O Comitê dos 300 – A década de 1960 e a Imprensa

O papel da imprensa na nossa sociedade é de importância vital para o êxito da lavagem cerebral em grandes grupos de população. As guerras entre gangues em Los Angeles terminaram em 1966 quando a imprensa parou de dar cobertura ao assunto. A mesma coisa acontecerá com a recente onda de guerras entre gangues em Los Angeles. Gangues de rua vão desaparecer depois que a cobertura por parte da imprensa diminuir e parar completamente. Assim como ocorreu em 1966, o assunto vai se tomar ultrapassado. Mas então, as gangues de rua terão cumprido o seu propósito de criar turbulência e insegurança na nação.

O comitê dos 300 – O mundo futuro

O presente post é continuação do anterior – Hierarquia dos Conspiradores: o Comitê dos 300, da autoria de John Coleman. O mundo do futuro? Em suma, a intenção e o propósito do Comitê dos 300 é causar as seguintes condições: a dependência de todas as pessoas e de todo o mundo ao Governo Único Mundial.

O comitê dos 300 – O desejo de ser livre

Como o prezado Visitante Desconhecido deve ter percebido, o Sr. John Coleman, neste seu trabalho, pode ter exagerado em algumas previsões, no que diz respeito ao futuro da Humanidade. No entanto, vemos, nos dias de hoje, em muitos setores, mormente nos da geopolítica, a coisa, perigosa e sinistramente, se encaminhando da forma preconizada pelo autor. A união dos países em blocos, por exemplo (como a União Européia), os quais, segundo ele, constituem uma fase da globalização total, é um fato que, a cada dia parece tomar lugar em outros continentes.

Ambientalismo mal-intencionado

O ambientalismo, assim como o indigenismo são ferramentas utilizadas pelas oligarquias internacionais para impedir o desenvolvimento sócio-econômico das nações, principalmente as do Terceiro Mundo. A criação de reservas ecológicas e reservas indígenas serve para impedir a exploração das riquezas naturais dos países, reservando-as para futura utilização pelas nações industrializadas. Estas, difundem a idéia de que os recursos naturais do planeta estão acabando e que temos que preservar as riquezas ainda remanescentes. Isso não é verdade.

Oligarquias internacionais: os donos do mundo

Este post poderia se chamar também: “Oligarquias internacionais – os verdadeiros donos do mundo”. São os grandes tubarões do planeta, predadores implacáveis, que se reunem em “cardumes”, em locais secretos, para conspirar em favor de um governo mundial. Seus sinistros objetivos são caracterizados pela globalização, pelo livre comércio, pelas privatizações, pela especulação financeira, pelo ambientalismo, pelo indigenismo, pelo malthusianismo etc.

Civilização em crise – Parte 1

Esta é aprimeiraparte do post “Civilização em Crise”, decorrente da palestra «Crise Civilizatória, Mudança De Paradigma Cultural e Projeto Nacional», da autoria de Geraldo Luís Lino, proferida no painel Brasil Soberano e a Expressão Psicossocial, na ADESG-RJ, em 31/07/2000. Este artigo mostra a atuação das principais oligarquias internacionais e os grupos que as compões, tais como o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral, o CFR etc, o RIIA, o Instituto Tavistock que implementa as mudanças de paradigmas culturais necessárias a facilitar o domínio social, como por exemplo, a chamada contracultura, tudo isso a fim de quebrar a soberania nacional dos Estados com o intuito da implantação de um governo mundial.

Civilização em crise – Parte 2

«Crise Civilizatória, Mudança De Paradigma Cultural E Projeto Nacional», da autoria de Geraldo Luís Lino, em palestra proferida no painel Brasil Soberano e a Expressão Psicossocial, na ADESG-RJ, em 31/07/2000. Este artigo mostra a atuação das principais oligarquias internacionais e os grupos que as compões, tais como o Grupo Bilderberg, a Comissão Trilateral etc, o RIIA, o Instituto Tavistock que implementa as mudanças de paradigmas culturais necessárias a facilitar o domínio social, como por exemplo, a chamada contracultura, tudo isso a fim de quebrar a soberania nacional dos Estados com o intuito da implantação de um governo mundial.

Forças ocultas e interesses escusos

Em outubro/2006, enviei uma carta à Revista Magnum através de e-mail, tentando saber o que os editores e articulistas daquela revista queriam dizer com as expressões que fazem parte do título do presente artigo – forças ocultas e interesses escusos. Nunca me responderam, mas eu próprio descobri que o “problema” das armas de fogo e o desarmamento do cidadão honesto eram parte de uma articulação a nível planetário, com vistas a um possível governo mundial. Teoria da conspiração? Sim. Eis a carta.

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