementar os seguintes objetivos, por divino direito:</p>
<p>(1) Um Governo Mundial/Nova Ordem Mundial, com uma igreja e um sistema monetário unificados (sob a direção deles). Não são muitas as pessoas que sabem que o Governo Mundial único começou a estabelecer a sua “Igreja” na década de 1920/1930, pois os conspiradores perceberam a necessidade de contar com a fé religiosa, inerente ao ser humano, de modo a, como um veículo, assim poder contar com um corpo “religioso” para canalizar a crença na direção que quisessem.</p>
<p>(2) A destruição total de todas as identidades nacionais e os orgulhos nacionais.</p>
<p>(3) A destruição das religiões, principalmente da religião cristã, exceto a “religião” acima mencionada criada por eles.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O controle humano e o fim da industrialização</h2>
<p>(4) Controle de todas as pessoas através do controle mental e do que Zbigniew Brzezinski denominou “tecnotrônica”, que criaria autômatos e um sistema de terror ao lado do qual o Red Terror de Felix Dzerzhinsky pareceria brincadeira de criança.</p>
<p>(5) Terminar toda industrialização e produção de eletricidade por energia nuclear no que eles denominam <em>«sociedade de desenvolvimento zero pós-industrial»</em>. Isentos disso se encontram a indústria da informática e de eletrodomésticos. As indústrias americanas que continuarem existindo serão transferidas para países como o México, onde existe mão de obra escrava em  abundância. Os desempregados no princípio da destruição Industrial ou se tornariam viciados em ópio-heroína e/ou em cocaína – ou se tornariam uma estatística no processo de eliminação (humana) que conhecemos hoje em dia como o Relatório Global-2000.</p>
<p>(6) Legalização das drogas e da pornografia.</p>
<p>(7) Despovoamento das grandes cidades com base na experiência feita durante o regime de Pol Pot no Cambodja. É interessante observar que os planos de genocídio de Pol Pot foram feitos nos Estados Unidos por uma das fundações de pesquisa do Clube de Roma. Também é interessante notar que o Comitê no momento procura reinstaurar ao poder os carniceiros de Pol Pot no Cambodja.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A repressão à energia nuclear</h2>
<p>(8) Repressão de todo desenvolvimento científico exceto o que for considerado benéfico para o Comitê. Os maiores alvos são a energia nuclear para objetivos pacíficos. Odeia-se, em particular, as experiências de fusão que no momento estão sendo vítimas de zombaria e sendo ridicularizadas pelo Comitê e seus abutres da imprensa. Isso porque o desenvolvimento da tocha de fusão acabaria de uma vez com o conceito do Comitê de <em>«limitados recursos naturais»</em>. Uma “tocha de fusão” usada adequadamente poderia criar recursos naturais ilimitados, a partir das substâncias mais comuns que existem.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O fomento de guerras e o genocídio</h2>
<p>(9) Causar através de guerras limitadas nos países desenvolvidos, e através de inanição e de enfermidades nos países do Terceiro Mundo, causar a morte de três bilhões de pessoas até o ano 2050 – pessoas essas que eles chamam de <em>«bocas inúteis»</em>. O Comitê dos 300 encarregou Cyrus Vance de redigir um texto sobre este assunto, sobre a melhor maneira de causar tal genocídio. O texto foi redigido com o título de Relatório Global 2000 e foi aceito e aprovado para ser colocado em prática pelo presidente Carter, pelo governo americano e em nome do governo americano, e foi aceito por Edwin Muskie, na época Secretário de Estado. Segundo as cláusulas do Relatório Global 2000, a população dos Estados Unidos deverá ter uma redução da ordem de 100 milhões até o ano 2050.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A desmoralização dos povos e o desemprego em massa</h2>
<p>(10) Enfraquecer a fibra moral das nações e desmoralizar os trabalhadores das classes operárias criando desemprego em massa. À medida que os empregos diminuem devido às políticas de desenvolvimento zero pós-industrial apresentados pelo Clube de Roma, trabalhadores desmoralizados e desalentados recorrerão a bebidas alcoólicas ou às drogas.</p>
<p>(11) Os jovens serão incentivados através do rock e das drogas a se rebelar contra o status quo, minando e, subseqüentemente, destruindo o núcleo familiar. O Comitê dos 300 encarregou o Instituto Tavistock de esboçar um plano para atingir este objetivo. O Instituto Tavistock por sua vez encarregou o Instituto de Pesquisas Stanford de assumir este trabalho sob a direção do professor Willis Harmon. Este trabalho, mais tarde, veio a ser conhecido como “A Conspiração Aquariana”.</p>
<p>(12) Evitar que os povos no mundo inteiro decidissem o seu próprio destino, criando crise após crise e depois “manipulando” tais crises. Isto confundirá e desmoralizará a população ao ponto de, ao se deparar com muitas escolhas, resultará numa apatia a nível de massa. No caso dos Estados Unidos, um órgão para gerenciamento de crises já existe. Chama-se órgão Federal de Controle de Emergência (FEMA, pela sigla em inglês), cuja existência eu revelei em 1980.</p>
<p>(13) Promover gângsteres do rock, como por exemplo o grupo imundo e degenerado dos <em>Rolling Stones</em> (um grupo gângster bem promovido pela Nobreza Negra Européia) e todos os grupos de rock criados pelo Instituto Tavistock – que começou com <em>The Beatles</em>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O fundamentalismo cristão aliado ao sionismo</h2>
<p>(14) Continuar edificando o fundamentalismo cristão, que será aproveitado para fortalecer o país sionista de Israel – identificando-se com os judeus através do mito do “povo eleito de Deus” – e, através da alocação de quantias altíssimas de dinheiro em diversas ações, contribuir para o que o povo acredite, erroneamente, tratar-se de uma causa religiosa com a intenção de promover a divulgação do cristianismo.</p>
<p>(15) Exportar idéias de “libertação religiosa” no mundo, de modo a minar todas as religiões existentes, mas principalmente a religião cristã. Isto começou com a Teologia da Libertação, dos jesuítas, a qual causou a queda do governo da família Somoza na Nicarágua, e que atualmente está destruindo El Salvador, e agora, com 25 anos de guerra civil, a Costa Rica e Honduras. Uma entidade que participou bastante na dita Teologia da Libertação é a Missão Maryknoll, com ideais comunistas. Foi por causa disso que a imprensa deu tanta atenção ao assassinato das quatro “freiras” Maryknoll em El Salvador alguns anos atrás.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O colapso econômico, os bancos mundiais, a ONU, o FMI etc</h2>
<p>(16) Causar o colapso das economias do mundo e engendrar um caos político global, assumindo o controle de todas as políticas exteriores e domésticas nos Estados Unidos.</p>
<p>(17) Dar o máximo apoio a instituições mundiais como por exemplo as Nações Unidas (ONU), o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco de Acordos Internacionais (BIS), o Tribunal de Haia, e, tanto quanto possível, diminuir a eficácia de instituições regionais dissolvendo-as, gradualmente, ou colocando-as sob o controle das Nações Unidas.</p>
<p>(18) Infiltrar e subverter todos os governos e corroer por dentro a soberania e integridade das nações que estes governos representam.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Terrorismo e educação</h2>
<p>(19) Organizar um aparato terrorista a nível mundial e negociar com terroristas sempre que ocorrerem atividades terroristas.</p>
<p>(20) Controlar a educação nos Estados Unidos com a intenção e o propósito de destruí-la total e completamente.</p>
<p>Muitas dessas metas que eu mencionei em 1969, foram desde então atingidas ou estão prestes a serem realizadas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A imprensa do lado deles e falsas impressões</h2>
<p>Com um patrocínio ilimitado, centenas de pesquisadores teóricos e 5.000 engenheiros sociais, com a imprensa e os bancos do seu lado, e com o controle da maior parte dos governos, vemos que estamos rastreando um problema de proporções imensas, que não pode ser confrontado por nenhuma nação no momento.</p>
<p>Como eu já declarei tantas vezes, fomos erroneamente levados a crer que o problema ao qual me refiro se originou em  Moscou. Fomos condicionados a acreditar que o comunismo é o maior perigo que nós, americanos, temos pela frente. Isso simplesmente não é verdade.</p>
<p>O maior perigo de todos emerge da massa de traidores que se encontra no nosso meio. A nossa Constituição nos adverte para sermos vigilantes quanto ao inimigo dentro dos nossos próprios portões. Esses inimigos são os lacaios do Comitê dos 300 que ocupam cargos elevados na estrutura governamental do nosso país.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2899" title="hierarquiadosconspiradores-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="71" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>John Coleman</strong></em></p>
<p><strong>[continua no próximo post]</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Seta-grande-2.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-2728" title="Seta-grande-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Seta-grande-2.gif" alt="" width="27" height="29" /></a> O livro a ler é: <strong>«A Verdadeira História do Clube Bilderberg»</strong>,  de  Daniel Estulin (Editora Planeta do Brasil Ltda., SP). Outros  inúmeros  livros, listados na <strong>bibliografia deste blog</strong>, apresentam  extensas matérias  sobre as corporações que planejam o Governo Mundial.</p>
<p>Consultar os sites: <a href="http://www.umanovaera.com/">www.umanovaera.com</a>; <a href="http://www.rainhamaria.com.br">www.rainhamaria.com.br</a>; <a href="http://fimdostempos.net">fimdostempos.net</a> e outros sites, para obter o texto em pauta e outros relacionados.</p>
<p>Imagem: clubofrome.at</p>
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		<title>O comitê dos 300 &#8211; O enfraquecimento dos EUA</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Clube de Roma se sente confiante de que realizou o que lhe foi incumbido pelo Comitê dos 300, que era "enfraquecer" os Estados Unidos. Depois de passar anos travando guerra contra o povo desta nação, quem duvidará de que o Comitê, realmente, realizou a sua tarefa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2898" title="hierarquiadosconspiradores-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-medio.jpg" alt="" width="60" height="95" /></a>Este post trata da continuação da matéria do post anterior.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg"><img title="husc-pequena" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/03/husc-pequena.jpg" alt="" width="60" height="38" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Rolling-Stones-2-xxx-deangoodman-com-xxx.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2741" title="Rolling-Stones-2-xxx-deangoodman-com-xxx" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Rolling-Stones-2-xxx-deangoodman-com-xxx-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Hierarquia dos Conspiradores: O comitê dos 300 &#8211; Parte 3 (O enfraquecimento dos Estados Unidos)</h2>
<p>O Clube de Roma se sente confiante de que realizou o que lhe foi incumbido pelo Comitê dos 300, que era &#8220;enfraquecer&#8221; os Estados Unidos. Depois de passar anos travando guerra contra o povo desta nação, quem duvidará de que o Comitê, realmente, realizou a sua tarefa?</p>
<p>Olhe ao seu redor e veja como a nossa moral foi minada. As drogas, a pornografia, a &#8220;música&#8221; rock, o sexo livre, o núcleo familiar, tudo isso foi totalmente minado; além do lesbianismo, da homossexualidade e, finalmente, do assassinato assombroso de milhões de bebês inocentes por suas próprias mães. Jamais existiu um homicídio em massa tão cruel como o aborto!</p>
<p>Quem é que vai duvidar de que os Estados Unidos estão prontos para ruir internamente e cair nos braços do Governo Mundial de uma nova e tenebrosa Idade Média?</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Decadência moral nos EUA</h2>
<p>Os Estados Unidos sofreram uma decadência espiritual e moral. A nossa base industrial foi destruída e com isso 30 milhões de pessoas ficaram desempregadas. Nossas cidades grandes são assombrosas fossas sépticas de todo o tipo imaginável de crimes, com o índice de homicídios quase três vezes maior do que o de qualquer outro país. Temos quatro milhões de pessoas sem teto, e a corrupção no governo atinge proporções epidêmicas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>O objetivo dos fundamentalistas cristãos</h2>
<p>O Clube de Roma obteve êxito em dividir as Igrejas cristãs. Obteve êxito em formar um exército de carismáticos, fundamentalistas e evangélicos que lutam pelo estado sionista de Israel. Durante a guerra genocida no Golfo, eu recebi dezenas de cartas me perguntando como é que eu poderia ser contra<em> «uma guerra cristã justa contra o Iraque»</em>. Como é que eu poderia duvidar que o apoio dos cristãos fundamentalistas à guerra (do Comitê dos 300) contra o Iraque não era baseado na Bíblia? Afinal de contas, não foi Billy Graham que orou com o presidente Bush logo antes de começarem a guerra? A Bíblia não fala de <em>«guerras e rumores de guerras»</em>? Estas cartas dão uma idéia da eficiência do trabalho do Instituto Tavistock. Os fundamentalistas cristãos vão ser uma força invencível a favor da nação de Israel, exatamente como foi planejado.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Lavagem cerebral</h2>
<p>É lamentável que estas pessoas tão bem intencionadas não percebam que estão sendo grosseiramente manipuladas pelo Clube de Roma e que suas opiniões e crenças não são genuínas, mas foram criadas para elas através de centenas de pesquisas e estudos teóricos do Comitê dos 300, espalhados por todo o território americano. Em outras palavras: os cristãos fundamentalistas e os evangélicos, assim como qualquer outro segmento da população americana, sofreram lavagem cerebral.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Não há como provar nada</h2>
<p>Algumas pessoas talvez tenham dificuldade em aceitar a idéia de uma conspiração global porque tantos escritores têm lucrado com isso. Outras duvidam que atividade a nível global possa progredir com tanto êxito. Eles vêem toda a burocracia que existe no nosso governo e dizem: <em>«Bem, como é que vamos acreditar que particulares podem fazer mais do que o governo?»</em> Isso é porque se esquecem do fato de que o governo faz parte da conspiração. Eles querem evidências concretas, e evidências concretas são difíceis de ser encontradas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Um “salvador da pátria” aparecerá</h2>
<p>Outras dizem: <em>«E daí? Eu não estou nem aí com a conspiração. Eu nem voto.» </em>Essa é exatamente a maneira como a população americana em geral foi condicionada a reagir. O nosso povo ficou desanimado e confuso, e isso é o resultado de anos de uma guerra travada contra nós. Um povo desmoralizado e confuso vai estar muito mais pronto para receber de braços abertos um homem grandioso que prometa, subitamente, resolver todos os problemas e garantir uma sociedade bem organizada na qual as pessoas têm um bom emprego e a rivalidade doméstica é mínima. Esse ditador, que é o que ele vai ser, será recebido de braços abertos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Organizações de fachada</h2>
<p>O Comitê dos 300, apesar de existir há mais de 150 anos, só por volta de 1897 é que se tornou no que é atualmente. Sempre deu ordens através de outras fachadas, como por exemplo o Instituto Real para Assuntos Internacionais (RIIA &#8211; Royal lnstitute for lnternational Afairs). Quando foi decidido que um super-órgão controlaria os assuntos europeus, o RIIA fundou o Instituto Tavistock, que por sua vez criou a OTAN. Por cinco anos a OTAN foi patrocinada pela Fundação Germânica Marshall.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Alguns membros comuns a outros grupos</h2>
<p>Talvez o membro mais importante do Clube Bilderberg (um ser político estrangeiro, mas do Comitê), foi Joseph Rettinger que, segundo se diz, foi o seu fundador e organizador – cujas reuniões anuais têm deleitado caçadores de conspiração há várias décadas. Rettinger era um padre jesuíta que recebeu uma ótima formação e maçom grau 33.</p>
<p>A senhora Katherine Meye Graham, que é suspeita de ter assassinado o marido para assumir o controle do jornal <em>Washington Post</em>, era outro membro proeminente do Clube de Roma, assim como Paul G. Hoffman da Companhia de Seguros de Vida Nova Iorque, uma das maiores companhias de seguros nos Estados Unidos e uma companhia proeminente no Clube de Roma, ligada diretamente à família da Rainha Elizabeth da Inglaterra.</p>
<p>John J. McCloy – o homem que tentou acabar com a Alemanha depois da Segunda Guerra Mundial; e por último, mas não menos importante, James A. Perkins da <em>Carnegie Corporation</em>, também foram membros fundadores do Bilderberg e do Clube de Roma.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Desconhecidos de todos</h2>
<p>Que elenco de estrelas! Mas, por mais estranho que pareça, até recentemente pouquíssimas agências governamentais tinham ouvido falar desta organização – se é que alguma agência do serviço secreto ouviu. O poder desses personagens e das empresas, emissoras de TV, jornais, companhias de seguros e bancos que elas representam se encontram à altura do poder e prestígio de no mínimo dois países europeus, e isso é ainda apenas a pontinha dos enormes interesses interligados do Comitê dos 300.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Companhia absorvida</h2>
<p>A Companhia de Análises e Pesquisas (<em>Research Analysis</em>) está situada em McLean, Virginia. Fundada em 1948, foi absorvida pelo Comitê dos 300 em 1961, quando se tomou parte do bloco de John Hopkins. Já trabalhou em mais de 600 projetos, inclusive a integração de negros no exército americano, o uso tático de armas nucleares, programas de guerra psicológica e controle de população em massa.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2899" title="hierarquiadosconspiradores-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="71" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>John Coleman</strong></em></p>
<p><strong>[continua no próximo post]</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Seta-grande-2.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-2728" title="Seta-grande-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Seta-grande-2.gif" alt="" width="27" height="29" /></a> O livro a ler é: <strong>«A  Verdadeira  História do Clube Bilderberg»</strong>,  de  Daniel Estulin  (Editora Planeta  do Brasil Ltda., SP). Outros  inúmeros  livros,  listados na <strong>bibliografia  deste blog</strong>, apresentam   extensas matérias  sobre as corporações  que planejam o Governo Mundial.</p>
<p>Consultar os sites: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.umanovaera.com/');" href="http://www.umanovaera.com/">www.umanovaera.com</a>;   <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.rainhamaria.com.br');" href="http://www.rainhamaria.com.br/">www.rainhamaria.com.br</a>;  <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://fimdostempos.net');" href="http://fimdostempos.net/">fimdostempos.net</a> e outros sites, para obter o texto em pauta e outros relacionados.</p>
<p>Imagem: deangoodman.com</p>
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		<title>O Comitê dos 300 &#8211; Pesquisas de opinião pública e pesquisadores</title>
		<link>http://blogdoambientalismo.com/o-comite-dos-300-parte-4-pesquisas-de-opiniao-publica-e-pesquisadores/</link>
		<comments>http://blogdoambientalismo.com/o-comite-dos-300-parte-4-pesquisas-de-opiniao-publica-e-pesquisadores/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Husc</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste post apresento a quarta parte do artigo do Dr. John Coleman, que trata do Comitê dos 300 como um organismo central no mundo das grandes elites transnacionais, as oligarquias internacionais, as quais têm como objetivo principal a governança mundial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-medio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2898" title="hierarquiadosconspiradores-medio" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-medio.jpg" alt="" width="60" height="95" /></a>Neste post apresento a quarta parte do artigo do Dr. John Coleman, que trata do Comitê dos 300 como um organismo central no mundo das grandes elites transnacionais, as oligarquias internacionais, as quais têm como objetivo principal a governança mundial. Como nos artigos precedentes e nos demais que se seguirão, introduzi subtítulos a fim de facilitar a leitura.</p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3995" title="husc-mini" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/husc-mini.jpg" alt="" width="50" height="32" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/07/div-01.png"></a><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5164" title="divisor2pb" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/11/divisor2pb-300x16.gif" alt="" width="300" height="16" /></a><br class="spacer_" /></p>
<h2><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Opiniao-publica.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2907" title="Opiniao-publica" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Opiniao-publica-300x247.jpg" alt="" width="300" height="247" /></a>Hierarquia dos Conspiradores: o Comitê dos 300</h2>
<h2>Pesquisas de opinião pública e pesquisadores</h2>
<p>As emissoras CBS-NBC-ABC, o Jornal New York Times e o jornal Washington Post estão constantemente fazendo pesquisas de opinião pública. A maior parte desse trabalho é coordenado pelo National Opinion Research Centre onde, por incrível que pareça, foi esboçado um perfil psicológico da nação toda.</p>
<p>Os aspectos mais importantes entre as conclusões desses estudos e o que se torna uma política de governo e uma política pública partem das empresas dos “pesquisadores de opinião pública”. O trabalho dessas companhias de pesquisa e estatística é moldar e formar a opinião do povo da maneira mais conveniente para os conspiradores.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Como se forma a opinião pública</h2>
<p>Os fatos e estatísticas são colocados em computadores do Gallup e Yankelovich, Skelley e White, para uma avaliação comparativa. Grande parte do que nós lemos nos nossos jornais ou vemos na televisão foi primeiro verificado pelas companhias de pesquisa de opinião pública. A informação que recebemos é o que os pesquisadores de opinião pública acham que devemos saber. Isto chama-se “formação da opinião pública”.</p>
<p>O objetivo principal deste pequeno condicionamento social é descobrir até que ponto o público reage, favoravelmente ou não, às diretivas políticas originadas pelo Comitê dos 300. Nós somos denominados como os “grupos de população visados”. E o que os pesquisadores querem ver é até que ponto o povo resiste às notícias dadas nos noticiários da noite.</p>
<p>Fazer estatísticas baseadas nas pesquisas de opinião pública se tornou uma arte logo antes dos Estados Unidos entrarem na Segunda Guerra Mundial. Os americanos, sem saber, foram condicionados a considerar a Alemanha e o Japão inimigos perigosos que tinham que ser combatidos. Num certo sentido era verdade, o que torna o condicionamento mental ainda mais perigoso, porque, com base na informação que as pessoas recebem, parecia realmente ser a Alemanha e o Japão [os inimigos]. Muito recentemente vimos como funciona o processo de condicionamento do Instituto Tavistock, quando os americanos foram condicionados a considerar o Iraque uma ameaça e Saddan Hussein um inimigo pessoal dos Estados Unidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A utilização do medo na lavagem cerebral</h2>
<p>O Comitê dos 300 montou redes de controle muito mais interligadas do que qualquer coisa que já se viu neste mundo. Não é necessário o uso de correntes e cordas para nos restringir. O medo que temos do que está por vir faz isso de uma forma muito mais eficiente do que qualquer restrição física.</p>
<p>Temos sofrido lavagem cerebral ao ponto de abrirmos mão do nosso direito constitucional de porte de armas; de abrirmos mão da nossa própria constituição; de permitimos que as Nações Unidas exerçam controle sobre nossa política exterior e que o FMI controle nossa política fiscal e monetária; de permitirmos que o presidente (Bush) viole a lei dos Estados Unidos, permaneça impune, invada um país e seqüestre o seu Chefe de Estado. Em outras palavras, sofremos tal lavagem cerebral que, como nação, aceitamos todo e qualquer ato fora da lei, da parte do nosso governo, quase sem questionamentos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A desindustrialização e a deseducação nos EUA</h2>
<p>Graças ao Clube de Roma o nosso potencial tecnológico caiu, e é inferior ao do Japão e ao da Alemanha, países que nós, supostamente, derrotamos na Segunda Guerra Mundial. Como é que isso aconteceu? Isso aconteceu por causa de homens como o Dr. Alexander King e por causa da venda que usamos em nos os olhos da mente: não reconhecemos a destruição dos nossos estabelecimentos de ensino e do nosso sistema de ensino.</p>
<p>Devido à nossa cegueira, não estamos mais formando engenheiros e cientistas em quantidade suficiente para nos manter entre as nações industrializadas do mundo.</p>
<p>Graças ao Dr. King, um homem que pouquíssimas pessoas nos Estados Unidos conhecem, a educação nos Estados Unidos atingiu o seu nível mais baixo desde 1786. Estatísticas do Instituto para o Ensino Superior mostram que a capacidade de ler e escrever dos jovens na escola secundária nos Estados Unidos são mais baixas do que as dos jovens da mesma faixa etária em 1786.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>As mudanças de paradigmas culturais não são percebidas</h2>
<p>A nação foi condicionada de tal forma a mudar e se tornou tão acostumada a mudanças planejadas que mal se nota quando ocorrem grandes transformações. Nós sofremos uma decadência tão rápida nos últimos anos que hoje em dia o divórcio não é mais razão de estigma, o suicídio está na moda e pouquíssimas pessoas se surpreendem com ele; depravações sociais e aberrações sexuais, algo que antigamente nem se mencionava entre pessoas decentes, agora se tomaram lugar comum e não geram nenhum protesto em especial. Será que a nossa nação reconhece que está indo por água abaixo?</p>
<p>Não, não percebemos. As pessoas cujo trabalho é revelar a verdade ao povo americano descobriram que um governinho particular e bem organizado dentro da Casa Branca estava atarefadíssimo cometendo crime após crime, crimes que atacavam o âmago desta nação e as instituições republicanas sobre as quais ela se baseia. Foi-nos dito que não preocupássemos o público com estas coisas. «Nós não queremos nos envolver com esse tipo de especulação» tornou-se uma reação padrão entre as pessoas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Exemplos de passividade</h2>
<p>Quando a autoridade de mais alto nível neste país, eleita pelo povo, colocou, descaradamente, uma lei da ONU acima da constituição dos Estados Unidos da América – uma ofensa digna de impeachment – a maioria aceitou isso como algo “normal”. Quando a pessoa que ocupa o cargo mais alto neste país e que foi eleita pelo povo, iniciou uma guerra sem uma declaração de guerra por parte do Congresso, o fato foi censurado pela imprensa e, mais uma vez, nós o aceitamos em vez de encararmos a verdade.</p>
<p>Quando começou a Guerra do Golfo, planejada e tramada pelo nosso presidente (Bush), nós não só não nos importamos, e até achamos que aquela era uma boa idéia, acreditando que era <em>«para o bem da guerra»</em>. O nosso presidente mentiu, April Glaspie mentiu, o Departamento de Relações Exteriores mentiu. Eles disseram que a guerra era justificável porque Saddam Hussein tinha sido advertido para deixar o Kuwait em paz. Quando telegramas de Glaspie para o Departamento das Relações Exteriores finalmente chegaram ao conhecimento do público, diversos senadores americanos começaram a defender Glaspie. Não importava se vinha dos democratas ou dos republicanos. Nós, o povo, os deixamos passar impunes com as suas mentiras vis.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>As pessoas não sabem o que realmente se passa</h2>
<p>O presidente Jefferson uma vez disse que tinha dó das pessoas que achavam que sabiam o que estava acontecendo só porque liam o jornal. Disraeli, o primeiro-ministro britânico, disse praticamente a mesma coisa. É verdade que em todas as eras, governantes se deleitaram em dirigir as coisas a partir dos bastidores.</p>
<p>Nos disseram que ganhamos a Guerra do Golfo. O que a grande maioria do povo americano não percebe é que, ao ganharmos a guerra, perdemos o auto-respeito e a honra da nossa nação, as quais apodrecem nas areias no deserto do Kuwait e do Iraque, junto aos cadáveres dos soldados iraquianos que foram massacrados depois de terem concordado em se retirar do Kuwait e de Basra. Não mantivemos a nossa promessa de que seguiríamos as Convenções de Genebra e não os atacaríamos. As pessoas que nos controlam nos perguntaram: «O que é que vocês querem? Vitória ou auto-respeito? Não dá para ter as duas coisas.»</p>
<p>Há cem anos, isto não poderia ter acontecido, mas agora aconteceu e ninguém diz nada.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Uma sociedade descartável</h2>
<p>Vivemos numa sociedade “descartável”  programada para não durar. Nós nem piscamos ao tomar conhecimento dos quatro milhões de pessoas sem teto, nem dos 30 milhões de pessoas desempregadas, nem dos 15 milhões de bebês que foram assassinados até agora. São coisas “descartáveis” de uma conspiração tão maldita que a maioria negará existir ao ser confrontada com elas, justificando esses eventos com as palavras <em>«os tempos mudaram»</em>.</p>
<p>Foi assim que o Instituto Tavistock nos condicionou a reagir. Eles desmantelam os nossos ideais e ninguém protesta. A garra espiritual e intelectual do nosso povo foi destruída!</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Modismos sem protestos</h2>
<p>O Instituto de Pesquisa Stanford (Stantord Research Institute &#8211; SRI) exerceu ainda mais pressão sobre esta nação para mudanças, desde o princípio da década de 1960. A ofensiva do SRI reuniu poder e momentum. Ligue a sua televisão e você verá a vitória do Instituto Stanford diante dos seus olhos. Debates sobre detalhes grosseiros da sexualidade, canais de vídeo especiais onde a supremacia está nas mãos da perversão, rock e drogas. Antigamente, John Wayne era o astro, hoje em dia temos um arremedo de homem (se é que é homem?) chamado Michael Jackson, uma imitação burlesca de ser humano considerado herói por ficar ali girando, rebolando, balbuciando e gritando diante das telas de televisão de milhares de lares americanos.</p>
<p>Uma mulher que já foi casada diversas vezes se torna notícia nacional. Bandas e mais bandas de rock, de drogados sujos e imundos, ganham horas e horas no ar para apresentar os seus grunhidos, seus rebolados sem nexo, sua moda e sua linguagem obscena. Novelas com cenas quase pornográficas não despertam comentários de ninguém, sendo que no princípio da década de 1980 isso jamais teria sido aceito. Hoje em dia, porém, é considerado normal. Nós fomos vítimas e sucumbimos ao que o Instituto Tavistock denomina <em>«choques futuros»</em> – só que o futuro é agora – mas estamos tão insensíveis devido a ondas sucessivas de choques culturais que parece inútil protestar, e portanto, segundo a nossa lógica, não adianta protestar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A apatia da população é proposital</h2>
<p>Os Estados Unidos hoje em dia podem ser comparados com um soldado que cai no sono no auge da batalha. Nós, americanos, caímos no sono, demos lugar à apatia por sermos confrontados com uma multiplicidade de escolhas que só nos deixaram confusos. Essas são as mudanças que alteram o nosso ambiente, acabam com a nossa resistência à mudança, de modo que ficamos zonzos, apáticos, e acabamos caindo no sono, no grosso da batalha.</p>
<p>Existe um termo técnico para esta condição. Chama-se “cansaço de discernimento a longo alcance”. Trata-se da arte de sujeitar continuamente um grupo grande de pessoas a um cansaço de discernimento durante um longo período, e que foi desenvolvido por cientistas que trabalhavam no Instituto Tavistock de Relações Humanas e suas subsidiárias americanas, o instituto de Pesquisa de Stanford e a Rand Corporation, e no mínimo mais 150 instituições de pesquisa aqui nos Estados Unidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Uma crise moral</h2>
<p>Quem pode negar que, com o imenso aumento no uso de drogas, o crack obtendo milhares de novos viciados, instantaneamente, a cada dia; com o aumento chocante do número de bebês assassinados por dia (aborticídio), que agora vai muito além das mortes que nosso exército sofreu nas duas Guerras Mundiais, na Guerra da Coréia e do Vietnã; com a aceitação aberta da homossexualidade e do lesbianismo, cujos “direitos” a cada ano são protegidos por mais leis; com a praga terrível que nós denominamos AIDS, que assola nossas cidades grandes e pequenas; com o fracasso total do nosso sistema de educação; com o aumento surpreendente do nível de divórcio; com o nível inacreditável de homicídios que choca o resto do mundo, assassinatos satânicos em série, o desaparecimento de milhares de criancinhas que são roubadas nas ruas por pervertidos; com um maremoto de pornografia acompanhada de um “vale tudo” nas nossas telas de televisão – quem pode negar que esta nação está em crise? Uma crise que não estamos confrontando mas antes fechando os olhos para ela.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>A falta de educação leva à destruição do povo</h2>
<p>Pessoas bem intencionadas que se especializam nessas coisas colocam a culpa de grande parte do problema na educação, ou no que os Estados Unidos consideram educação escolar. Agora há uma abundância de criminosos na faixa etária de 9 e 15 anos. Já é comum ver estupradores com 10 anos de idade. Nossos especialistas em ciências sociais, nossos sindicatos de professores, nossas Igrejas dizem que tudo isso é devido a um sistema educacional inadequado. Veja como as notas dos alunos continuam baixando. Especialistas lamentam o fato de que os Estados Unidos agora se encontram no 39<sup>o</sup>. lugar em nível de educação no mundo.</p>
<p>Por que nos lastimamos com algo que é tão óbvio? O nosso sistema de educação foi programado para a autodestruição.<a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-pequeno.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2899" title="hierarquiadosconspiradores-pequeno" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/hierarquiadosconspiradores-pequeno.jpg" alt="" width="45" height="71" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>John Coleman</strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>[continua no próximo post]</strong></p>
<p><a href="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Seta-grande-2.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-2728" title="Seta-grande-2" src="http://blogdoambientalismo.com/wp-content/uploads/2010/04/Seta-grande-2.gif" alt="" width="27" height="29" /></a> O livro a ler é: <strong>«A  Verdadeira  História do Clube Bilderberg»</strong>,   de  Daniel Estulin  (Editora Planeta  do Brasil Ltda., SP). Outros   inúmeros  livros,  listados na <strong>bibliografia  deste blog</strong>,  apresentam   extensas matérias  sobre as corporações  que planejam o  Governo Mundial.</p>
<p>Consultar os sites: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.umanovaera.com/');" href="http://www.umanovaera.com/">www.umanovaera.com</a>;    <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.rainhamaria.com.br');" href="http://www.rainhamaria.com.br/">www.rainhamaria.com.br</a>;  <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://fimdostempos.net');" href="http://fimdostempos.net/">fimdostempos.net</a> e outros sites, para obter o texto em pauta e outros relacionados.</p>
<p>Imagens: livrepensador.com; e conspiracyarchive.com.</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
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