USAID faz parceria verde com índios na Amazônia
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Mais uma vez o governo dos EUA, através da USAID, usa o aquecimento global, via “créditos de carbono” para firmar seus interesses no Brasil. Este artifício, que está na moda como uma das “soluções” para a “salvação do planeta”, foi instituído, na verdade, para obstaculizar o desenvolvimento sócio-econômico dos países “periféricos” – e permitindo que os países “centrais” paguem para continuar a poluir e manter seu atual status megalômano de consumo e conforto. Comunidades indígenas da Amazônia e de outros locais do Brasil, ingênuas e mal-informadas – ou, quem sabe, “convencidas” de que os EUA querem ajudá-las, não têm a assistência adequada por parte do Governo Brasileiro para defender seus reais interesses – e os interesses da nação brasileira.
A atitude da USAID é uma interferência direta e abusiva dos EUA na soberania nacional sob o pretexto, aparentemente nobre, de evitar maiores emissões de CO2, eventualmente decorrentes de uma possível queima da floresta amazônica, e de proteger os índios. É oportuno observar que a expressão “destruição da floresta” é completamente inadequada para indicar a utilização da mata para fins de desenvolvimento de uma nação. “Destruir” significa – e dá a entender – apenas, destruir por destruir, sem nenhuma finalidade, o que não acontece. Usar os recursos florestais, dentro do que a lei permite, com o intuito de se obter desenvolvimento e crescimento econômico não é, propriamente, destruir. Usar os recursos da floresta para se tentar tirar aquelas comunidades indígenas que nela habitam de um estado de desenvolvimento praticamente a nível neolítico, é uma necessidade moral. O indigenismo fundamentalista, com a política de manutenção de verdadeiros zoológicos humanos a níveis da idade da pedra – para o deleite de “técnicos”, radicais, mal intencionados para com nossos índios, ou vendidos ao capital estrangeiro, e para a admiração de turistas obtusos – não mais é possível sustentar. Este post é um artigo veiculado no boletim eletrônico do Movimento Solidariedade Íbero-americana, de nº 55, de 18/12/2009. Os subtítulos foram acrescentados por mim para melhor leitura do texto. Eis a matéria.![]()
USAID faz “parceria verde” com índios na Amazônia
Na esteira da proteção florestal e do combate ao aquecimento global, foi anunciada uma nova modalidade de “parceria” entre indígenas brasileiros e governos estrangeiros. Desta feita, trata-se da USAID, a agência do governo estadunidense para ajuda internacional, com os índios suruí de Rondônia.
Na intermediação, está a ONG Forest Trends, sediada nos EUA e ainda pouco conhecida por aqui. Quem fez o anúncio foi o cacique Almir Suruí, explicando que o objetivo da parceria é organizar um fundo para vender créditos de carbono obtidos com ações de “conservação” na reserva dos suruí.
«O processo começou há 40 anos anos», diz Almir. «Desde então estamos buscando uma forma de valorizar a preservação de nossa floresta. Ela tem tudo que precisamos para nossa sobrevivência. Ela estava sendo destruída em nome do desenvolvimento. E a vida do nosso povo corria perigo por causa disso. Há 40 anos, meu povo ainda usava arco e flecha para se defender. Há uma década, no entanto, entendemos que precisávamos de diálogo para conquistar respeito», afirmou (Época, 14/12/2009).
O fato é que o governo federal e alguns governos estaduais dos EUA estão interessados em pagar pelo desmatamento evitado no Brasil, como forma de conseguir “créditos de carbono”, para cumprir as suas possíveis futuras metas de redução de emissões segundo compromissos internacionais, como os que estão em discussão na Conferência de Copenhague.
Essa nova ofensiva da USAID na Amazônia, seja financiando campanhas ambientalistas contra obras de infra-estrutura na região ou, agora, recrutando indígenas sob o disfarce da prevenção contra o aquecimento global, representa uma nova faceta da velha estratégia do establishment anglo-americano, de utilizar o ambientalismo-indigenismo como um eficiente instrumento geopolítico para obstaculizar o desenvolvimento da Regiâo Amazônica. Nada de novo sob o Sol – o que impressiona é a passividade do governo brasileiro diante de tais manobras ostensivamente intrusivas.![]()
Movimento Solidariedade Íbero-americana
Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei:
http://www.alerta.inf.br/ e http://www.msia.org.br/
Imagens: oglobo.globo.com ; veja.abril.com.br

Isso é mais um atentado à soberania nacional, nenhuma “ONG” deveria negociar nada com índio nenhum, se querem negociar alguma coisa, que se negocie com o governo, sob a supervisão do congresso nacional,
Me desculpem a franqueza, mas, para ser mais preciso, não se deveria aceitar nada de “ONG” nenhuma; diz a sabedoria milenar que: “a esmola quando é muita, o santo desconfia”.
Eles vão querer cobrar um preço muito alto dêem uma olhada nisso:
http://www.youtube.com/watch?v=VUJHK-bMi6k
Essa gente deveria ser coloca num avião e adverdita a não voltar.
Queria ver eles se eles teriam coragem de se intrometerem em países como a China.
Sr. Nelson:
Toda razão. Atentado contra a soberania nacional. A USAID, além de agir diretamente, também financia inúmeras ONGs ambientalistas em todo o mundo, mormente nos países emergentes. É uma gang que, como o Sr. diz, deveria ser proibida de agir no Brasil.
Boa idéia essa de proibir a negociação direta de ONGs e outras entidades quaisquer, em especial as de origem estrangeira, com indígenas. Se querem algum contato, deve ser consultado o governo brasileiro e as negociações têm que ser feitas sob o controle do governo do Brasil.
Vida longa, prosperidade e sabedoria.
Hasta siempre.
Husc
ola ,nao entendo muito do assunto mas pareçe um desrespeito,mas concordo com vocÊs Srs.
No Paraná, o corruptor deu as ordens, os corruptos felizes obedeceram, e deste namoro nasceu os eco decretos-lei “democráticos”, os direitos e dignidade de quem preservou florestas por gerações foram anulados, o eco terrorismo transformou a vegetação nativa em problemas, e desvalorização dos imóveis conforme sua ocupação. Más todo o dinheiro foi monopolizado para os asilos de empregos públicos vitalícios, moeda de troca deste corrupto estado. O dinheiro estrangeiro financiou apenas o ars enal burrocrático, e o fiscalizatório para a intimidação e imposição da miséria obrigatória nesta região, e assim obrigando a vender quase de graça para os invasores estrangeiros travestidos de eco ONGs, que agora exigem ajuda financeira do estado para a manutenção, e projetos $u$tentado$. Estas organizações não gratas acabaram donas dos manânciais de água, e de florestas nativas, o que sobrou da ganância que dizimou o estado. A triste verdade é que o azar nosso e dos índios só piora. veja este entreguismo, e como foi feito no blog mataalheiamamatanossa.blogspot.com
Sr. Walter:
Dei uma olhada em seu blog e gostei. Vou acrescentá-lo em minhas sugestões de links.
É isso aí. O Sr. tem razão. É o novo colonialismo que está na moda, com as ferramentas ambientais, emperrando o progresso socioeconômico do Brasil. A Sra. Marina, certamente, é financiada por ONGs ambientalistas. Felizmente, ela não tem chance.
Uma das coisas que o Brasil deveria fazer, em caráter de urgência, é um balanço nas ONGs ambientalistas, mormente as que atuam na Amazônia, expulsando do país aquelas que são nocivas a nós. Acho que não iria sobrar nenhuma…
Obrigado por visitar meu site e pelo comentário.
Talvez eu me interesse por suas charges. OK?
Saúde, vida longa e sabedoria.
Husc
O comentarista refere aos Indios como “nossos Indios”. Com se os Indios fossem seus cachorros de estimação. Tenho certeza que quem escreveu esse artigo não entendeu e não entende que isso é altamente racista e arrogante. Claro que os USA podem tratar os Indios bem melhor que os brasileiros. A evidencia está em toda parte. Os brasileiros só trouxeram aos Indios genocidio e doenças. Os Judeus conseguiram uma alta idenização dos alemães e com certeza está mais que na hora dos Indios exigirem também, e com a ajuda do USA, uma idenização pelos crimes cometidos pelos brasileiros contra os Indios.
Cometários racistas como esse é noraml aqui no brasil. Os brasileiros em geral odeiam os Indios e matar um Indio da em nada. Sendo o USA mais decente com certeza haveria punição contra quem mata o Indio.
Sr. Celio:
Dizer “nossos índios” quer simplesmente significar os índios do nosso país, assim como falamos “nossas crianças”, “nosso povo”, “nossas mulheres” etc. Não há nada de arrogante nem racista nessa expressão. Cuidado… O Sr. parece ter o racismo na cabeça…
Dizer que os USA podem tratar bem nossos índios é ignorar a história. O Sr. já esqueceu do genocídio/assassinato, litralmente falando, dos índios norteamenricanos quando da chamada “conquista do Oeste”? O Sr. já se esqueceu do general Custer, que é considerado hoje como um genocida legítimo e um assassino cruel? O Sr., por acaso, sabe o que resta de índios nos EUA? Resposta: muito poucos e praticamente todos eles confinados em verdadeiros guetos. Decididamente, os norteamericanos não são o povo ideal para lidar com índios.
Claro que a vinda dos europeus para o Brasil trouxe doenças que mataram muitos índios, mas em contapartida, trouxe para cá a civilização. Do contrário, estariam eles ainda num estado neolítico de cultura. Por outro lado, talvez até o Sr. não estivesse aqui hoje…
Os judeus obtiveram indenizações porque tiveram seus bens roubados pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, ou seja, isso não tem nada a ver com a problemática de nossos índios e negros no Brasil, me desculpe. É comparar “alhos com bugalhos”.
Não me consta que algum brasileiro “odeie” índios. O que o povo brasileiro deseja, muito pelo contrário, é que os índios sejam inseridos no processo civilizatório que se desenvolve no Brasil, e não, deixá-los num estado cultural e econômico abaixo dos limites mínimos de cidadania e de progresso. Mais uma vez o Sr. está enganado. E continua com o racismo na cabeça…
Dizer que os EUA são mais decentes (do que o Brasil, não é?) me parece uma piada. Mais decente em quê? Pois os EUA são o que são, justamente por falta de decência, ou seja, num processo de dominação mundial baseado no militarismo e no poder de suas multinacionais e de seus bancos. Juntamente com sua parceira principal, a Inglaterra, eles, simplesmente, escravizam o planeta inteiro, destroem civilizações, pagam para poluir etc etc, e com uma dose de desperdício impressionante. O Sr. chama isso de decência?
Cheguei de Nova York ontem e pude ver isso direitinho. Toda aquela opulência, aquele desperdício, aquela vida megalômala, aquele consumismo desenfreado, compulsivo, que eles não querem perder, deve-se, Sr. Celio, certamente, a milhões de vidas perdidas neste nosso planetinha. E eles estão tratando de preservar essa situação.
Saúde, vida longa e sabedoria.
E obrigado por fazer contato comigo. Breve responderei aos seus outros comentários.
Husc